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	<title>Terror &#8211; Pontos de Contato &#8211; Revista sobre Publicidade, Propaganda e Marketing</title>
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	<description>Um espaço para dialogar sobre Comunicação e Marketing. Um lugar para trocar informações sobre as práticas do mercado aliando opinião com notícias e pesquisa</description>
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	<title>Terror &#8211; Pontos de Contato &#8211; Revista sobre Publicidade, Propaganda e Marketing</title>
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		<title>FILME HALLOWEEN 2018</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Moisés Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 May 2021 13:37:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CINEMA]]></category>
		<category><![CDATA[Andi Matichak]]></category>
		<category><![CDATA[Danny McBride]]></category>
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		<category><![CDATA[Terror]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>FILME HALLOWEEN (2018) Filme Halloween 2018, após quatro década de ter conseguido escapar do ataque de Michael Myers em uma noite de Halloween, Laurie Strode (Jamie Lee Curtis) terá que confrontar o assassino mascarado pela última vez. Ela foi perseguida pela memória de ter sua vida por um triz, mas dessa vez, quando Myers retorna &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1 style="text-align: center;">FILME HALLOWEEN (2018)</h1>
<p><span style="font-size: 14pt;">Filme Halloween 2018, após quatro década de ter conseguido escapar do ataque de Michael Myers em uma noite de Halloween, Laurie Strode (Jamie Lee Curtis) terá que confrontar o assassino mascarado pela última vez. Ela foi perseguida pela memória de ter sua vida por um triz, mas dessa vez, quando Myers retorna para a cidade de Haddonfield, ela está preparada.</span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;">Lançamento: 25 de outubro de 2018 / 1h 49min / Terror, Suspense</span><br />
<span style="font-size: 14pt;">Direção: David Gordon Green</span><br />
<span style="font-size: 14pt;">Roteiro: David Gordon Green, Danny McBride</span><br />
<span style="font-size: 14pt;">Elenco: Jamie Lee Curtis, Judy Greer, Andi <a href="https://pontosdecontato.com.br/marketing/avon-triplica-faturamento-pontosdecontato-no-bbb2021/">Matichak</a></span></p>
<h2><span style="font-size: 14pt;">Sinopse</span> <span style="font-size: 14pt;">Filme Halloween 2018</span></h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-13434 aligncenter" src="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2021/05/Screenshot_12.jpg" alt="FILME HALLOWEEN 2018" width="843" height="354" title="FILME HALLOWEEN 2018 5" srcset="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2021/05/Screenshot_12.jpg 843w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2021/05/Screenshot_12-300x126.jpg 300w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2021/05/Screenshot_12-768x323.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 843px) 100vw, 843px" /></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Halloween é uma franquia de filmes peculiar. Com o primeiro filme lançado em 1978, o clássico de John Carpenter já teve sequência pelo próprio diretor, passou por alguns reboots, sequências, e derivados e inclusive um filme que não teve nenhuma conexão direta com o assassino Michael Myers (Halloween 3: A Noite das Bruxas). </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Não é nenhuma surpresa, portanto, que em era de reboots, remakes e sequências, o clássico de 78 ganhe um novo capítulo. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Mas o maior acerto da versão de 2018 foi que a franquia botou os pés no chão e tirou proveito da passagem de tempo, desenvolvendo a cidade de Haddonfield e seus personagens do mesmo modo que o mundo avançou, retratando os horrores de Michael Myers de um modo tanto inovador quanto terreno.</span></p>
<h3><span style="font-size: 14pt;">Filme Halloween 2018</span></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Quatro décadas depois da fatídica noite de 1978, no novo Halloween a personagem de Laurie Strode (Jamie Lee Curtis) vive em função de seu trauma.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-13435 aligncenter" src="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2021/05/FILME-HALLOWEEN-2018.jpg" alt="FILME HALLOWEEN 2018" width="731" height="367" title="FILME HALLOWEEN 2018 6" srcset="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2021/05/FILME-HALLOWEEN-2018.jpg 731w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2021/05/FILME-HALLOWEEN-2018-300x151.jpg 300w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2021/05/FILME-HALLOWEEN-2018-660x330.jpg 660w" sizes="auto, (max-width: 731px) 100vw, 731px" /></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Ela se tornou uma mulher impiedosa e dura, com um relacionamento complicado com sua filha, tirada de sua guarda pela assistência social na infância por ter convivido com os efeitos de Myers na vida de sua mãe. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">A família se estende ainda à neta, que aprende a lidar com os efeitos da noite de 1978 nas duas matriarcas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Logo no início, o filme acerta ao tratar uma questão básica da trama, levantada pela passagem do tempo desde o primeiro filme: “Em tempos modernos, um assassino que matou cinco pessoas, e logo depois foi para a cadeia, é grande coisa?”. </span></p>
<h3><span style="font-size: 14pt;">Filme Halloween 2018</span></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">O questionamento é certeiro não apenas por demonstrar a autoconsciência da produção mas também serve por evidenciar uma das questões principais colocadas pelo novo capítulo; a negligência dos efeitos do trauma na vítima.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-13436 aligncenter" src="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2021/05/FILME-HALLOWEEN-2018-1.jpg" alt="FILME HALLOWEEN 2018" width="733" height="367" title="FILME HALLOWEEN 2018 7" srcset="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2021/05/FILME-HALLOWEEN-2018-1.jpg 733w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2021/05/FILME-HALLOWEEN-2018-1-300x150.jpg 300w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2021/05/FILME-HALLOWEEN-2018-1-660x330.jpg 660w" sizes="auto, (max-width: 733px) 100vw, 733px" /></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Por isso, o sofrimento de Laurie tem um peso significativo. A personagem é uma representação tensa de uma vítima, que não apenas lida com o fascínio do mal e a incompreensão dos outros, mais interessados na figura de Myers do que nela, mas também com uma dificuldade constante em viver em sociedade. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Sua dor é ainda mais pesada pelo significado da personagem para o espectador. Laurie é nossa querida sobrevivente, e assisti-la tendo se tornado uma personagem tão fria é cortante.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;"> Por isso, a chegada de Myers na cidade transmite ao público exatamente o sentimento da protagonista: finalmente, todo o sofrimento e aguardo terá um propósito.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Com o aprendizado de uma vida que a preparou por esse encontro, o novo Halloween aproveita a situação para criar a inversão do jogo de gato e rato do primeiro filme. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Myers chega à Haddonfield a procura de sua vítima favorita, mas o aguardado confronto dos dois coloca os personagens em planos opostos ao longa original, em uma sequência de suspense e esconderijos que é deleite certo. </span></p>
