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	<title>Pontos de Contato &#8211; Revista sobre Publicidade, Propaganda e Marketing</title>
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	<description>Um espaço para dialogar sobre Comunicação e Marketing. Um lugar para trocar informações sobre as práticas do mercado aliando opinião com notícias e pesquisa</description>
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	<title>Pontos de Contato &#8211; Revista sobre Publicidade, Propaganda e Marketing</title>
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		<title>Vídeos curtos em 2026: quando o formato vira linguagem (e negócio)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cinthya Pires]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Jan 2026 12:00:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MARKETING]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Vídeos curtos em 2026: quando o formato vira linguagem (e negócio) Os vídeos curtos deixaram de ser “conteúdo rápido” para ocupar um lugar estrutural na comunicação digital: linguagem, narrativa e monetização no mesmo pacote. Em 2026, o jogo não é apenas “postar Reels”, mas sustentar retenção, recorrência e conversão com formatos que funcionam como série, &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1 data-start="175" data-end="243">Vídeos curtos em 2026: quando o formato vira linguagem (e negócio)</h1>
<p data-start="245" data-end="574">Os vídeos curtos deixaram de ser “conteúdo rápido” para ocupar um lugar estrutural na comunicação digital: linguagem, narrativa e monetização no mesmo pacote. Em 2026, o jogo não é apenas “postar Reels”, mas sustentar retenção, recorrência e conversão com formatos que funcionam como série, vitrine e prova social ao mesmo tempo.</p>
<p data-start="576" data-end="829">A mudança mais visível é a integração entre entretenimento, narrativa e comércio. A leitura de mercado que atravessa os relatórios e os portais especializados é direta: vídeo curto não é apêndice do plano; é o centro de onde derivam vendas e autoridade.</p>
<p data-start="831" data-end="1141">Na prática, isso significa que marcas, criadores e veículos passam a pensar o conteúdo curto como <strong data-start="929" data-end="959">produto principal de mídia</strong>, e não mais como adaptação de campanhas maiores. O vídeo vertical se torna o primeiro contato com a marca, o principal ponto de descoberta e, muitas vezes, o próprio canal de venda.</p>
<h2 data-start="1143" data-end="1198">Do viral ao seriado: a era das mininovelas verticais</h2>
<p data-start="1200" data-end="1461">A mininovela vertical emerge como o formato-síntese de 2026, porque combina tempo curto com lógica de capítulo. Em vez de “interromper” com anúncio, a marca entra no enredo, e o algoritmo recompensa o retorno recorrente — o público volta para ver a continuação.</p>
<p data-start="1463" data-end="1704">Esse movimento tem implicação prática: o roteiro passa a ser ativo de mídia. Quando a história é pensada para episódios de 1 a 2 minutos, com ritmo ágil e edição dinâmica, o conteúdo ganha escala sem depender de um pico único de viralização.</p>
<p data-start="1706" data-end="1951">Além disso, a lógica de série resolve um dos maiores desafios das plataformas: <strong data-start="1785" data-end="1810">retenção longitudinal</strong>. Não se trata mais de prender atenção por alguns segundos, mas de criar hábito de consumo, algo muito mais valioso para algoritmos e marcas.</p>
<h2 data-start="1953" data-end="2020">IA na estética e na operação: do “oddly satisfying” aos avatares</h2>
<p data-start="2022" data-end="2336">Um dos sinais de 2026 é o crescimento de “reacts” a conteúdos gerados por IA que estimulam sentidos — uma evolução do “oddly satisfying”, só que levado ao limite na textura, no som e na estranheza que prende <a href="https://pontosdecontato.com.br/marketing/economia-da-atencao-por-herbert-simon/">atenção.</a> É entretenimento, mas também teste de linguagem para marcas que disputam segundos de permanência.</p>
<p data-start="2338" data-end="2676">Na outra ponta, a IA entra na operação com avatares e criadores virtuais, especialmente em cenários de venda ao vivo e demonstração de produto. A promessa é disponibilidade contínua e respostas rápidas, com integração de sobreposições gráficas e variações de produto na própria edição — um “apresentador” que também é interface de <a href="https://alcateiamedia.com.br/" rel="noopener">compra.</a></p>
<p data-start="2678" data-end="2846">Do ponto de vista de negócio, isso reduz custos, acelera produção e permite <strong data-start="2754" data-end="2782">personalização em escala</strong>, algo impensável no modelo tradicional de produção audiovisual.</p>
<h2 data-start="2848" data-end="2912">Estética, confiança e conversão: o tripé que sustenta o curto</h2>
<p data-start="2914" data-end="3201">A estética também vira estratégia: esquetes com linguagem de game e “edição analógica” (nostalgia, ruído, fita, TV antiga) ganham tração por criarem mundo próprio em poucos segundos. O curto não elimina a dramaturgia; ele a condensa, com sinais visuais que entregam contexto instantâneo.</p>
<p data-start="3203" data-end="3496">Em paralelo, cresce o “conteúdo para venda”: o content commerce amadurece quando a compra deixa de parecer pop-up e passa a ser intrínseca ao storytelling. Vlog, tutorial, desafio ou mininovela viram palco para produto em uso real — e isso tende a converter mais do que a demonstração isolada.</p>
<p data-start="3498" data-end="3784">Só que há um limite claro: quanto mais tecnologia, mais a autenticidade vira moeda. Bastidores, emoções reconhecíveis e depoimentos reais permanecem como gatilhos de confiança; não por romantismo, mas por saturação — em um feed cheio de sintético, o “real” vira diferencial competitivo.</p>
<p data-start="3786" data-end="4096">Fechando o ciclo, os tutoriais e conteúdos práticos seguem como coluna vertebral do formato curto. Eles entregam utilidade (e não só distração), e funcionam como prova social em escala: gente real dizendo, mostrando, usando — com o tipo de credibilidade que campanhas tradicionais nem sempre conseguem simular.</p>
<h2 data-start="4098" data-end="4145">O impacto direto no marketing e nos negócios</h2>
<p data-start="4147" data-end="4433">Para marcas, a pergunta estratégica de 2026 não é “qual plataforma?”, mas “qual arquitetura de narrativa?”. Se a série constrói recorrência, o tutorial cria utilidade e o commerce se integra ao enredo, o vídeo curto deixa de ser peça e passa a ser sistema — com começo, meio, fim e KPI.</p>
<p data-start="4435" data-end="4635">Isso também muda a forma de mensurar resultados. Métricas como <strong data-start="4498" data-end="4569">tempo médio de visualização, taxa de retorno e sequência de consumo</strong> passam a ser tão importantes quanto cliques e conversões diretas.</p>
<p data-start="4637" data-end="4833">Em vez de campanhas isoladas, cresce o modelo de <strong data-start="4686" data-end="4713">ecossistema de conteúdo</strong>, onde cada vídeo alimenta o próximo e todos contribuem para o mesmo funil: descoberta, interesse, prova social e venda.</p>
<h2 data-start="4835" data-end="4892">Conclusão: vídeo curto não é formato, é infraestrutura</h2>
<p data-start="4894" data-end="5110">Em 2026, falar de vídeo curto é falar de linguagem dominante da internet. Não se trata apenas de tendência de rede social, mas de uma mudança estrutural na forma como pessoas aprendem, se entretêm, confiam e compram.</p>
<p data-start="5112" data-end="5331">Quem encara o short video como “mais um canal” tende a ficar para trás. Quem entende como <strong data-start="5202" data-end="5235">infraestrutura de comunicação</strong> — narrativa, mídia e negócio integrados — passa a disputar atenção com muito mais consistência.</p>
<p data-start="5333" data-end="5434" data-is-last-node="" data-is-only-node="">O vídeo curto deixa de ser conteúdo. Ele vira cultura, vitrine e motor de crescimento ao mesmo tempo.</p>
