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Mobilidade e Multitarefa, junto e misturado – aponta Ericsson

Mobilidade e Multitarefa, junto e misturado – aponta Ericsson

Ericsson constata o crescimento do hábito “multitarefa” no consumo de vídeos. O estudo recém divulgado demonstra a influência do aumento de uso de dispositivos móveis e a pulverização no acesso à internet.

A pesquisa sinaliza que desde 2012 o consumidor médio global tem aumentado a sua visualização de conteúdos através de dispositivos móveis. Enquanto o tempo gasto sobe para 4 horas por semana, o tempo dedicado às telas fixas diminuiu em 2,5 horas por semana. Isso indica que o consumidor conectado gasta mais 1,5 horas assistindo TV e vídeo do que fizeram há 4 anos

Em 2016, cerca de um terço dos entrevistados declararam navegar na Internet à procura de algo relacionado com o conteúdo que estavam assistindo, sendo que 20% indicaram ter visto dois ou mais programas ao mesmo tempo.
Nesse caso, embora a majestade da TV não seja retirada, a exibição linear com agendamentos dos programas de TV recebe impacto quando os millennials  se identificam com o conteúdo em fluxo contínuo gerado por usuários (UGC).

Embora o filtro da pesquisa considere apenas os entrevistados, que possuem acesso à internet em alta velocidade de transmissão de dados, os índices apontam a influência de outras telas na atividade multitarefa e no consumo de conteúdo. A pesquisa reporta o crescimento de atividades digitais através de smartphones ou tablets, simultaneamente ao hábito de assistir televisão. O gráfico a seguir demonstra a   comparação com os dados de 2014.

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Mobilidade com streaming de vídeo é essencial

Os consumidores na faixa etária entre 16 e 34 anos despendem quase 2,5 horas a mais por semana assistindo streaming on-demand UGC, em comparação com o público que possui entre 35 e 69 anos de idade. Por outro lado,  eles gastam quase quatro horas a menos do que a população mais velha quando se trata de assistir ao conteúdo de transmissão ao vivo e linear.

O estudo promovido pelo ConsumerLab da Ericsson indica que, nos Estados Unidos, 20% do aumento da visualização móvel é proveniente de acessos pagos – conteúdo premium.  E a tendência é ampliar a demanda por este serviço: 40% dos consumidores globalmente estão muito interessados em um plano de dados móveis que inclui capacidade ilimitada de streaming de vídeo.

Já os millennials são o grupo o mais interessado – 46%, porque usam tipicamente serviços múltiplos on-demand e apreciam a mobilidade. Na verdade, 63% dos consumidores estão muito satisfeitos com a descoberta de conteúdo em seu serviço VOD, enquanto apenas 51% dizem o mesmo para o seu provedor de TV linear agendada.

 

Metodologia do estudo da Ericsson

A pesquisa foi desenvolvida com métodos quantitativos e qualitativos. Na fase quantitativa, foram realizadas mais de 30.000 entrevistas on-line com pessoas de 16 a 69 anos em 24 mercados: Austrália, Brasil, Canadá, China, Colômbia, República Dominicana, Alemanha, Grécia, Índia, Itália, México, Holanda, Polônia, Portugal e Romênia. , Rússia, África do Sul, Coreia do Sul, Espanha, Suécia, Taiwan, Turquia, Reino Unido e EUA. Todos os entrevistados possuem ligação à Internet de banda larga em casa e assistem TV / vídeo pelo menos uma vez por semana. Quase todos usam a internet diariamente. O estudo é representativo de aproximadamente 1,1 bilhões de pessoas.

Já a etapa qualitativa se subdividiu em duas frentes: 24 entrevistas em profundidade na Cidade do Cabo, São Francisco e Estocolmo, e medições através de aparelhos – 13.548 usuários de smartphones Android na Coréia do Sul e nos EUA foram medidos (dados coletados pela Nielsen).

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Sobre Cinthya Oliveira

Mestre em Mídia, Jornalista e Publicitária. Possui interesse em estudos sobre modelos de negócios, processos de produção em mídia e possibilidades de envolvimento do público. Além das atividades em comunicação, desenvolve estudos acadêmicos e contribui com a capacitação de profissionais.

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