<h3><span style="font-size: 14pt;">Filme Halloween 2018</span></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Em diversos momentos, o novo Halloween se mostra feito por amantes do primeiro. Aliás, quando se fala em referências ao longa original, a última cena do filme de 78 é recriada com um twist que certamente fará fãs vibrarem.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-13437 aligncenter" src="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2021/05/FILME-HALLOWEEN-2018-2.jpg" alt="FILME HALLOWEEN 2018" width="730" height="365" title="FILME HALLOWEEN 2018 8" srcset="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2021/05/FILME-HALLOWEEN-2018-2.jpg 730w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2021/05/FILME-HALLOWEEN-2018-2-300x150.jpg 300w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2021/05/FILME-HALLOWEEN-2018-2-660x330.jpg 660w" sizes="auto, (max-width: 730px) 100vw, 730px" /></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Isso é resultado de uma direção exemplar. David Gordon Green transmite seu amor pela franquia durante todo o filme, mas não faz isso de modo gratuito, e sim utilizando as referências para provar competência, como em um plano sequência memorável, onde Myers passeia pela vizinhança acumulando vítimas e se divertindo no seu próprio Halloween. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">A parceria do diretor com Danny McBride no roteiro ainda rendeu bons momentos de humor, que aliviam no meio da construção de tanta tensão. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">A escolha de Judy Greer e Andi Matichak também são perfeitas: a primeira com uma agonia desesperadora em frente aos comportamentos da mãe, e a segunda, honrando o marco do primeiro filme, que escolheu uma adolescente desconhecida para viver a estudante. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Mas nada disso teria tanto impacto sem a força de Jamie Lee Curtis: de volta ao seu papel perfeito, a atriz traz os toques de loucura e exageros sem caricaturas, e emociona no retrato de uma forte e madura Laurie Strode.</span></p>
<h3><span style="font-size: 14pt;">Filme Halloween 2018</span></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Talvez porque o gênero de terror tenha um histórico tão longo de protagonistas femininas, Halloween ainda triunfa em entregar uma trama empoderadora de um modo que não soa forçado em nenhum momento. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Por mais que seja uma história de três mulheres que lidam, cada uma do seu modo, com um demônio próprio, Halloween nunca transmite a ideia de história de gênero, mas a sensação da batalha feminina está presente a todo momento.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Fascínio pelo mal, traumas, superação e empoderamento são temas usados por Halloween como instrumentos que elevam o filme. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Claro que o novo capítulo é um sucesso por sua habilidade em criar empatia e tensão e desenvolver a história do clássico com easter eggs para os fãs, além de entregar momentos violentos e assustadores na medida certa. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Mas o suspense só ganha ao adicionar dramas humanos a um simples clássico de terror. Resultado: uma homenagem perfeita ao primeiro filme, com um tempero <a href="https://www.youtube.com/watch?v=rHr8710RORs" rel="noopener">atual.</a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>FILME O HOMEM INVISÍVEL</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Moisés Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Feb 2020 19:49:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CINEMA]]></category>
		<category><![CDATA[Aldis Hodge]]></category>
		<category><![CDATA[Leigh Whannell]]></category>
		<category><![CDATA[Suspense]]></category>
		<category><![CDATA[Terror]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>FILME O HOMEM INVISÍVEL Filme O Homem Invisível, Presa a um relacionamento violento e controlador com um rico e brilhante cientista, Cecilia Kass (Moss) escapa na calada da noite e desaparece, para se esconder, com a ajuda de sua irmã (Harriet Dyer, The InBetween/NBC), de sua amiga de infância (Aldis Hodge, Straight Outta Compton) e &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1 class="title style-scope ytd-video-primary-info-renderer" style="text-align: center;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">FILME O HOMEM INVISÍVEL</span></h1>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Filme O Homem Invisível, Presa a um relacionamento violento e controlador com um rico e brilhante cientista, Cecilia Kass (Moss) escapa na calada da noite e desaparece, para se esconder, com a ajuda de sua irmã (Harriet Dyer, The InBetween/NBC), de sua amiga de infância (Aldis Hodge, Straight Outta Compton) e de sua filha adolescente (Storm Reid, <a href="https://www.youtube.com/watch?v=SXkt7rvy0kg&amp;feature=youtu.be" rel="noopener">Euphoria/HBO).</a></span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-12184 aligncenter" src="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/02/FILME-O-HOMEM-INVISÍVEL.jpg" alt="FILME O HOMEM INVISÍVEL" width="1399" height="527" title="FILME O HOMEM INVISÍVEL 11" srcset="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/02/FILME-O-HOMEM-INVISÍVEL.jpg 1399w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/02/FILME-O-HOMEM-INVISÍVEL-300x113.jpg 300w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/02/FILME-O-HOMEM-INVISÍVEL-1024x386.jpg 1024w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/02/FILME-O-HOMEM-INVISÍVEL-768x289.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1399px) 100vw, 1399px" /></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Mas quando o ex abusivo de Cecilia (Oliver Jackson-Cohen, A Maldição da Residência Hill/ Netflix) comete suicídio e deixa para ela uma porção generosa de sua vasta fortuna, Cecilia suspeita que sua morte tenha sido uma <a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/aldis-hodge/">farsa. </a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">À medida que uma série de coincidências sinistras se torna letal, ameaçando a vida de quem ela ama, a sanidade de Cecilia começa a se desfazer quando ela tenta desesperadamente provar que está sendo caçada por alguém que ninguém pode <a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/leigh-whannell/">ver.</a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Refilmagem do clássico de 1933. Na trama, um cientista brilhante descobre como se tornar invisível. Mas sua invenção acaba custando sua sanidade.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">27 de fevereiro de 2020 / 2h 04min / Fantasia, Terror, Suspense</span><br />
<span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Direção: Leigh <a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/suspense/">Whannell</a></span><br />
<span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Elenco: Elisabeth Moss, Oliver Jackson-Cohen, Storm <a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/terror/">Reid</a></span><br />
<span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Nacionalidade Americana</span></p>
