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	<title>Tommy Lee Jones &#8211; Pontos de Contato &#8211; Revista sobre Publicidade, Propaganda e Marketing</title>
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	<description>Um espaço para dialogar sobre Comunicação e Marketing. Um lugar para trocar informações sobre as práticas do mercado aliando opinião com notícias e pesquisa</description>
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		<title>Filme Ad Astra: Rumo às Estrelas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Moisés Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 May 2020 18:30:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CINEMA]]></category>
		<category><![CDATA[Brad Pitt]]></category>
		<category><![CDATA[hollywoodiana]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Filme Ad Astra: Rumo às Estrelas Filme Ad Astra: Rumo às Estrelas, o astronauta Roy McBride (Brad Pitt) se questiona sobre o sumiço do pai, H. Clifford McBride (Tommy Lee Jones), desaparecido há 30 anos. Quando a NASA recebe um sinal estranho, ele embarca numa missão para investigar sua origem e possível ligação com o desaparecimento. &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1 style="text-align: center;">Filme Ad Astra: Rumo às Estrelas</h1>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Filme Ad Astra: Rumo às Estrelas, o astronauta Roy McBride (Brad Pitt) se questiona sobre o sumiço do pai, H. Clifford McBride (Tommy Lee Jones), desaparecido há 30 <a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/brad-pitt/">anos.</a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Quando a NASA recebe um sinal estranho, ele embarca numa missão para investigar sua origem e <a href="https://www.youtube.com/watch?v=Et4Fx3BkA6A&amp;feature=youtu.be" rel="noopener">possível</a> ligação com o desaparecimento. Indicado ao Oscar de Melhor Mixagem de Som.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: center;">SINOPSE E CRÍTICA</h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Roy McBride é um astronauta que sempre viveu à sombra do pai. Este também se aventurava pelas estrelas e ficou conhecido por desaparecer após uma viagem espacial.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Quando um colapso de energia na Terra indica possíveis sobrecargas vindas de outro planeta, Roy é convocado para retraçar os passos do pai.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">No papel, este projeto poderia se prestar a uma ficção científica hollywoodiana convencional, repleta de cenas empolgantes com explosões e reviravoltas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Afinal, existem planos arriscados para salvar o mundo, ameaças interplanetárias de todos os gêneros, fugas improváveis de última hora, descobertas surpreendentes sobre entes queridos, além de astronautas se arriscando na Terra, no espaço e mesmo debaixo <a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/hollywoodiana/">d’água.</a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Mesmo assim, Ad Astra: Rumo às Estrelas jamais dissipa a sensação de ser um filme melancólico, intimista – um épico triste.</span></p>
<p><img decoding="async" class="size-full wp-image-12340 aligncenter" src="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/05/filme-Ad-Astra-Rumo-às-Estrelas-Pontos-de-Contato-1.jpg" alt="Filme Ad Astra: Rumo às Estrelas" width="750" height="312" title="Filme Ad Astra: Rumo às Estrelas 3" srcset="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/05/filme-Ad-Astra-Rumo-às-Estrelas-Pontos-de-Contato-1.jpg 750w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/05/filme-Ad-Astra-Rumo-às-Estrelas-Pontos-de-Contato-1-300x125.jpg 300w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;">assistir ad astra legendado</h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Essa sensação decorre das escolhas do diretor James Gray, que faz o possível para evitar as ferramentas do cinema-espetáculo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Inicialmente, ele escolhe um protagonista tão fascinante quanto opaco: Roy McBride (Brad Pitt), um astronauta respeitado, porém vivendo à sombra do pai (Tommy Lee Jones), também astronauta, e veterano das forças norte-americanas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Roy é o homem que passa por todas as avaliações técnicas e psicológicas com facilidade, o tipo que enfrenta uma urgência sem os batimentos cardíacos ultrapassarem 70 bpm.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Trata-se de um exemplo de eficiência, aliada entretanto à timidez, ao estilo reservado, à recusa de bancar o líder ou herói. “O meu pai foi um herói”, ele explica.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">O protagonista não possui um relacionamento amoroso, nem uma família presente, adotando a missão espacial como único e discreto motor de <a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/terra/">vida.</a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Por esta razão, diante de inúmeras adversidades na Terra, na Lua, em Marte ou outros planetas, Roy toma boas decisões, sem afobar.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Nestes momentos, a montagem evita acelerar a cena, os enquadramentos não se aproximam dos rostos, não sugerem pavor, não criam suspense.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">A magnífica trilha sonora privilegia a impressão etérea de deambulação, do deslocamento sem rumo, porém agradável, fluida, em contraste com o teor trágico das cenas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Enxergamos o mundo pelos olhos de um homem que parte dos críticos correu para descrever como “depressivo”, “autista” e equivalentes.