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		<title>NRF 2026: o varejo entra de vez na era híbrida, integrada e mediada por IA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cinthya Pires]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Jan 2026 11:50:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MARKETING]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>NRF 2026: o varejo entra de vez na era híbrida, integrada e mediada por IA A NRF (National Retail Federation) segue como um dos termômetros mais relevantes para entender para onde o varejo está caminhando — não apenas em tecnologia, mas em cultura de consumo, operação, marca e comunicação. Em 2026, a mensagem predominante não &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1 data-start="227" data-end="303">NRF 2026: o varejo entra de vez na era híbrida, integrada e mediada por IA</h1>
<p data-start="725" data-end="940">A NRF (National Retail Federation) segue como um dos termômetros mais relevantes para entender para onde o varejo está caminhando — não apenas em tecnologia, mas em cultura de consumo, operação, marca e comunicação.</p>
<p data-start="942" data-end="1120">Em 2026, a mensagem predominante não foi “o digital venceu” ou “a loja voltou”, e sim: <strong data-start="1029" data-end="1120">a jornada real do consumidor é híbrida e o varejo precisa operar como um sistema único.</strong></p>
<p data-start="1122" data-end="1387">O ponto decisivo é que <strong data-start="1145" data-end="1202">integração deixou de ser discurso e virou arquitetura</strong>. Dados, estoque, mídia, atendimento e experiência precisam conversar em tempo real. Quando isso falha, o consumidor não “culpa o canal”; ele percebe fricção, inconsistência e abandono.</p>
<hr data-start="1389" data-end="1392" />
<h2 data-start="1394" data-end="1456">O futuro não é escolher canais, é integrar com inteligência</h2>
<p data-start="1458" data-end="1512">Na prática, a NRF reforça uma virada de mentalidade:</p>
<ul data-start="1513" data-end="1745">
<li data-start="1513" data-end="1563">
<p data-start="1515" data-end="1563">a loja física ganha peso como <strong data-start="1545" data-end="1560">experiência</strong>,</p>
</li>
<li data-start="1564" data-end="1620">
<p data-start="1566" data-end="1620">o digital ganha força como <strong data-start="1593" data-end="1617">interface de <a href="https://alcateiamedia.com.br/" rel="noopener">decisão</a></strong><a href="https://alcateiamedia.com.br/" rel="noopener">,</a></p>
</li>
<li data-start="1621" data-end="1745">
<p data-start="1623" data-end="1745">e a marca precisa sustentar sua promessa em todos os pontos de contato, sem “quebras” entre ambiente, linguagem e serviço.</p>
</li>
</ul>
<p data-start="1747" data-end="1996">Essa integração também reposiciona a comunicação.<br data-start="1796" data-end="1799" />A loja passa a ser mídia, dados viram oferta e merchandising vira conteúdo, aproximando o ambiente físico de uma lógica de performance: <strong data-start="1935" data-end="1996">mensurável, contextual e orientada à intenção do <a href="https://pontosdecontato.com.br/marketing/economia-da-atencao-por-herbert-simon/">cliente.</a></strong></p>
<hr data-start="1998" data-end="2001" />
<h2 data-start="2003" data-end="2045">IA agêntica e a compra em modo conversa</h2>
<p data-start="2047" data-end="2267">Entre os temas mais recorrentes da NRF 2026, a chamada <strong data-start="2102" data-end="2119">“IA agêntica”</strong> aparece como o próximo grande salto: sistemas que não apenas recomendam, mas executam tarefas — do atendimento à compra, do sortimento à logística.</p>
<p data-start="2269" data-end="2389">O varejo começa a migrar do <strong data-start="2297" data-end="2327">“clique” para a “conversa”</strong>, e isso muda profundamente o que significa presença de marca.</p>
<p data-start="2391" data-end="2666">Essa transformação já pressiona padrões e infraestrutura. Iniciativas anunciadas no entorno da NRF, como <strong data-start="2496" data-end="2569">protocolos para transações assistidas por IA entre diferentes players</strong>, indicam que a competição passa a incluir compatibilidade e confiança, não apenas preço e mídia.</p>
<p data-start="2668" data-end="2933">Ao mesmo tempo, surge um alerta claro:<br data-start="2706" data-end="2709" />quanto mais automação, maior a exigência por <strong data-start="2754" data-end="2793">autenticidade e serviço humano real</strong>. O consumidor aceita tecnologia quando ela melhora sua vida; rejeita quando percebe atalho, opacidade ou perda de qualidade no atendimento.</p>
<hr data-start="2935" data-end="2938" />
<h2 data-start="2940" data-end="2993">Reestruturação de marcas: o que o caso VF sinaliza</h2>
<p data-start="2995" data-end="3213">Um bom recorte para entender a NRF além do discurso otimista é observar marcas em ajuste de rota. A <strong data-start="3095" data-end="3113">VF Corporation</strong> — dona de Timberland, The North Face e Vans — vem comunicando um ciclo de reestruturação focado em:</p>
<ul data-start="3215" data-end="3348">
<li data-start="3215" data-end="3246">
<p data-start="3217" data-end="3246">simplificação de portfólio,</p>
</li>
<li data-start="3247" data-end="3273">
<p data-start="3249" data-end="3273">mudanças operacionais,</p>
</li>
<li data-start="3274" data-end="3348">
<p data-start="3276" data-end="3348">fortalecimento das marcas,<br data-start="3302" data-end="3305" />em meio a desempenhos distintos entre elas.</p>
</li>
</ul>
<p data-start="3350" data-end="3506">O caso é didático porque mostra que <strong data-start="3386" data-end="3434">transformação não é apenas adotar tecnologia</strong>, mas revisar estratégia de marca, organização e prioridades de produto.</p>
<p data-start="3508" data-end="3718">Executivos das três marcas têm falado sobre evoluir sem romper a herança — um equilíbrio complexo quando a pressão por crescimento encontra consumidores mais seletivos e menos tolerantes a excesso de promoções.</p>
<p data-start="3720" data-end="4016">Do ponto de vista financeiro, os comunicados ao mercado também apontam movimentos para ganhar fôlego de investimento, como desinvestimentos e ajuste de custos, visando retomar crescimento sustentável. Isso explica por que a conversa na NRF costuma misturar inovação com <strong data-start="3990" data-end="4015">disciplina de negócio</strong>.</p>
<hr data-start="4018" data-end="4021" />
<h2 data-start="4023" data-end="4087">O que a NRF 2026 ensina para marcas e empresas de comunicação</h2>
<p data-start="4089" data-end="4134">No fim, a leitura é pragmática e estratégica:</p>
<blockquote data-start="4136" data-end="4295">
<p data-start="4138" data-end="4295"><strong data-start="4138" data-end="4295">A NRF 2026 coloca o varejo na interseção entre operação integrada, mídia no ponto de venda, compras mediadas por IA e experiências físicas com propósito.</strong></p>
</blockquote>
<p data-start="4297" data-end="4506">Para marcas, agências e empresas de comunicação, o recado é direto:<br data-start="4364" data-end="4367" />a disputa não é por “estar em todos os canais”, e sim por <strong data-start="4425" data-end="4506">entregar coerência, utilidade e consistência em toda a jornada do consumidor.</strong></p>
<p data-start="4508" data-end="4664" data-is-last-node="" data-is-only-node="">No novo varejo, não vence quem tem mais tecnologia — vence quem consegue <strong data-start="4581" data-end="4664" data-is-last-node="">integrar tecnologia, experiência e narrativa de marca em um único sistema vivo.</strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Economia da Atenção Por Herbert Simon</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cinthya Pires]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Jan 2026 11:40:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MARKETING]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Economia da Atenção &#124; Por Herbert Simon Em um tempo em que quase tudo se converte em conteúdo, Herbert A. Simon segue atual por uma razão simples: ele foi direto ao ponto antes do termo “economia da atenção” virar moda. Para Simon, viver em um “mundo rico em informação” não significa viver melhor. Significa, antes, &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1><b>Economia da Atenção | Por Herbert Simon</b></h1>