<h2 style="text-align: center;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">SINOPSE E CRÍTICA</span></h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">As duas últimas incursões de um dos maiores monstros da Universal Pictures pela tela grande contaram com astros de renome (ao menos na época) como protagonistas: Chevy Chase (Memórias de um Homem Invisível, 1992) e Kevin Bacon (O Homem sem Sombra, 2000). </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Ou seja, o fato do primeiro nome do elenco deste novo O Homem Invisível ser o de Elisabeth Moss – ou seja, o de uma mulher, e não o de um representante masculino – pode causar alguma estranheza à princípio, logo se revela um ponto a favor da produção: afinal, aqui, o tal ‘homem’ do título é, de fato, invisível (e, por isso, não precisa de nenhum ator conhecido para ‘interpretá-lo’).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;"> Até existe um ator escalado para esse malfadado personagem – Oliver Jackson-Cohen, visto na série A Maldição da Residência Hill (2018) e no religioso O Que De Verdade Importa (2017) – mas desse, o que se presencia são apenas alguns relances no começo da trama e alguma que outra participação pontual. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Pode parecer pouca coisa, mas tal grau de comprometimento do realizador – Leigh Whannell, de Sobrenatural: A Origem (2015) – é um bom indício de até onde ele se demonstra disposto a ir em sua versão deste assumido conto de horror.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-12293 aligncenter" src="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/02/O-HOMEM-INVISÍVEL.jpg" alt="FILME O HOMEM INVISÍVEL" width="944" height="620" title="FILME O HOMEM INVISÍVEL 12" srcset="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/02/O-HOMEM-INVISÍVEL.jpg 944w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/02/O-HOMEM-INVISÍVEL-300x197.jpg 300w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/02/O-HOMEM-INVISÍVEL-768x504.jpg 768w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/02/O-HOMEM-INVISÍVEL-310x205.jpg 310w" sizes="auto, (max-width: 944px) 100vw, 944px" /></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Tal posicionamento, portanto, se revela fundamental, pois se está diante de uma história que deve causar calafrios, e não fazer do protagonista um herói inesperado (como tentaram John Carpenter e Paul Verhoeven nos longas acima citados) – aqui, Adrian Griffin (Jackson-Cohen) é o vilão, e não há dúvidas a esse respeito.</span></p>
<h3 class="title style-scope ytd-video-primary-info-renderer" style="text-align: center;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">FILME O HOMEM INVISÍVEL</span></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;"> Logo nos primeiros minutos da trama, acompanhamos Cecilia Kass (Moss) se esgueirando em uma complicada operação no meio da noite para fugir da verdadeira fortaleza onde os dois moravam.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;"> O casal vendia felicidade para quem os via de fora, mas passava por uma existência de terror constante no dia a dia. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Um relacionamento tóxico, do qual ela não conseguia se livrar pelas vias normais, e que ele insistia em perpetuar com ameaças e demonstrações de agressividade.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;"> Uma vez refugiada na casa de amigos, ela insiste em manter uma vigilância constante, preocupada com novos ataques ou mesmo com a aparição inesperada do ex-companheiro à sua porta. O trauma, como se percebe, é forte.</span></p>
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<p><span class="edit-link"><a class="post-edit-link" href="https://pontosdecontato.com.br/wp-admin/post.php?post=13042&amp;action=edit">Editar</a></span></p>
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		<title>Filme Espíritos Obscuros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Moisés Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Feb 2020 19:28:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CINEMA]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Filme Espíritos Obscuros]]></category>
		<category><![CDATA[Terror]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Filme Espíritos Obscuros Filme Espíritos Obscuros, uma professora da cidade de Oregon (Keri Russell) e seu irmão, o xerife local (Jesse Plemons), descobrem que um jovem estudante está mantendo um segredo perigoso, com consequências assustadoras. Produzido por Guillermo Del Toro (“A Forma da Água“) e dirigido por Scott Cooper (“Hostis“), o longa-metragem também teve um &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1 style="text-align: center;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Filme Espíritos Obscuros</span></h1>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Filme Espíritos Obscuros, uma professora da cidade de Oregon (Keri Russell) e seu irmão, o xerife local (Jesse Plemons), descobrem que um jovem estudante está mantendo um segredo perigoso, com consequências assustadoras.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Produzido por Guillermo Del Toro (“A Forma da Água“) e dirigido por Scott Cooper (“Hostis“), o longa-metragem também teve um novo pôster <a href="https://www.youtube.com/watch?v=ItBapHdVMDg&amp;feature=youtu.be" rel="noopener">divulgado.</a></span></p>
<p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-12179 aligncenter" src="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/02/Filme-Espíritos-Obscuros.jpg" alt="Filme Espíritos Obscuros" width="1060" height="603" title="Filme Espíritos Obscuros 14" srcset="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/02/Filme-Espíritos-Obscuros.jpg 1060w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/02/Filme-Espíritos-Obscuros-300x171.jpg 300w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/02/Filme-Espíritos-Obscuros-1024x583.jpg 1024w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/02/Filme-Espíritos-Obscuros-768x437.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1060px) 100vw, 1060px" /></span></p>
<p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Baseado no conto “The Quiet Boy“, de Nick Antosca, o filme conta a história de um aluno misterioso e diferente (Jeremy T. Thomas) que chega a um novo colégio e começa a gerar grandes dificuldades para a instituição devido a problemas de sua<a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/eua/"> família. </a></span></p>
<p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Keri Russell interpreta uma professora que desperta interesse pelo aluno, que guarda um segredo que é a chave para a sobrevivência de sua cidade. Jesse Plemons dá vida a um xerife local, que também é irmão de Russell.</span></p>
<p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">O elenco conta ainda com Graham Greene, Scott Haze, Rory Cochrane e Amy Madigan. Ao lado de del Toro, David S. Goyer (roteirista de “Batman vs Superman: </span></p>
<p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">A Origem da Justiça”) e J. Miles Dale (“A Forma da Água”) estão à frente da produção. O roteiro é assinado por Nick Antosca (da série “Hannibal“) e Henry Chaisson (“Open 24 <a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/filme-espiritos-obscuros/">Hours”).</a></span></p>
<p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">“Espíritos Obscuros” estreia em 17 de abril nos EUA. No Brasil, o filme chegará aos cinemas em <a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/terror/">abril.</a></span></p>
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		<title>FILME O GRITO</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Moisés Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Feb 2020 12:59:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CINEMA]]></category>
		<category><![CDATA[Andrea Riseborough]]></category>
		<category><![CDATA[Data de lançamento: 16 de janeiro de 2020]]></category>