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Independente da exatidão do diagnóstico, o espectador presencia instantes de tensão sem tensão, munidos de uma beleza plástica invejável.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Com a captação em película 35mm e uma fotografia primorosa, valorizando tanto o granulado da imagem quanto o caráter sombrio de Roy, o filme prefere sugerir que nosso astronauta, na verdade, se sente sozinho. Mesmo quando é atacado, traído, enganado, ele busca reatar algum laço emocional.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Ou seja, os percalços no caminho não despertam grandes reações porque jamais constituem o foco do astronauta, nem o foco do filme.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-12341 aligncenter" src="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/05/filme-Ad-Astra-Rumo-às-Estrelas-Pontos-de-Contato-2.jpg" alt="Filme Ad Astra: Rumo às Estrelas" width="750" height="314" title="Filme Ad Astra: Rumo às Estrelas 4" srcset="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/05/filme-Ad-Astra-Rumo-às-Estrelas-Pontos-de-Contato-2.jpg 750w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/05/filme-Ad-Astra-Rumo-às-Estrelas-Pontos-de-Contato-2-300x126.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<h3 style="text-align: justify;">ad astra rumo as estrelas online</h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Não por acaso, o homem silencioso é visto inicialmente através de um vidro, desfocado, levemente tremido, afetado pelos grãos da película, em postura cabisbaixa – o oposto do herói tradicional, que lidera uma equipe e dita exemplos aos demais, além de fornecer mensagens inspiradoras ao espectador.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Ad Astra: Rumo às Estrelas é movido pelo diálogo interno de Roy, uma espécie de diário/confissão em off, no qual discorre sobre as saudades do pai que embarcou numa viagem rumo a Netuno e nunca mais voltou, sobre seu sentimento de não-pertencimento a lugar algum, e sobre a vontade ambígua de encontrar e nunca encontrar o pai.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Ironicamente, esta grande produção atravessando vários planetas se resume à jornada simbólica de um filho para recuperar seu pai, apesar das nações, da tecnologia, da religião, do sentido de honra dos militares.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">É notável a escolha da narrativa em desprezar todas as grandes instituições para satisfazer os conflitos psicológicos de um único homem que ao mesmo tempo ama e odeia o pai, enxergando nele um modelo (profissional) e um anti-modelo (afetivo), uma figura que precisa, metaforicamente, eliminar para construir a si mesmo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Brad Pitt está excepcional no papel. Para o ator acostumado a tantos personagens extrovertidos, de homens exageradamente belos, engraçados, temidos, fortes – enfim, após tantos papéis heroicos -, faltava se tornar o protagonista de uma gigantesca aventura íntima, uma jornada interestelar que parece ocorrer apenas dentro da sua cabeça, como se ninguém mais a percebesse.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Ironicamente, Roy consegue efetuar parte considerável de sua jornada em segredo. Este projeto se assemelha mais ao road movie do caubói solitário percorrendo planícies desérticas do que a uma ficção científica através do espaço-tempo. Pitt, com a câmera colada ao rosto, entrega toda a variação emocional que um sujeito estoico como Roy poderia ter, e se delicia em levar a frieza do astronauta ao limite da explosão.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">A riqueza emocional do protagonista é tamanha que ele consegue preencher mesmo os inúmeros momentos de silêncio, graças à sensação de estranhamento que evita a monotonia.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Enquanto isso, James Gray faz questão de construir espaços singulares, distantes do imaginário cristalizado das naves e do espaço sideral.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">É fascinante o que o cineasta consegue propor em termos visuais (além de sonoros e cromáticos) para um bunker em Marte, em paralelo com a ótima ideia de que, se o ser humano colonizasse o planeta vermelho, não seria para preservá-lo, apenas para reproduzir nosso capitalismo voraz em novo terreno.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">A vida inteligente em outros planetas, afinal, se resumiria a nós mesmos, cada vez mais disseminados por todos os cantos da galáxia, reproduzindo os erros terráqueos em destinos inéditos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">A noção de viajar ao infinito e se deparar com as mesmas referências carrega uma sensação de inércia fundamental para se compreender as decisões de <a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/tommy-lee-jones/">Roy.</a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Afinal, os dois homens que foram mais longe entre os humanos são aqueles que menos conseguiram se conectar com alguém, que menos encontraram alguma forma de satisfação.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Existe uma mistura de sucesso e fracasso nessas empreitadas, tão parecidas e ironicamente opostas, de pai e filho.</span></p>
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