<p><span style="font-weight: 400;">Em um tempo em que quase tudo se converte em conteúdo, Herbert A. Simon segue atual por uma razão simples: ele foi direto ao ponto antes do termo “economia da atenção” virar moda. Para Simon, viver em um “mundo rico em informação” não significa viver melhor. Significa, antes, lidar com um novo tipo de escassez.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A metáfora que ele usa é tão cotidiana quanto precisa. Dois coelhos viram muitos coelhos, e de repente o mundo fica “rico” neles. Mas essa riqueza produz uma pobreza em outro lugar: falta alface. A abundância de um recurso transforma outro em gargalo, e isso cria um problema de alocação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O argumento central é que informação, quando se multiplica, consome algo limitado: a atenção dos destinatários. Assim, a superabundância informacional não é neutra. Ela cria uma pobreza de atenção e exige decisões: o que merece ser visto, lido, ouvido — e o que será descartado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesse ponto, Simon desloca a conversa do volume para o custo. Não basta medir quanto custa produzir e distribuir informação. É preciso calcular quanto custa recebê-la. Em um cenário saturado, o custo relevante recai sobre quem lê, assiste e processa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E como medir esse recurso escasso? Simon critica a ideia de usar “bits” como medida de atenção, porque a capacidade em bits depende da codificação. O mesmo conteúdo pode exigir mais ou menos processamento, conforme a forma. Ou seja, não é uma unidade estável para medir escassez.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A proposta dele é mais pragmática: tempo. Quanto tempo uma mensagem toma do destinatário? A atenção, nesse sentido, pode ser estimada pela duração do engajamento necessário para compreender e decidir. É a métrica mais simples — e a mais difícil de expandir.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Simon também lembra que seres humanos são “dispositivos seriais”: só conseguem prestar atenção a uma coisa por vez. Mesmo quando parece que estamos fazendo cem coisas, estamos alternando rapidamente entre tarefas, como sistemas de “compartilhamento de tempo”. A sensação de multitarefa é, muitas vezes, uma ilusão eficiente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A consequência disso para organizações é direta. Empresas, governos e instituições também operam como sistemas de atenção: reuniões, relatórios, e-mails, dashboards e decisões competem entre si. Quando tudo é prioridade, a atenção se fragmenta — e o sistema perde capacidade de agir com precisão.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Há, portanto, uma dimensão estratégica que costuma ser subestimada: conservar atenção é administrar desempenho. Em um mundo saturado, o excesso de informação pode ser tão caro <a href="https://pontosdecontato.com.br/marketing/influenciador-digital/">quanto a</a> falta dela, porque ele drena o recurso que sustenta qualquer coordenação: foco, tempo e<a href="https://alcateiamedia.com.br/" rel="noopener"> clareza.</a></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No fim, Simon deixa um recado que atravessa marketing, mídia e vida cotidiana: a prosperidade informacional não resolve o problema do conhecimento. Ela o reorganiza. E o novo centro da disputa não é mais quem produz mais informação, mas quem consegue projetar mensagens, sistemas e rotinas que respeitem — e aloque — a atenção com inteligência.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Influenciador digital é oficialmente reconhecido como profissão no Brasil</title>
		<link>https://pontosdecontato.com.br/marketing/influenciador-digital/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=influenciador-digital</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Moisés Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Jan 2026 11:24:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MARKETING]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Influenciador digital é oficialmente reconhecido como profissão no Brasil Nova lei cria marco histórico para a creator economy e profissionaliza o marketing de influência O Brasil deu um passo histórico ao reconhecer oficialmente o influenciador digital como uma categoria profissional. A medida consolida uma realidade que já existia na prática há mais de uma década: &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h1 data-start="135" data-end="214"><strong data-start="137" data-end="214">Influenciador digital é oficialmente reconhecido como profissão no Brasil</strong></h1>
<h2 data-start="216" data-end="319"><strong data-start="219" data-end="319">Nova lei cria marco histórico para a creator economy e profissionaliza o marketing de influência</strong></h2>
<p data-start="321" data-end="694">O Brasil deu um passo histórico ao reconhecer oficialmente o <strong data-start="382" data-end="439">influenciador digital como uma categoria profissional</strong>. A medida consolida uma realidade que já existia na prática há mais de uma década: milhões de pessoas vivem hoje da produção de conteúdo digital, movimentando um mercado bilionário e influenciando diretamente o consumo, a cultura e a comunicação no <a href="https://pontosdecontato.com.br/marketing/wagner-moura-vence-o-globo-de-ouro-2026/">país.</a></p>
<p data-start="696" data-end="1102">Esse reconhecimento foi formalizado por meio da <strong data-start="744" data-end="766">Lei nº 15.325/2026</strong>, sancionada em <strong data-start="782" data-end="806">6 de janeiro de 2026</strong> pelo presidente da República, após aprovação no Congresso Nacional. A legislação enquadra os criadores de conteúdo dentro da categoria de <strong data-start="945" data-end="976">profissionais de multimídia</strong>, abrangendo influenciadores, youtubers, podcasters, streamers, blogueiros e produtores de conteúdo para plataformas digitais.</p>
<p data-start="1104" data-end="1216"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f449.png" alt="👉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Texto oficial da lei no Planalto:<br data-start="1140" data-end="1143" /><a class="decorated-link" href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2026/lei/l15325.htm" target="_new" rel="noopener" data-start="1143" data-end="1214">https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2026/lei/l15325.htm</a></p>
<h2 data-start="1218" data-end="1276">Como surgiu a ideia de regulamentar os influenciadores?</h2>
<p data-start="1278" data-end="1530">A discussão sobre a regulamentação dos influenciadores não é recente. Ela começou a ganhar força a partir de 2020, quando o mercado de <strong data-start="1413" data-end="1449">marketing de influência explodiu</strong> no Brasil, impulsionado pelo crescimento do Instagram, TikTok, YouTube e Twitch.</p>
<p data-start="1532" data-end="1887">Segundo dados do próprio setor, o Brasil está entre os <strong data-start="1587" data-end="1635">maiores mercados de influenciadores do mundo</strong>, tanto em número de criadores quanto em volume de investimentos das marcas. Apesar disso, a atividade ainda funcionava de forma altamente informal, sem regras claras sobre contratos, direitos trabalhistas, deveres legais ou enquadramento profissional.</p>
<p data-start="1889" data-end="2196">A base da nova lei surgiu a partir de projetos como o <strong data-start="1943" data-end="1960">PL 4.816/2023</strong>, apresentado na Câmara dos Deputados, que buscava criar um marco legal para os chamados <strong data-start="2049" data-end="2080">profissionais de multimídia</strong>. O objetivo era simples: <strong data-start="2106" data-end="2195">dar segurança jurídica a uma atividade que já existia, mas sem respaldo institucional</strong>.</p>
<p data-start="2198" data-end="2309">Ficha do projeto na Câmara:<br data-start="2225" data-end="2228" /><a class="decorated-link" href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2403127" target="_new" rel="noopener" data-start="2228" data-end="2307">https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2403127</a></p>
<p data-start="2311" data-end="2477">Após tramitação, ajustes técnicos e debates entre parlamentares, o texto foi aprovado nas duas casas do Congresso e seguiu para sanção presidencial no início de 2026.</p>
<h2 data-start="2479" data-end="2519">O que muda na prática com a nova lei?</h2>
<p data-start="2521" data-end="2673">A principal mudança é o <strong data-start="2545" data-end="2598">reconhecimento formal da atividade como profissão</strong>, o que traz uma série de impactos diretos para todo o ecossistema digital.</p>
<p data-start="2675" data-end="2708">Entre os principais pontos estão:</p>
<ul data-start="2710" data-end="3067">
<li data-start="2710" data-end="2793">