		<category><![CDATA[Demian Bichir]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[John Cho]]></category>
		<category><![CDATA[Nicolas Pesce]]></category>
		<category><![CDATA[Terror]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>FILME O GRITO Filme O Grito, depois que uma jovem mãe mata sua família em sua própria casa, uma mãe solteira e um jovem detetive tentam investigar e resolver o caso. Mais tarde, ela descobre que a casa é amaldiçoada por um fantasma vingativo que condena aqueles que entram nela com uma morte violenta. Agora, &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1 style="text-align: center;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">FILME O GRITO</span></h1>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Filme O Grito, depois que uma jovem mãe mata sua família em sua própria casa, uma mãe solteira e um jovem detetive tentam investigar e resolver o caso.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Mais tarde, ela descobre que a casa é amaldiçoada por um fantasma vingativo que condena aqueles que entram nela com uma morte violenta.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Agora, ela corre para salvar a si mesma e a seu filho dos espíritos demoníacos da casa amaldiçoada em seu bairro.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Em uma casa, uma maldição nasce após uma pessoa morrer em um momento de terrível terror e tristeza. Voraz, a entidade maligna não perdoa ninguém, fazendo vítima atrás de vítima e passando a maldição adiante.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Data de lançamento: 16 de janeiro de 2020</span><br />
<span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Direção: Nicolas Pesce</span><br />
<span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Elenco: Andrea Riseborough, Demian Bichir, John Cho mais</span><br />
<span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Gênero: Terror</span><br />
<span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Nacionalidade: EUA</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Link do vídeo:<span style="color: #008080;"> <strong><a style="color: #008080;" href="http://bit.ly/37rLXLt" target="_blank" rel="noopener noreferrer">O GRITO</a></strong></span></span></p>
<h2 style="text-align: center;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">SINOPSE E CRÍTICA &#8211; FILME O GRITO</span></h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Depois de passar cerca de um minuto e meio no Japão – quiçá para cumprir o protocolo de aludir à origem da saga que se presta a engrossar.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Filme O Grito, nova tentativa ocidental de capitalizar sobre a onda do horror oriental (que cansou há algum tempo), desloca a ação para território conhecido, uma cidadezinha interiorana e aparentemente pacata. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">O fato de Fiona (Tara Westwood) trazer “na mala” um espírito obsessivo nascido do sofrimento pode ser encaixado no famigerado medo do estrangeiro, um lugar-comum utilizado à exaustão no passado pelo cinema estadunidense.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;"> Todavia, por esse fio da meada nem se pode dizer que a produção dirigida por Nicolas Pesce chega a estabelecer qualquer subtexto (inclusive os anacrônicos e reprováveis) mais importante, pois passada a fase de apresentação o que se tem é uma sucessão aparentemente interminável de pequenas tramas costuradas displicentemente, sendo condutora uma protagonista bastante fraca e esquecível.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-12192 aligncenter" src="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2019/11/FILME-O-GRITO.jpg" alt="FILME O GRITO" width="956" height="410" title="FILME O GRITO 17" srcset="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2019/11/FILME-O-GRITO.jpg 956w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2019/11/FILME-O-GRITO-300x129.jpg 300w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2019/11/FILME-O-GRITO-768x329.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 956px) 100vw, 956px" /></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">A contextualização inicial, especialmente no que tange às particularidades dos personagens, ensaia instaurar uma dinâmica boa. Sim, pois tanto Muldoon (Andrea Riseborough) quanto Goodman (Demián Bichir) são detetives em luto.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;"> Ela perdeu o marido para a agressividade do câncer. Ele precisou se despedir da mãe, cuja casa mantém intacta como forma de continuar apegado.</span></p>
<h3 style="text-align: left;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">FILME O GRITO</span></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: georgia, palatino, serif; font-size: 12pt;"> Mas, no fim das contas, esses pontos de convergência nada significam, são jogados numa passagem qualquer para estabelecer forçosamente esse elo. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: georgia, palatino, serif; font-size: 12pt;">Do ponto de vista prático, as similaridades sequer permitem uma aproximação melhor entre os agentes da lei. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: georgia, palatino, serif; font-size: 12pt;">O retorno ao caso famoso de outrora é uma desculpa para os roteiristas se escorarem na “boa e velha” lógica expositiva, com tudo sendo explicadinho em detalhes, peças formando desajeitadamente um quebra-cabeça enfadonho que nem possui um tempero singular no que diz respeito à utilização (ordinária) dos fantasmas em cena.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: georgia, palatino, serif; font-size: 12pt;">Na medida em que Muldoon avança nas histórias atreladas à casa, nesse trajeto tragada ao mistério de meandros dispostos inabilmente, O Grito ganha um vai-e-vem temporal estéril e truncado. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: georgia, palatino, serif; font-size: 12pt;">É como se o caminho principal se bifurcasse em vários para termos um contato pretensamente íntimo com a praga sobrenatural. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: georgia, palatino, serif; font-size: 12pt;">Porém, a falta de tato de Nicolas Pesce na costura das frações faz com que haja uma compartimentação excessiva, com os núcleos se comunicando superficialmente.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: georgia, palatino, serif; font-size: 12pt;"> Numa hora estamos vendo o martírio dos casados que, prestes a completar bodas de ouro, são acossados pela entidade Made in Japan. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: georgia, palatino, serif; font-size: 12pt;">No outro, os holofotes iluminam o casal diante do dilema de levar ou não adiante uma gravidez, assim deixando como rastro à sucessora somente a maldição.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: georgia, palatino, serif; font-size: 12pt;"> A condução é frouxa, nem mesmo os sustos funcionam e a construção atmosférica deixa a desejar, sobretudo pela incompetência para conjugar imagens e sons.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-12193 aligncenter" src="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2019/11/FILME-O-GRITO-1.jpg" alt="FILME O GRITO" width="951" height="572" title="FILME O GRITO 18" srcset="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2019/11/FILME-O-GRITO-1.jpg 951w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2019/11/FILME-O-GRITO-1-300x180.jpg 300w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2019/11/FILME-O-GRITO-1-768x462.