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Conar julgará campanha “Somos Todos Paralímpicos”

Conar julgará campanha “Somos Todos Paralímpicos”

O Conar, Conselho Nacional de Autorregulação Publicitária, foi acionado para julgar a campanha “Somos Todos Paralímpicos” com os atores Cléo Pires e Paulo Vilhena. Com o objetivo de apoiar os jogos Paralímpicos e incentivar a participação da sociedade, os atores globais posaram para fotos. Porém, as imagens foram alteradas no computador para que representassem atletas com deficiência – Cléo Pires sem um braço e Paulo Vilhena com uma perna mecânica.

A campanha com o mote “Somos Todos Paralímpicos” foi assinada pelo CPB (Comitê Paralímpico Brasileiro) em parceria com a agência de publicidade África, contando com a participação de atletas e os dois atores, que também são embaixadores dos jogos Paralímpicos.

De modo geral, a  repercussão foi negativa sobretudo nas redes sociais e no perfil do Instagram da Revista Vogue, também apoiadora da causa ao divulgar imagens e contar com a participação de seus profissionais na produção do ensaio. No entanto, as reclamações não pararam por aí. Dez consumidores abriram processo junto ao Conselho sinalizando que o anúncio foi considerado “desrespeitoso” e “discriminatório”.

Após as críticas, o CPB manteve seu posicionamento explicando que a intenção foi chamar atenção. Ainda sinalizou que “Os atletas estão presentes em outras fotos e ficaram muito felizes em participar da campanha”. Esta foi mais uma das diversas ações realizadas com intuito de engajar a população na causa, incentivar a compra de ingressos e inserir a sociedade na rotina tanto dos atletas quanto das pessoas com algum tipo de deficiência. Este foi o caso da visita de Sérgio Escadinha ao treino do time brasileiro masculino de Vôlei sentado, postada na página oficial do Facebook do Comitê Olímpico.

Vale acompanhar a decisão e o posicionamento do Conselho em relação à campanha “Somos Todos Paralímpicos”. Em seus vídeos publicitários tanto os exageros da criação quanto dos reclamantes são alertados com frases como “Quem cria nem sempre vê o que há de errado, por isso a propaganda precisa do Conar” e “O Conar é responsável por regular a publicidade no Brasil e todos os dias recebe dezenas de reclamações, muitas são justas, outras nem tanto. Confie em quem entende, confie no Conar”. Para saber mais sobre o Código Brasileiro de Autorregulamentação Publicitária e as decisões do Conar acesse o site http://www.conar.org.br/ e assista às campanhas abaixo:

Sobre Cinthya Oliveira

Mestre em Mídia, Jornalista e Publicitária. Possui interesse em estudos sobre modelos de negócios, processos de produção em mídia e possibilidades de envolvimento do público. Além das atividades em comunicação, desenvolve estudos acadêmicos e contribui com a capacitação de profissionais.

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