<p data-start="2712" data-end="2793"><strong data-start="2712" data-end="2749">Regras mais claras para contratos</strong> entre influenciadores, marcas e agências;</p>
</li>
<li data-start="2794" data-end="2865">
<p data-start="2796" data-end="2865">Definição de <strong data-start="2809" data-end="2835">responsabilidade civil</strong> sobre conteúdos publicados;</p>
</li>
<li data-start="2866" data-end="2929">
<p data-start="2868" data-end="2929">Possibilidade de <strong data-start="2885" data-end="2926">enquadramento previdenciário e fiscal</strong>;</p>
</li>
<li data-start="2930" data-end="2989">
<p data-start="2932" data-end="2989">Fortalecimento da <strong data-start="2950" data-end="2986">transparência em conteúdos pagos</strong>;</p>
</li>
<li data-start="2990" data-end="3067">
<p data-start="2992" data-end="3067">Base legal para proteção do consumidor e do público, especialmente menores.</p>
</li>
</ul>
<p data-start="3069" data-end="3312">Na prática, isso significa que o influenciador deixa de ser visto apenas como “criador informal” e passa a ser reconhecido como <strong data-start="3197" data-end="3234">prestador de serviço profissional</strong>, com deveres e direitos similares a outras atividades da área de comunicação.</p>
<h2 data-start="3314" data-end="3348">Impactos para marcas e agências</h2>
<p data-start="3350" data-end="3588">Para <strong data-start="3355" data-end="3365">marcas</strong>, a nova legislação reduz riscos jurídicos e reputacionais. Antes, muitas campanhas eram realizadas sem contratos robustos, sem definição clara de responsabilidades ou sem mecanismos legais de proteção em caso de problemas.</p>
<p data-start="3590" data-end="3746">Agora, as empresas passam a operar em um ambiente mais previsível, com <strong data-start="3661" data-end="3745">maior segurança para investir em influenciadores como canal estratégico de mídia</strong>.</p>
<p data-start="3748" data-end="3879">Para <strong data-start="3753" data-end="3792">agências de marketing e publicidade</strong>, a mudança também é extremamente positiva. A regulamentação permite estruturar melhor:</p>
<ul data-start="3881" data-end="4008">
<li data-start="3881" data-end="3904">
<p data-start="3883" data-end="3904">Modelos de contrato</p>
</li>
<li data-start="3905" data-end="3933">
<p data-start="3907" data-end="3933">Precificação de serviços</p>
</li>
<li data-start="3934" data-end="3972">
<p data-start="3936" data-end="3972">Cláusulas de entrega e performance</p>
</li>
<li data-start="3973" data-end="4008">
<p data-start="3975" data-end="4008">Obrigações legais de cada parte</p>
</li>
</ul>
<p data-start="4010" data-end="4148">Ou seja, o marketing de influência deixa de ser um território cinzento e passa a fazer parte oficialmente da <strong data-start="4119" data-end="4147">indústria da comunicação</strong>.</p>
<h2 data-start="4150" data-end="4194">O que muda para os criadores de conteúdo?</h2>
<p data-start="4196" data-end="4273">Para os criadores, o ganho é ainda maior. O reconhecimento profissional traz:</p>
<ul data-start="4275" data-end="4493">
<li data-start="4275" data-end="4307">
<p data-start="4277" data-end="4307">Mais legitimidade no mercado</p>
</li>
<li data-start="4308" data-end="4377">
<p data-start="4310" data-end="4377">Facilidade para formalização (MEI, empresa, prestação de serviço)</p>
</li>
<li data-start="4378" data-end="4409">
<p data-start="4380" data-end="4409">Base legal para negociações</p>
</li>
<li data-start="4410" data-end="4446">
<p data-start="4412" data-end="4446">Proteção em disputas contratuais</p>
</li>
<li data-start="4447" data-end="4493">
<p data-start="4449" data-end="4493">Possibilidade de contribuição previdenciária</p>
</li>
</ul>
<p data-start="4495" data-end="4711">Além disso, a profissão passa a existir também <strong data-start="4542" data-end="4554">no papel</strong>, o que impacta desde financiamentos até reconhecimento institucional, parcerias comerciais e até políticas públicas futuras voltadas para a creator economy.</p>
<h2 data-start="4713" data-end="4751">Não é censura, é profissionalização</h2>
<p data-start="4753" data-end="4963">Um ponto importante é que a lei <strong data-start="4785" data-end="4843">não busca censurar conteúdo nem limitar a criatividade</strong>. O foco é organizar relações comerciais, proteger o consumidor e criar um ambiente mais justo para todos os envolvidos.</p>
<p data-start="4965" data-end="5164">A regulamentação surge como resposta natural ao amadurecimento do mercado. Hoje, influenciadores são veículos de mídia, marcas pessoais, empresas e canais de venda — e precisam ser tratados como tal.</p>
<h2 data-start="5166" data-end="5214">Um novo capítulo para a comunicação no Brasil</h2>
<p data-start="5216" data-end="5519">O reconhecimento do influenciador digital como profissão marca um <strong data-start="5282" data-end="5340">divisor de águas na história da comunicação brasileira</strong>. A creator economy deixa de ser vista como “moda” ou “tendência” e passa a ser reconhecida como <strong data-start="5437" data-end="5468">setor econômico estruturado</strong>, com impacto real no PIB, no consumo e na cultura.</p>
<p data-start="5521" data-end="5667">Mais do que uma simples lei, trata-se de um <strong data-start="5565" data-end="5643">sinal claro de que o digital deixou de ser alternativo e se tornou central</strong> na economia da atenção.</p>
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		<item>
		<title>Wagner Moura vence o Globo de Ouro 2026 e Brasil entra no centro da conversa global sobre cinema</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cinthya Pires]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Jan 2026 17:24:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CINEMA]]></category>
		<category><![CDATA[MARKETING]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Wagner Moura vence o Globo de Ouro 2026 e Brasil entra no centro da conversa global sobre cinema A vitória de Wagner Moura no Globo de Ouro 2026 e o prêmio de O Agente Secreto como Melhor Filme de Língua Não Inglesa colocam o Brasil no centro de uma conversa rara: não apenas “um brasileiro &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1>Wagner Moura vence o Globo de Ouro 2026 e Brasil entra no centro da conversa global sobre cinema</h1>
<p>A vitória de Wagner Moura no Globo de Ouro 2026 e o prêmio de O Agente Secreto como Melhor Filme de Língua Não Inglesa colocam o Brasil no centro de uma conversa rara: não apenas “um brasileiro indicado”, mas um brasileiro vencendo, com um filme brasileiro vencendo junto.</p>
<p>O marco é objetivo: a imprensa internacional registrou Moura como o primeiro brasileiro a ganhar Melhor Ator em Filme de Drama na história da premiação. No mesmo movimento, o longa de Kleber Mendonça Filho converteu prestígio artístico em narrativa global.</p>
<p>Em um cenário historicamente dominado por produções norte-americanas e europeias, o reconhecimento funciona como ruptura simbólica: o Brasil deixa de ser apenas fonte exótica de histórias e passa a ser percebido como agente ativo na construção do imaginário audiovisual contemporâneo.</p>
<h2>O Globo de Ouro como vitrine de soft power cultural</h2>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-14736" src="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2026/01/ChatGPT-Image-22_01_2026-14_17_38.png" alt="Wagner Moura vence o Globo de Ouro 2026 e Brasil entra no centro da conversa global sobre cinema" width="1536" height="1024" title="Wagner Moura vence o Globo de Ouro 2026 e Brasil entra no centro da conversa global sobre cinema 2" srcset="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2026/01/ChatGPT-Image-22_01_2026-14_17_38.png 1536w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2026/01/ChatGPT-Image-22_01_2026-14_17_38-300x200.png 300w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2026/01/ChatGPT-Image-22_01_2026-14_17_38-1024x683.png 1024w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2026/01/ChatGPT-Image-22_01_2026-14_17_38-768x512.png 768w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2026/01/ChatGPT-Image-22_01_2026-14_17_38-150x100.png 150w" sizes="(max-width: 1536px) 100vw, 1536px" /></p>
<p>Se isso importa “para além do cinema”, é porque premiações desse porte funcionam como vitrine de soft power: exportam repertório cultural, ampliam interesse por obras nacionais e reposicionam a percepção de um país no imaginário midiático. O Ministério da Cultura, inclusive, tratou a conquista nessa chave de projeção cultural.</p>