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 951px) 100vw, 951px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: left;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">FILME O GRITO</span></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: georgia, palatino, serif; font-size: 12pt;">Primeiramente o Filme O Grito possui um elenco de respeito. Todavia, os intérpretes não conseguem fazer milagre com o material à disposição.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: georgia, palatino, serif; font-size: 12pt;"> Demián Bichir mimetiza o cowboy, vive um sujeito soturno, de voz ora rouca, ora quase sussurrada, mas não tem meios para lutar contra o roteiro que, por exemplo, ensaia desenhar uma devoção religiosa aparentemente imprescindível e nada faz com <a href="https://pontosdecontato.com.br/cinema/filme-o-parque-dos-sonhos-2/">ela. </a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: georgia, palatino, serif; font-size: 12pt;">Do mesmo modo o grande Frankie Faison também sofre com o papel insosso do marido que deseja ajudar a esposa a abreviar o seu sofrimento. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: georgia, palatino, serif; font-size: 12pt;">Ainda mais o talento imenso de Jacki Weaver é subaproveitado, uma vez que a restringem a gritar na companhia de assombrações e ser diligente ao deparar-se com o infortúnio alheio. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: georgia, palatino, serif; font-size: 12pt;">E Andrea Riseborough fica amarrada pelas limitações dessa protagonista gradativamente sem estofo, uma mulher fragilizada que, sem mais aquela, é presa num redemoinho demoníaco. </span></p>
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		<title>FILME ESPIRAL – O LEGADO DE JOGOS MORTAIS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Moisés Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Feb 2020 19:26:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CINEMA]]></category>
		<category><![CDATA[18 de junho de 2020]]></category>
		<category><![CDATA[Americana]]></category>
		<category><![CDATA[Chris Rock]]></category>
		<category><![CDATA[Darren Lynn Bousman]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Max Minghella]]></category>
		<category><![CDATA[Samuel L. Jackson]]></category>
		<category><![CDATA[Terror]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>FILME ESPIRAL – O LEGADO DE JOGOS MORTAIS Filme Espiral &#8211; O Legado de Jogos Mortais, sob o comando do veterano da polícia Marcus (Samuel L. Jackson), o detetive Ezekiel &#8220;Zeke&#8221; Banks (Chris Rock) se une ao seu parceiro novato Willem (Max Minghella) para desvendar uma série de assassinatos terríveis que estão acontecendo na cidade. &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1 style="text-align: center;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">FILME ESPIRAL – O LEGADO DE JOGOS MORTAIS</span></h1>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Filme Espiral &#8211; O Legado de Jogos Mortais, sob o comando do veterano da polícia Marcus (Samuel L. Jackson), o detetive Ezekiel &#8220;Zeke&#8221; Banks (Chris Rock) se une ao seu parceiro novato Willem (Max Minghella) para desvendar uma série de assassinatos terríveis que estão acontecendo na <a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/max-minghella/">cidade. </a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Durante as investigações, Zeke acaba se envolvendo no mórbido jogo do<a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/darren-lynn-bousman/"> assassino.</a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Um sádico mentor desencadeia uma forma distorcida de justiça em “Espiral”, o novo e aterrorizante capítulo do universo dos Jogos Mortais. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Trabalhando à sombra de um respeitado veterano da polícia (Samuel L. Jackson), o impetuoso detetive Ezekiel &#8220;Zeke&#8221; Banks (Chris Rock) e seu parceiro novato (Max Minghella) se encarregam de uma terrível investigação sobre assassinatos que assombram a <a href="https://www.youtube.com/watch?v=kmugFzWCaYQ&amp;feature=youtu.be" rel="noopener">cidade. </a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Involuntariamente envolvido em um profundo mistério, Zeke se encontra no centro de um mórbido jogo do assassino.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">18 de junho de 2020 / Terror</span><br />
<span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Direção: Darren Lynn Bousman</span><br />
<span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Elenco: Samuel L. Jackson, Chris Rock, Max Minghella</span><br />
<span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Nacionalidade: Americana</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Após uma sequência de oito filmes, “Jogos Mortais” ganhará mais uma produção.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-12132 aligncenter" src="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/02/Screenshot_4.jpg" alt="FILME ESPIRAL – O LEGADO DE JOGOS MORTAIS" width="1038" height="617" title="FILME ESPIRAL – O LEGADO DE JOGOS MORTAIS 20" srcset="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/02/Screenshot_4.jpg 1038w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/02/Screenshot_4-300x178.jpg 300w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/02/Screenshot_4-1024x609.jpg 1024w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/02/Screenshot_4-768x457.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1038px) 100vw, 1038px" /></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;"> A ideia veio do comediante Chris Rock que, juntamente com os produtores Mark Burg e Oren Koules, desenvolveu o nono filme da franquia chamado “Espiral: O Legado de Jogos Mortais”. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">A obra gira em torno do detetive Ezekiel Banks (Chris Rock) e seu parceiro novato Willem (Max Minghella) que tentam desvendar vários assassinatos terríveis <a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/chris-rock/">pela cidade.</a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;"> O clímax da trama acontece quando – durante essa essa investigação – Ezekiel é pego e entrará no jogo do assassino.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;"> O longa ainda conta com Samuel L. Jackson em seu elenco e tem data de estreia prevista para o dia 18 junho de deste ano. Confira o <a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/samuel-l-jackson/">trailer!</a></span></p>
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		<title>FILME O FAROL</title>
		<link>https://pontosdecontato.com.br/cinema/filme-o-farol/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=filme-o-farol</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Moisés Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Dec 2019 19:41:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CINEMA]]></category>
		<category><![CDATA[Canadá]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Robert Eggers]]></category>
		<category><![CDATA[Robert Pattinso]]></category>
		<category><![CDATA[Robert Pattinson]]></category>
		<category><![CDATA[Suspense]]></category>
		<category><![CDATA[Terror]]></category>