<p>Na prática, isso se traduz em mais do que prestígio: aumenta a chance de coproduções internacionais, fortalece negociações com distribuidores globais e amplia o espaço para talentos brasileiros em circuitos antes restritos.</p>
<h2>Da notícia ao ecossistema de atenção</h2>
<p>Também é um caso exemplar de como a atenção opera em ondas. A notícia nasce no entretenimento, mas rapidamente atravessa política cultural, imprensa, redes sociais e marketing — e, quando o assunto alcança o “grande público”, vira oportunidade de marca, de experiência e de conversa cotidiana.</p>
<p>É o que teóricos da comunicação chamam de “transbordamento de pauta”: um evento específico passa a gerar múltiplas narrativas paralelas, todas orbitando o mesmo núcleo simbólico.</p>
<h2>A campanha da Elo e o marketing de contexto</h2>
<p>Nesse sentido, a campanha da Elo com Wagner Moura é um recorte didático: a marca entrou na pauta no timing exato e surfou o pico de visibilidade do domingo, conectando a vitória à presença de uma empresa brasileira no mesmo palco simbólico. É marketing de contexto, com leitura de agenda e velocidade de execução.</p>
<p>Mais do que aproveitar o buzz, a marca conseguiu se posicionar como parte legítima da história, evitando a armadilha comum de parecer oportunista ou artificial.</p>
<h2>Quando a repercussão vira experiência: o case da Cinesystem</h2>
<p>A dinâmica fica ainda mais interessante quando a repercussão deixa de ser só “notícia” e vira ação no mundo físico. A Cinesystem transformou a vitória em experiência, com ingressos gratuitos para “Wagners” e “Klebers” por um período limitado — um gesto simples, altamente compartilhável e com cara de celebração nacional.</p>
<p>Esse tipo de ativação funciona porque traduz um acontecimento abstrato em gesto concreto, algo que pode ser vivido, fotografado, postado e comentado.</p>
<h2>A lógica do gancho social</h2>
<p>Há, aqui, uma aula de comunicação: quando a marca cria um mecanismo fácil de entender (nome + documento + bilheteria), ela produz um “gancho social” que se espalha organicamente. O público vira mídia, a mídia vira conversa, e a conversa vira tráfego e lembrança de marca.</p>
<p>É o mesmo princípio que sustenta campanhas virais: baixo esforço de <a href="https://pontosdecontato.com.br/marketing/ray-ban-meta-ja-chegou-brasil/">participação,</a> alta recompensa simbólica e forte senso de pertencimento coletivo.</p>
<h2>O impacto para o audiovisual brasileiro</h2>
<p>Para o audiovisual, o efeito é duplo. De um lado, abre portas para circulação internacional do filme e da carreira; de outro, fortalece a percepção de que o Brasil pode competir em categorias “principais”, sem ficar restrito à etiqueta de “cinema estrangeiro” como nicho.</p>
<p>Esse deslocamento simbólico é fundamental para a indústria, porque altera expectativas de investidores, distribuidores e plataformas de streaming em relação ao potencial comercial do cinema nacional.</p>
<h2>A lição para quem trabalha com mídia e estratégia</h2>
<p>E para quem trabalha com mídia e estratégia, fica a lição prática: prêmios são picos de atenção previsíveis. Eles permitem planejamento de presença, criação de conteúdo, ativações e parcerias — desde que a marca respeite o fato cultural e não tente sequestrá-lo. Quando há coerência, a associação é virtuosa.</p>
<p>Mais do que reagir, marcas maduras monitoram esse tipo de evento como parte do seu calendário estratégico de comunicação.</p>
<h2>Cultura, mercado e plataformas em tempo real</h2>
<p>O que a noite do Globo de Ouro revela, no fim, é que cultura, mercado e plataformas não são mundos separados. Eles se atravessam em tempo real. E quando um país ganha, o ecossistema inteiro ganha junto — do prestígio simbólico à economia da atenção.</p>
<p>No limite, o episódio mostra que disputar narrativas globais não é apenas uma questão estética, mas também econômica, política e estratégica.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Mercado da Atenção e Arena Midiática: Conteúdo, Participação e Audiência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Moisés Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Oct 2025 16:44:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MARKETING]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mercado da Atenção e Arena Midiática: Conteúdo, Participação e Audiência Mercado da Atenção e Arena Midiática: Conteúdo, Participação e Audiência, da Autora: Cinthya Pires Doutora em mídia pela Universidade Federal Fluminense (UFF) e especialista em Marketing pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), atua há 20 anos no mercado publicitário em corporações nacionais e internacionais. Por meio &#8230;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://pontosdecontato.com.br/marketing/mercado-da-atencao-e-arena/">Mercado da Atenção e Arena Midiática: Conteúdo, Participação e Audiência</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://pontosdecontato.com.br">Pontos de Contato - Revista sobre Publicidade, Propaganda e Marketing</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h1 style="text-align: center;"><b>Mercado da Atenção e Arena Midiática: Conteúdo, Participação e Audiência</b></h1>
<p>Mercado da Atenção e Arena Midiática: Conteúdo, Participação e Audiência, da <span style="font-weight: 400;">Autora: Cinthya Pires</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Doutora em mídia pela Universidade Federal Fluminense (UFF) e especialista em Marketing pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), atua há 20 anos no mercado publicitário em corporações nacionais e internacionais. Por meio de seus estudos sobre Economia da Atenção, audiência, hábitos de consumo e processos de produção de conteúdo conquistou prêmios do Grupo de Mídia, Mídia Estadão,  dentre outros.</span></p>
<p><b>Sobre o tema Economia da Atenção</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O negócio da atenção é um caminho sem volta que faz parte do processo sócio-histórico de constituição da indústria midiática e da arena na qual estão inseridos veículos, plataformas de conteúdo e todas as empresas atuantes no campo da comunicação. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No século XXI é ainda mais latente a disputa pela atenção humana com a multiplicação de tecnologias digitais, já que, para participar, debater e tomar atitudes, as pessoas precisam antecipadamente desenvolver fagulhas de interesse em prol de determinado tema/pessoa/produto/serviço. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O mercado da atenção não é sútil: dificilmente pede licença e faz convites na arena midiática. Pela captura da atenção, busca-se gerar rupturas nos mecanismos protetivos do direcionamento de interesse do ser humano por meio de processos estruturantes antes mesmo de lançar suas iscas estratégicas para manobrar o campo da percepção. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Diante desse movimento de coesão das atenções coletivas e do campo de disputas de interesses, e com base nos Estudos Culturais de Mídia e da Economia Política da Comunicação, o livro traça rota alternativa em que o poder dessa disputa seja conscientemente conduzido para cada pessoa e que, coletivamente, outras perspectivas possam ser desenvolvidas para mecanismos de comunicação que gerem impacto social e proporcionem mudanças efetivas no local. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Leitura obrigatória para aqueles que, por meio de visão crítica, buscam compreender o atual contexto midiático e os fatores basilares para as disputas pelos fluxos de atenção a partir de processos sócio-históricos, culturais, políticos e econômicos.</span></p>
<h2><b>Disponível nas principais livrarias.</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Adquira o e-book: Google Play | </span><span style="color: #000000;"><strong><a style="color: #000000;" href="https://www.kobo.com/br/pt/ebook/mercado-da-atencao-e-arena-midiatica-conteudo-participacao-e-audiencia-perspectivas-processos-sociais-e-disputas-na-comunicacao?sId=e1f6ecd3-6343-4702-b7ab-56e7e101e308&amp;ssId=sXRPeq_Hx9iXPv4Bz_lPs&amp;cPos=1" rel="noopener">Kobo</a> | <a style="color: #000000;" href="https://www.amazon.com.br/Mercado-Aten%C3%A7%C3%A3o-Arena-Midi%C3%A1tica-Participa%C3%A7%C3%A3o/dp/6525076420/ref=sr_1_1?__mk_pt_BR=%C3%85M%C3%85%C5%BD%C3%95%C3%91&amp;crid=1FY409LUXA9EK&amp;dib=eyJ2IjoiMSJ9.X7BGYEEM7Og7BK6Ke4b-fXcmOfHy5XrBthjanLJcaeI7g8MwSM-4cIDrnz2fQwvlMyCx9Oynzgjk0i5Yf6lnNn-XKlHqfVx0r-GT_A-VeUjtsAdcMQUcRQJbNKSjmBk-6BwjQQwHNm3bgajdGtSsBLaeKbYchCfgwN9NR6Pe1yhRwTs8vc7kSw1VnyfHTcAH69GHlCft1_3FvL4zff12Gz25BSAct-busX7EFsSfeIgAJQkEir3W1bFBTtszR8iYgjlUoxnNXIoyEL-wQB9lkeg4x1_GqAkENoRddbZ5WBY.vEmt6chJPK0JIhhyKvrWuiqb7_cmhZeDXqQM7rH8-68&amp;dib_tag=se&amp;keywords=mercado+da+aten%C3%A7%C3%A3o&amp;qid=1760730425&amp;sprefix=mercado+da+aten%C3%A7%2Caps%2C531&amp;sr=8-1" rel="noopener">Amazon</a></strong></span><span style="font-weight: 400;"><span style="color: #000000;"><strong> |</strong></span> Apple Books</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Detalhes do produto</span></h2>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Editora: ‎ Appris Editora</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Ano da publicação ‏ : ‎2025</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Edição: ‎ 1ª</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Idioma : ‎ Português</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Número de páginas: ‎ 191 <a href="https://pontosdecontato.com.br/marketing/economia-da-atencao-jornalism/">páginas</a></span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">ISBN-10: ‎ 6525076420</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">ISBN-13 : ‎ 978-6525076423</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Dimensões: ‎ 14.8 x 2 x <a href="https://alcateiamedia.com.br/" rel="noopener">21 cm</a></span></li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Ray-Ban Meta já chegou ao Brasil: preço, recursos e onde comprar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Moisés Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Oct 2025 12:17:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MARKETING]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ray-Ban Meta já chegou ao Brasil: preço, recursos e onde comprar A Meta, em parceria com a EssilorLuxottica, anunciou oficialmente a chegada da segunda geração dos óculos inteligentes Ray-Ban Meta ao Brasil. Depois de muita expectativa, os smart glasses que unem design icônico da Ray-Ban com tecnologia de inteligência artificial já podem ser encontrados em &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<article>
<h1>Ray-Ban Meta já chegou ao Brasil: preço, recursos e onde comprar</h1>
<p>A Meta, em parceria com a EssilorLuxottica, anunciou oficialmente a chegada da segunda geração dos óculos inteligentes <strong>Ray-Ban Meta</strong> ao Brasil. Depois de muita expectativa, os smart glasses que unem design icônico da Ray-Ban com tecnologia de inteligência artificial já podem ser encontrados em lojas físicas selecionadas e, em breve, em revendas autorizadas online.</p>
<p>O lançamento marca a entrada de um dos wearables mais aguardados no mercado brasileiro, prometendo transformar a forma como interagimos com redes sociais, comunicação e realidade aumentada no dia a dia.</p>
<h2>O que é o Ray-Ban Meta e quais as novidades da segunda geração</h2>
<p>Os <strong>Ray-Ban Meta Gen 2</strong> chegam com uma série de melhorias em relação à primeira versão. A autonomia de bateria foi ampliada — garantindo até <strong>8 horas de uso contínuo</strong> — e a captura de vídeo ganhou qualidade superior, agora em <strong>3K Ultra HD</strong>. O estojo de recarga também evoluiu e oferece até <strong>48 horas extras de carga</strong>, além de permitir carregamento rápido de 50% em apenas 20 minutos.</p>
<p>Outro diferencial é a integração com o <strong>Meta AI</strong>, assistente de inteligência artificial que responde a comandos de voz, realiza pesquisas e ajuda na tradução em tempo real, incluindo suporte para o <strong>português do Brasil</strong>. Além disso, atualizações futuras devem liberar novos modos de gravação, como câmera lenta e hyperlapse.</p>
<p>Os modelos disponíveis seguem os clássicos da Ray-Ban, como <strong>Wayfarer</strong>, <strong>Skyler</strong> e <strong>Headliner</strong>, em opções de lentes solares, polarizadas, transparentes e até compatíveis com grau.</p>
<h2>Preço do Ray-Ban Meta no Brasil</h2>
<p>O preço oficial anunciado pela Meta e pela Ray-Ban no Brasil é de <strong>R$ 3.299</strong>. Esse valor se aplica aos modelos vendidos por canais autorizados, garantindo garantia oficial e suporte técnico no país.</p>
<p>No entanto, já é possível encontrar variações de preços em diferentes lojas e marketplaces. Alguns exemplos:</p>
<ul>
<li><strong>R$ 2.989</strong> em sites de e-commerce com importação direta.</li>
<li><strong>R$ 4.147 a R$ 4.990</strong> em revendedores que trazem versões específicas ou com lentes personalizadas.</li>
</ul>
<p>Vale lembrar que nos Estados Unidos o preço base é de <strong>US$ 379</strong>, mas, ao considerar impostos de importação, taxas e frete, a diferença final para o consumidor brasileiro se torna inevitável.</p>
<h2>Onde já é possível comprar no Brasil</h2>
<p>Os <strong>óculos Ray-Ban Meta já estão disponíveis em algumas lojas físicas Ray-Ban no Brasil</strong>. A previsão é que, nas próximas semanas, eles também sejam liberados para compra online no site oficial da marca e em revendedores autorizados, como Sunglass Hut e Solaris.</p>
<p>Inicialmente, a disponibilidade deve ser limitada a grandes centros, como <strong>São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília</strong>, expandindo aos poucos para outras cidades. Portanto, os primeiros lotes devem ser disputados, especialmente por entusiastas de tecnologia e moda.</p>
<h2>Vantagens do Ray-Ban Meta</h2>
<ul>
<li><strong>Integração com redes sociais</strong>: gravação hands-free e publicação rápida em Instagram, WhatsApp e Facebook.</li>
<li><strong>Tradução simultânea em português</strong>: ideal para viagens e interações multilíngues.</li>
<li><strong>Design clássico Ray-Ban</strong>: mantém a estética tradicional dos óculos de sol mais famosos do mundo.</li>
<li><strong>Atualizações constantes</strong>: novos recursos de captura de vídeo e melhorias via software já foram anunciados.</li>
</ul>
<h2>Desafios e pontos de atenção</h2>
<p>Apesar do apelo tecnológico, o produto chega ao Brasil com alguns desafios:</p>
<ul>
<li><strong>Preço elevado</strong> em relação à renda média do consumidor.</li>
<li><strong>Disponibilidade restrita</strong> no lançamento, com poucas unidades iniciais.</li>
<li><strong>Concorrência com importações paralelas</strong>, que podem confundir o consumidor.</li>
<li><strong>Questões de privacidade</strong>, já que o dispositivo permite gravar áudio e vídeo de forma discreta.</li>
</ul>
<h2>O que esperar para os próximos meses</h2>
<p>A chegada do <strong>Ray-Ban Meta ao Brasil</strong> representa um marco para o mercado de wearables no país. Ainda que restrito a um público premium em seu lançamento, o produto deve servir como porta de entrada para um novo tipo de interação digital — mais natural, multimídia e integrada ao cotidiano.</p>
<p>Se a estratégia da Meta seguir o ritmo dos lançamentos globais, podemos esperar uma expansão de pontos de venda, mais variedade de modelos e, futuramente, preços mais competitivos. Até lá, os Ray-Ban Meta devem permanecer como objeto de desejo para consumidores conectados e fãs de inovação.</p>
<h2>Resumo</h2>
<p>O Ray-Ban Meta <strong>já chegou <a href="https://pontosdecontato.com.br/marketing/economia-da-atencao-jornalism/">ao Brasil</a></strong><a href="https://pontosdecontato.com.br/marketing/economia-da-atencao-jornalism/">,</a> com preço oficial de <strong>R$ 3.299</strong>, e pode ser encontrado em lojas físicas Ray-Ban. A disponibilidade online será ampliada em breve, mas, por enquanto, os estoques são <a href="https://alcateiamedia.com.br/" rel="noopener">limitados.</a></p>
</article>
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		<title>A Economia da Atenção no jornalismo e nas redes sociais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cinthya Pires]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Sep 2025 12:46:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MARKETING]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Economia da Atenção no jornalismo e nas redes sociais O fenômeno da Economia da Atenção se consolidou como a chave para a compreensão do funcionamento do ecossistema midiático contemporâneo. Em um cenário de excesso informacional, veículos de comunicação e plataformas digitais buscam melhor se posicionar no ranking da atenção. Enquanto estratégia competitiva que possui &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h1>A Economia da Atenção no jornalismo e nas redes sociais</h1>