		<category><![CDATA[Willem Dafoe]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>FILME O FAROL Filme O Farol, no início do século XX. Thomas Wake (Willem Dafoe), responsável pelo farol de uma ilha isolada, contrata o jovem Ephraim Winslow (Robert Pattinson) para substituir o ajudante anterior e colaborar nas tarefas diárias. No entanto, o acesso ao farol é mantido fechado ao novato, que se torna cada vez &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1 style="text-align: center;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">FILME O FAROL</span></h1>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Filme O Farol, no início do século XX. Thomas Wake (Willem Dafoe), responsável pelo farol de uma ilha isolada, contrata o jovem Ephraim Winslow (<strong><a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/robert-eggers/">Robert Pattinson</a></strong>) para substituir o ajudante anterior e colaborar nas tarefas diárias. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">No entanto, o acesso ao farol é mantido fechado ao novato, que se torna cada vez mais curioso com este espaço privado. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Enquanto os dois homens se conhecem e se provocam, Ephraim fica obcecado em descobrir o que acontece naquele espaço fechado, ao mesmo tempo em que fenômenos estranhos começam a acontecer ao seu redor.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Link do vídeo: <span style="color: #003300;"><strong><a style="color: #003300;" href="https://www.youtube.com/watch?v=3fQduJefTZ0&amp;feature=youtu.be" target="_blank" rel="noopener noreferrer">O Farol</a></strong></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-11804 aligncenter" src="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2019/12/O-Farol.jpg" alt="FILME O FAROL" width="1200" height="501" title="FILME O FAROL 23" srcset="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2019/12/O-Farol.jpg 1200w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2019/12/O-Farol-300x125.jpg 300w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2019/12/O-Farol-1024x428.jpg 1024w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2019/12/O-Farol-768x321.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Data de lançamento: 2 de janeiro de 2020 (1h 49min)</span><br />
<span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Direção: Robert Eggers</span><br />
<span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Elenco: Robert Pattinson, Willem Dafoe</span><br />
<span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Gêneros: Terror, Suspense</span><br />
<span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Nacionalidades: EUA, Canadá</span></p>
<h2 style="text-align: center;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">SINOPSE E CRÍTICA</span></h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Revelado logo no seu trabalho de estreia, o perturbador A Bruxa (2015), premiado no Film Independent Spirit Awards e indicado ao Critics Choice, o diretor e roteirista Robert Eggers não se esforça em facilitar a experiência de seu espectador frente ao seu segundo longa, o igualmente intenso e assustador O Farol. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Pelo contrário, oferece um conjunto ainda mais doentio e sombrio. Através do uso de um preto e branco eficaz em aprofundar tanto as diferenças entre seus protagonistas como o embate entre a luz pela qual tanto anseiam e a escuridão que não se cansa de persegui-los, e um enquadramento no formato 1.19:1 (ou seja, praticamente quadrado), que delimita suas ações e exaspera as angústias reunidas, tem-se assim um conjunto dotado dos elementos necessários para um transtorno de proporções muito além das originalmente propostas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;"> Exatamente, aliás, o que se poderia esperar diante dos riscos aqui assumidos, efetivos em se mostrar não apenas válidos, mas também <strong><a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/robert-pattinso/">necessários.</a></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-11805 aligncenter" src="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2019/12/O-Farol-1.jpg" alt="FILME O FAROL" width="943" height="651" title="FILME O FAROL 24" srcset="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2019/12/O-Farol-1.jpg 943w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2019/12/O-Farol-1-300x207.jpg 300w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2019/12/O-Farol-1-768x530.jpg 768w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2019/12/O-Farol-1-110x75.jpg 110w" sizes="auto, (max-width: 943px) 100vw, 943px" /></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Ao contrário de outros realizadores contemporâneos que muito se esforçam por revigorar o gênero, como Ari Aster e Jordan Peele, Eggers é eficaz em alcançar mais do que o suficiente com o mínimo ao seu dispor. Temos apenas um único cenário – uma ilha perdida no meio do oceano – e apenas dois personagens – o capitão Thomas Wake (Willem Dafoe) e o imediato Ephraim Winslow <strong><a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/robert-pattinson/">(Robert Pattinson).</a></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;"> O primeiro é responsável pelo posto e, principalmente, pelo funcionamento do farol, ponto isolado de luminosidade diante um mar de possibilidades e perigos. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">O segundo, recém chegado, foi enviado para substituir o antigo auxiliar. Diz-se que o anterior enlouqueceu e, por isso, acabou morrendo. Mas qual teria sido a fonte de sua loucura?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;"> E, ainda mais importante: diante de tão escassas opções, teria sido a alternativa mais óbvia aquele o responsável pelo seu fim? Caso contrário, quem poderia responder por tal trágico destino?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">A relação entre Thomas e Ephraim não é das mais fáceis. O primeiro, tão ansioso por companhia quanto desprovido de modos para lidar com qualquer outro ser pensante, tanto o afasta como anseia pela presença do que deixou tudo para trás para agora estar ao seu lado. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Já o segundo, dono de objetivos bastante tácitos, quer apenas fazer o que lhe compete, se possível calado na maior parte do processo. Um instiga e reprime, enquanto o outro se retrai e observa. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Entre ataques e defesas, irão construir uma convivência turbulenta, que terá como pilares mentiras e dissimulações, ainda que providas de momentos de confiança a revelações. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Essas, porém, nunca estão sozinhas, e assim que virarem as costas, traições e reviravoltas estarão à espreita para tomar seus lugares. Seria a união destes dois homens tão relegada ao acaso, ou haveria um motivo maior por trás de tal encontro?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">A fotografia de Jarin Blaschke (Shimmer Lake, 2017) é incansável no intuito de encarcerar estas figuras, tão aptas ao convívio claustrofóbico da torre que percorrem quanto incapazes de lidar com a imensidão que os circunda. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">A ela se junta a trilha fortemente impressionista de Mark Korven (Campo do Medo, 2019), que demonstra receio algum em investir no impacto do inesperado, assim como é eficaz em fazer eco aos atos dos protagonistas. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Quanto a estes, o que se percebe é um mergulho profundo e dolorido em dois intérpretes desprovidos de defesas diante das dores de seus personagens. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Dafoe desaparece sob uma fala marcada e gestos exasperados de um homem entre a angústia e a exaltação, dono de um segredo maior do aquilo que é capaz de lidar, mas determinado a fazer jus ao que lhe compete. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Pattinson, por sua vez, se há algum tempo vem se esforçando – com efeito – para deixar para trás a imagem de ídolo juvenil, aqui revela uma maturidade sofrida, mas não menos valorosa. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Nas suas mãos, tem-se alguém que lamenta tanto o passado que o levou até aquele ponto como a incógnita de um amanhã absolutamente desprovido de qualquer tipo de<strong><a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/willem-dafoe/"> esperança.</a></strong></span></p>