<article>O fenômeno da Economia da Atenção se consolidou como a chave para a compreensão do funcionamento do ecossistema midiático contemporâneo. Em um cenário de excesso informacional, veículos de comunicação e plataformas digitais buscam melhor se posicionar no ranking da atenção.</p>
<p>Enquanto estratégia competitiva que possui implicações mercadológicas subentendidas, no final das contas, a competição é pelo tempo das pessoas. Por isso, programações lineares de veículos tradicionais, programações não lineares de streaming e ambientes digitais projetam mecanismos de uso de conteúdo e tecnologias para maximizar a atenção retida e o engajamento.</p>
<p>O objetivo? Otimizar o valor da atenção para alcance de valores econômicos.</p>
<h2>Estratégias no jornalismo para capturar atenção</h2>
<p>Nos conteúdos jornalísticos, essa lógica pode ser observada, por exemplo, pelas manchetes chamativas (muitas vezes até sensacionalistas), narrativas em tempo real com convite para que o espectador envie mensagens ou comente e até mesmo na carga cômica ou excessivamente emotiva das matérias. O quebra-cabeça da montanha-russa de conteúdos jornalísticos que fazem o espectador ficar em alerta com a escalada, ficar emocionado, rir ou até mesmo ficar indignado, com raiva. Nada por acaso.</p>
<p>A construção dos blocos de conteúdos jornalísticos segue uma lógica. Conexão entre tempo do espectador e atenção.</p>
<h2>A lógica da escalada: TV e digital</h2>
<p>Seja na escalada da TV, aquele momento no início do telejornal em que os âncoras falam rapidamente quais serão as principais notícias, ou na “escalada” digital com uso de publicidade programática para divulgar produtos, serviços ou marcas.</p>
<p>Quanto mais atrativo for o conteúdo, maior a probabilidade de manter a pessoa conectada, conversando sobre o que assistiu na TV, fazendo um comentário nas redes sociais ou clicando em vídeos/textos sugeridos.</p>
<h2>Redes sociais e a maximização da atenção</h2>
<p>As redes sociais tendem a amplificar o processo à medida que empregam algoritmos programados para identificar preferências, capturar interesses e monitorar padrões de consumo.</p>
<p>Recursos como notificações, autoplay de vídeos e recomendações infinitas são desenvolvidos para gerar gancho &#8211; ou seja, para capturar a atenção continuamente, de modo a induzir à criação de hábitos automatizados. Nesse percurso, a atenção das pessoas não é apenas disputada, mas também modelada.</p>
<p>Esse contexto revela que tanto veículos tradicionais quanto plataformas digitais desenvolvem modelo de negócios voltado para converter a atenção em ativo econômico mensurável.</p>
<h1>Economia da Atenção e Pontos de Contato nas estratégias de Marketing</h1>
<p>A conexão entre a Economia da Atenção e o termo Pontos de Contato vem da compreensão de que cada interação entre público e mídia é uma oportunidade de engajamento.</p>
<p>Pontos de contato são instâncias de encontro entre marcas, veículos e pessoas, em que a atenção se materializa em uma experiência comunicativa específica.</p>
<h2>Pontos de contato no ambiente digital</h2>
<p>No ambiente digital, esses pontos são múltiplos: a leitura de uma reportagem, o clique em um link patrocinado, a interação em uma live ou o simples scroll em um feed. Cada ação se converte em dados, em padrão de comportamento e em possibilidade de monetização.</p>
<p>Assim, a atenção se distribui de forma fragmentada, mas valiosa em diferentes canais.</p>
<h2>Para além do mercado: a experiência das pessoas</h2>
<p>Para além da dimensão mercadológica, os pontos de contato também evidenciam a centralidade da experiência das pessoas. A disputa pela atenção não se resume somente à captura imediata, mas à criação de vínculos que possam se prolongar e se transformar em <a href="https://pontosdecontato.com.br/marketing/meta-relanca-recurso-de-traducao-simultanea-no-whatsapp/">sentimentos</a> como lealdade, confiança e admiração.</p>
<p>A atenção, nesse sentido, é tanto um recurso escasso quanto um elo <a href="https://alcateiamedia.com.br/" rel="noopener">relacional.</a></p>
<h1>Conclusão: atenção como valor social, cultural e econômico</h1>
<p>Portanto, a articulação entre Economia da Atenção e Pontos de Contato ilumina a lógica comunicacional da atualidade. Mais do que disputar segundos do olhar, trata-se de desenhar ecossistemas de interação capazes de traduzir a atenção em valor social, cultural e econômico, reforçando a importância de compreendermos criticamente como nossos hábitos de consumo midiático podem ser moldados.</p>
</article>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Meta relança recurso de tradução simultânea no WhatsApp</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Moisés Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Sep 2025 12:16:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MARKETING]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Meta relança recurso de tradução simultânea no WhatsApp Meta relança recurso de tradução simultânea no WhatsApp, A Meta, empresa responsável pelo WhatsApp, anunciou o relançamento de um dos recursos mais aguardados pelos usuários: a tradução simultânea de mensagens no WhatsApp. A novidade promete quebrar barreiras linguísticas e facilitar a comunicação em tempo real entre pessoas &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1>Meta relança recurso de tradução simultânea no WhatsApp</h1>
<p>Meta relança recurso de tradução simultânea no WhatsApp, A Meta, empresa responsável pelo WhatsApp, anunciou o relançamento de um dos recursos mais aguardados pelos usuários: a <strong>tradução simultânea de mensagens no WhatsApp</strong>. A novidade promete quebrar barreiras linguísticas e facilitar a comunicação em tempo real entre pessoas que falam diferentes idiomas.</p>
<p>Esse movimento da Meta reforça a estratégia de tornar o WhatsApp mais do que um simples aplicativo de mensagens, mas uma plataforma completa de comunicação global. Com a atualização, a empresa pretende aumentar ainda mais o engajamento dentro do aplicativo e oferecer mais valor para usuários e empresas.</p>
<h2>Como funciona a tradução simultânea no WhatsApp</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter  wp-image-14676" src="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2025/09/48c1dcf9-3f6c-47ba-b0a3-f8d37371b214-1.png" alt="Meta relança recurso de tradução simultânea no WhatsApp" width="702" height="468" title="Meta relança recurso de tradução simultânea no WhatsApp 4" srcset="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2025/09/48c1dcf9-3f6c-47ba-b0a3-f8d37371b214-1.png 1536w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2025/09/48c1dcf9-3f6c-47ba-b0a3-f8d37371b214-1-300x200.png 300w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2025/09/48c1dcf9-3f6c-47ba-b0a3-f8d37371b214-1-1024x683.png 1024w" sizes="auto, (max-width: 702px) 100vw, 702px" /></p>
<p>O recurso de <strong>tradução automática no WhatsApp</strong> permite que mensagens recebidas ou enviadas sejam traduzidas em tempo real, sem a necessidade de copiar e colar o texto em aplicativos externos como o Google Tradutor.</p>
<ul>
<li>Ativar a tradução diretamente no chat;</li>
<li>Escolher o idioma de origem e o idioma de destino;</li>
<li>Receber as mensagens já traduzidas instantaneamente;</li>
<li>Responder em seu próprio idioma, com tradução automática para o idioma do destinatário.</li>
</ul>
<p>Esse recurso traz uma experiência muito mais fluida, principalmente para quem conversa frequentemente com pessoas de outros países ou trabalha em contextos internacionais.</p>
<h2>Principais vantagens do recurso</h2>
<h3>1. Comunicação sem barreiras</h3>
<p>A grande promessa é facilitar o contato entre usuários que não compartilham o mesmo idioma. Isso abre portas para relações pessoais e profissionais em escala global.</p>
<h3>2. Apoio a empresas e atendimento ao cliente</h3>
<p>Empresas que utilizam o <strong>WhatsApp Business</strong> poderão atender clientes estrangeiros sem a necessidade de tradutores externos, tornando o processo mais rápido e acessível.</p>
<h3>3. Experiência do usuário mais completa</h3>