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		<title>FILME IT A COISA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Moisés Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Dec 2019 21:24:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CINEMA]]></category>
		<category><![CDATA[Andy Muschietti]]></category>
		<category><![CDATA[Bill Skarsgård]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Finn Wolfhard]]></category>
		<category><![CDATA[Jaeden Martell]]></category>
		<category><![CDATA[Suspense]]></category>
		<category><![CDATA[Terror]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>FILME IT A COISA Assista ao filme IT A Coisa, um grupo de sete adolescentes de Derry, uma cidade no Maine, formam o auto-intitulado &#8220;Losers Club&#8221; &#8211; o clube dos perdedores. A pacata rotina da cidade é abalada quando crianças começam a desaparecer e tudo o que pode ser encontrado delas são partes de seus &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1 style="text-align: center;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">FILME IT A COISA</span></h1>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Assista ao filme IT A Coisa, um grupo de sete adolescentes de Derry, uma cidade no Maine, formam o auto-intitulado &#8220;Losers Club&#8221; &#8211; o clube dos perdedores.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">A pacata rotina da cidade é abalada quando crianças começam a desaparecer e tudo o que pode ser encontrado delas são partes de seus corpos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Logo, os integrantes do &#8220;Losers Club&#8221; acabam ficando face a face com o responsável pelos crimes: o palhaço Pennywise.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Data de lançamento: 7 de setembro de 2017 (2h 12min)</span><br />
<span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Direção: <strong><a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/andy-muschietti/">Andy Muschietti</a></strong></span><br />
<span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Elenco: <strong>Bill Skarsgård</strong>, <strong>Jaeden Martell</strong>, <strong>Finn Wolfhard</strong> mais</span><br />
<span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Gêneros: Terror, Suspense</span><br />
<span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Nacionalidade: EUA</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-11705 aligncenter" src="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2019/12/FILME-IT-A-COISA.jpg" alt="FILME IT A COISA" width="1919" height="830" title="FILME IT A COISA 28" srcset="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2019/12/FILME-IT-A-COISA.jpg 1919w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2019/12/FILME-IT-A-COISA-300x130.jpg 300w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2019/12/FILME-IT-A-COISA-1024x443.jpg 1024w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2019/12/FILME-IT-A-COISA-768x332.jpg 768w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2019/12/FILME-IT-A-COISA-1536x664.jpg 1536w" sizes="auto, (max-width: 1919px) 100vw, 1919px" /></p>
<p>Link do vídeo: <span style="color: #003300;"><strong><a style="color: #003300;" href="https://www.youtube.com/watch?v=UllUiLEXB_g" target="_blank" rel="noopener noreferrer">IT A COISA</a></strong></span></p>
<h2 style="text-align: center;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">SINOPSE E CRÍTICA &#8211; FILME IT A COISA</span></h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">A sequência que registra o capital desaparecimento de Georgie (Jackson Robert Scott) já dá uma boa ideia do tom deste It: A Coisa. Diferentemente da sugestão (às vezes frouxa) recorrente no fraco It: </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Uma Obra-Prima do Medo (1990), primeira versão cinematográfica – na realidade, televisiva – de um dos famosos livros de Stephen King, aqui a violência é mais <strong><a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/bill-skarsgard/">gráfica.</a></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">O cineasta Andy Muschietti não se furta de apresentar imagens verdadeiramente chocantes, como a do garoto recém-amputado se debatendo para desvencilhar-se do palhaço macabro que o puxa para dentro do bueiro.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Aliás, Pennywise (Bill Skarsgård) se mostra uma figura ameaçadora desde o princípio. Ele aterroriza as crianças com seu olhar perverso, cujo impacto é acentuado pela voz que inequivocamente denota perigo extremo, sem valer-se da caracterização clássica do clown para propriamente seduzi-las.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">É uma representação mais brutal dessa entidade logo combatida por amigos chamados de perdedores pelos valentões da escola.</span></p>
<p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11706 size-full" src="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2019/12/FILME-IT-A-COISA-1.jpg" alt="FILME IT A COISA" width="949" height="394" title="FILME IT A COISA 29" srcset="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2019/12/FILME-IT-A-COISA-1.jpg 949w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2019/12/FILME-IT-A-COISA-1-300x125.jpg 300w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2019/12/FILME-IT-A-COISA-1-768x319.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 949px) 100vw, 949px" /></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Focando apenas na parte inicial da história, ou seja, nos protagonistas ainda jovens enfrentando problemas inerentes à aproximação da adolescência, It: A Coisa possui tempo e interesse suficientes para estofar os personagens com algo mais que pavor e necessidade de resistência ao <strong><a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/jaeden-martell/">bizarro.</a></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Na medida em que acompanhamos os contatos individuais da turma liderada por Bill (Jaeden Lieberher) com o “palhaço dançarino” que os persegue, temos boas pitadas das dificuldades mundanas pelas quais todos passam.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Um dos traços acentuados nesse sentido é a reincidência da opressão oriunda dos pais e das mães, e, num âmbito amplo, do descaso dos adultos com relação aos infantes em crescimento.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Portanto, em meio à descoberta de uma coisa grotesca que se alimenta do medo e da carne dos desaparecidos, eles precisam lidar com as demandas de progenitores abusivos, superprotetores, agressivos, ou simplesmente com a falta de alguém que lhes guie melhor pela senda de dúvidas e incertezas invariavelmente percorrida.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Especificamente no que diz respeito ao horror, It: A Coisa é calcado demasiadamente na esfera do susto, it a coisa filme completo dublado.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">No mais das vezes, as súbitas aparições de Pennywise ou de alguma tradução fantasiosa do temor alheio são valorizadas para além de suas presenças, do que decorre um efeito imediato e pouco duradouro.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">A repetição e o acúmulo disso depõem contra a permanência do estado de suspensão. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Embora bem-sucedido ao trabalhar o lado humano e, portanto, prosaico da trama, o realizador falha ao tentar compor uma atmosfera constante de tensão, exatamente por apostar mais no impacto dos instantes.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">O roteiro é ligeiramente esquemático, especialmente no que concerne à apresentação dos jovens afetados diretamente pelo palhaço, e acaba preterindo certos coadjuvantes em detrimento do senso de unidade.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Mike (Chosen Jacobs) é bastante subaproveitado, enquanto Richie (Finn Wolfhard) rouba seguidamente as atenções com tiradas engraçadas.</span></p>