<p>Ao integrar a tradução diretamente no aplicativo, o WhatsApp elimina a necessidade de aplicativos complementares, o que torna a experiência mais simples e conveniente.</p>
<h3>4. Privacidade garantida</h3>
<p>A Meta destacou que o recurso respeitará a <strong>criptografia de ponta a ponta</strong>, preservando a confidencialidade das mensagens mesmo após a tradução.</p>
<h2>Diferença em relação a concorrentes</h2>
<p>Embora o Google e a Microsoft já ofereçam soluções avançadas de tradução em tempo real, a grande diferença do WhatsApp é a integração direta dentro do aplicativo de mensagens mais usado no mundo.</p>
<p>O WhatsApp conta hoje com mais de <strong>2 bilhões de usuários ativos</strong>. Isso significa que, ao relançar essa ferramenta, a Meta não apenas acompanha concorrentes, mas cria um diferencial ao disponibilizar a tradução automática em um espaço já consolidado no dia a dia <a href="https://pontosdecontato.com.br/marketing/o-que-e-economia-da-atencao/">das</a> pessoas.</p>
<h2>Quando estará disponível?</h2>
<p>O recurso de tradução simultânea no WhatsApp será liberado gradualmente nas próximas semanas. Usuários de Android e iOS receberão a atualização em diferentes etapas, seguindo o padrão da Meta de testar funcionalidades em mercados selecionados antes do lançamento global.</p>
<h2>Impacto para o futuro do WhatsApp</h2>
<p>A decisão da Meta de <strong>relançar a tradução automática no WhatsApp</strong> não é apenas um detalhe técnico: ela representa um passo importante para transformar o aplicativo em uma ferramenta ainda mais central na comunicação global.</p>
<p>Com essa inovação, o WhatsApp passa a ser um aliado não apenas em conversas cotidianas, mas também em negociações internacionais, ensino de idiomas, turismo e até em situações de emergência.</p>
<p>Além disso, o recurso reforça a tendência de integrar <strong>inteligência artificial e tradução automática</strong> em aplicativos populares, democratizando o acesso à comunicação em múltiplos <a href="https://alcateiamedia.com.br/" rel="noopener">idiomas.</a></p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>O <strong>relançamento da tradução simultânea no WhatsApp</strong> é mais do que uma atualização: é um marco na forma como nos comunicamos globalmente. A funcionalidade traz praticidade, reduz barreiras linguísticas e cria novas oportunidades tanto para usuários comuns quanto para empresas que utilizam o aplicativo como canal estratégico.</p>
<p>À medida que o WhatsApp incorpora mais recursos inteligentes, ele se consolida como a principal plataforma de comunicação do mundo, pronta para atender um público cada vez mais diverso e conectado.</p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>O que é Economia da Atenção?</title>
		<link>https://pontosdecontato.com.br/marketing/o-que-e-economia-da-atencao/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=o-que-e-economia-da-atencao</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cinthya Pires]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Sep 2025 08:45:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MARKETING]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que é Economia da Atenção? O que é Economia da Atenção? O conceito Economia da Atenção surgiu em 1969 e, em linhas gerais,  significa a busca e disputa pela atenção das pessoas em ambientes com alto volume de informações. Mas o significado da expressão carrega múltiplas nuances que precisam ser conhecidas e discutidas na &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h1>O que é Economia da Atenção?</h1>
<p><strong>O que é Economia da Atenção? </strong>O conceito Economia da Atenção surgiu em 1969 e, em linhas gerais,  significa a busca e disputa pela atenção das pessoas em ambientes com alto volume de informações.</p>
<p>Mas o significado da expressão carrega múltiplas nuances que precisam ser conhecidas e discutidas na Comunicação e no Marketing.</p>
<p>A percepção da atenção enquanto ativo valioso não nasceu com as redes sociais.</p>
<p>O conceito de Economia da Atenção surgiu da observação do economista e cientista social Herbert A. Simon sobre a transformação do mundo moderno em um ambiente rico em informação.</p>
<p>Durante uma conferência realizada em 1969, Simon destacou que a abundância informacional não é, em si, um recurso ilimitado e positivo. Pelo contrário, ela gera um impacto social e biológico: a escassez da atenção humana com múltiplos desdobramentos nos processos sociais.</p>
<p>Complexidades que permeiam os estudos de consumo e o share of mind, mas não se encerra <a href="https://alcateiamedia.com.br/" rel="noopener">aí.</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Atenção e consumo: complexidades </strong></h2>
<p>Disputar pela atenção das pessoas vai muito além da busca por performance de lembrança de marcas em ações de comunicação e marketing. Estamos diante de uma nova fase, ainda que sob os mesmos fundamentos.</p>
<p>Essa abordagem deve ser explicada para a sociedade e profissionais da área de comunicação e marketing. Economia da Atenção envolve diversos outros fatores que não somente hábitos de consumo.</p>
<p>Para compreender o cenário em perspectivas macro e micro, o assunto exige estudos aprofundados e interdisciplinaridade. Portanto, fórmulas  repetidas tendem a simplificar o conceito e gerar compreensão<a href="https://pontosdecontato.com.br/marketing/revolucao-da-busca-por-voz-e-o-marketing-conversacional/"> superficial.</a></p>
<p>Com esse entendimento, a doutora em mídia pela UFF e profissional de Comunicação e Marketing Cinthya Pires desenvolve pesquisas há mais de 10 anos. Nessa época, a expressão não estava na moda, mas seu olhar já estava atento às tendências dos meios e aos movimentos das  audiências.</p>
<p>“Na atualidade, em virtude dos mecanismos utilizados pelas redes sociais, há muitos discursos vinculando a temática da atenção com o consumo e a lembrança de marcas. Com intuito de se apropriar do discurso comercial e de persuasão, essa abordagem segue a onda dos sites de redes sociais e da intensa conectividade. Porém, esse assunto é mais complexo do que parece e afeta todos nós de modo individual e coletivo”, declara Cinthya Pires autora do livro Mercado da Atenção e Arena Midiática.</p>
<p>A pesquisadora ainda destaca que a compreensão do conceito deve ser amparada considerando aspectos sociohistóricos, políticos, econômicos e tecnológicos. Portanto, o discurso que enfatiza o ambiente proporcionado pelas tecnologias digitais traz uma falsa percepção de que é algo novo, pró</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Atenção e consumo: complexidades do passado intensificadas no século XXI.</strong></h2>
<p>A Economia da atenção não é um conceito novo.</p>
<p>Há mais de 50 anos,  Simon, já sinalizava em seu discurso um dos tópicos da questão: a lógica econômica. Assim como em ecossistemas a superabundância de um recurso gera escassez de outro, a riqueza de informação cria pobreza de atenção.</p>
<p>Essa formulação agrega olhar para a capacidade limitada de recepção e processamento de informações, deslocando o foco da produção e da transmissão de dados.</p>
<p>Vale mencionar que Simon estava mais voltado para esses fluxos em ambiente organizacionais.</p>
<p>Nesse raciocínio, a atenção é concebida como um recurso escasso, não expansível à vontade, que precisa ser alocado de modo eficiente.</p>
<p>A analogia com sistemas computacionais da época reforça a ideia: tanto pessoas quanto máquinas só poderiam realizar uma tarefa por vez.</p>
<p>Logo, quanto mais informações circulam, mais seletivo deve ser o uso da atenção disponível.</p>
<p>Esse ponto de vista antecipou desafios que hoje são centrais no campo da comunicação e do marketing. Para Simon, o custo real da informação não está apenas na sua produção, mas principalmente no tempo dedicado por quem consome conteúdos e informações.</p>
<p><strong>Palavras-chave: </strong>economia da atenção, cinthya pires, livro mercado da atenção, arena midiática, comunicação, marketing</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://pontosdecontato.com.br/marketing/o-que-e-economia-da-atencao/">O que é Economia da Atenção?</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://pontosdecontato.com.br">Pontos de Contato - Revista sobre Publicidade, Propaganda e Marketing</a>.</p>
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