<p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-11707 aligncenter" src="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2019/12/IT.jpg" alt="FILME IT A COISA" width="949" height="536" title="FILME IT A COISA 30" srcset="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2019/12/IT.jpg 949w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2019/12/IT-300x169.jpg 300w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2019/12/IT-768x434.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 949px) 100vw, 949px" /></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">O Filme se passa no fim dos anos 80. Inteligentemente, objetos próprios à época são dispostos em cena para que a ambiência soe verossímil. No quarto de um dos garotos podemos ver um pôster de Os Fantasmas se Divertem (1988), enquanto no walkman do outro toca o “novo” sucesso do New Kids on the Block.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">O Pennywise de Bill Skarsgård é selvagem, destituído do apelo prévio da concepção icônica de Tim Curry do “parcimonioso” na produção <strong><a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/finn-wolfhard/">noventista. </a></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Derry, a cidade interiorana que serve de cenário, não ganha uma aura especial, sendo apenas um pano de fundo conveniente por reunir os protagonistas e ser palco histórico das peripécias do vilão sedento de sangue.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Curiosamente, a singularidade dos medos ganha pouco relevo, perdendo em importância à construção da amizade que propicia aos colegas encararem com alguma chance de êxito o perigo secular.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">O filme possui ótimos momentos, em que cativa e amedronta, mas tem dificuldade para integrar as suas instâncias.</span></p>
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		<title>FILME MARIA E JOÃO O CONTO DAS BRUXAS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Moisés Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 Dec 2019 23:46:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CINEMA]]></category>
		<category><![CDATA[Alice Krige]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Fantasia]]></category>
		<category><![CDATA[Osgood Perkins (II)]]></category>
		<category><![CDATA[Samuel Leakey]]></category>
		<category><![CDATA[Sophia Lillis]]></category>
		<category><![CDATA[Suspense]]></category>
		<category><![CDATA[Terror]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>FILME MARIA E JOÃO O CONTO DAS BRUXAS Filme Maria e João o Conto das Bruxas, há muito tempo, em um campo distante, Maria (Sophia Lillis) leva seu irmãozinho João (Sammy Leakey) a um bosque escuro, em uma busca desesperada por comida e trabalho. Quando eles encontram Holda (Alice Krige), uma misteriosa mulher que reside &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1 class="titlebar-title titlebar-title-lg">FILME MARIA E JOÃO O CONTO DAS BRUXAS</h1>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Filme Maria e João o Conto das Bruxas, há muito tempo, em um campo distante, Maria (Sophia Lillis) leva seu irmãozinho João (Sammy Leakey) a um bosque escuro, em uma busca desesperada por comida e trabalho.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Quando eles encontram Holda (Alice Krige), uma misteriosa mulher que reside na floresta, os dois irmãos descobrem que nem todo conto de fadas termina bem.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-11613 aligncenter" src="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Design-sem-nome-2019-12-14T204035.585.jpg" alt="FILME MARIA E JOÃO O CONTO DAS BRUXAS" width="1200" height="628" title="FILME MARIA E JOÃO O CONTO DAS BRUXAS 34" srcset="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Design-sem-nome-2019-12-14T204035.585.jpg 1200w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Design-sem-nome-2019-12-14T204035.585-300x157.jpg 300w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Design-sem-nome-2019-12-14T204035.585-1024x536.jpg 1024w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Design-sem-nome-2019-12-14T204035.585-768x402.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Link do vídeo: <span style="color: #003300;"><strong><a style="color: #003300;" href="https://www.youtube.com/watch?v=VZq7pluVZNM&amp;feature=youtu.be" rel="noopener">MARIA E JOÃO: O CONTO DAS BRUXAS</a></strong></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Data de lançamento: 20 de fevereiro de 2020</span><br />
<span style="font-size: 14pt;">Direção: <strong><a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/osgood-perkins-ii/">Osgood Perkins (II)</a></strong></span><br />
<span style="font-size: 14pt;">Elenco: <strong><a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/sophia-lillis/">Sophia Lillis</a></strong>, Alice Krige, <strong><a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/samuel-leakey/">Samuel Leakey</a></strong> mais</span><br />
<span style="font-size: 14pt;">Gêneros: Terror, Fantasia, Suspense</span><br />
<span style="font-size: 14pt;">Nacionalidade: EUA</span></p>
<h2>FILME MARIA E JOÃO O CONTO DAS BRUXAS</h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Comumente, a muito disseminada história na qual este filme se baseia (casa de doces, bruxas engordando crianças, lembram?), oriunda da tradição oral, mas popularizada pela célebre versão dos irmãos Grimm – conforme consta, amenizada para caber no gosto da burguesia do século 19, mas originalmente uma narrativa dura sobre as agruras da Idade Média –, traz aqui, no título, o menino depois da irmã. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">A inversão não é um mero capricho, ou algo feito simplesmente para soar alinhado com a contemporaneidade mais atenta ao feminino. Maria e João: </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">O Conto das Bruxas, além de ser protagonizado pela menina, carrega nas tintas fabulares para desenhar uma espécie de disputa ontológica, porém, delineando paulatinamente o reverso do socialmente cristalizado. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Desde o princípio sobressaem as várias “migalhas de pão” deixadas ao longo da trama pelo cineasta Oz Perkins, pistas sintomáticas, tais como a forma absolutamente corajosa com a qual Maria (Sophia Lillis) lida com o assédio de um possível empregador. Ela não cede, mas acaba sendo punida.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-13085 aligncenter" src="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2019/12/FILME-MARIA-E-JOÃO-O-CONTO-DAS-BRUXAS.png" alt="FILME MARIA E JOÃO O CONTO DAS BRUXAS" width="690" height="446" title="FILME MARIA E JOÃO O CONTO DAS BRUXAS 35" srcset="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2019/12/FILME-MARIA-E-JOÃO-O-CONTO-DAS-BRUXAS.png 690w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2019/12/FILME-MARIA-E-JOÃO-O-CONTO-DAS-BRUXAS-300x194.png 300w" sizes="auto, (max-width: 690px) 100vw, 690px" /></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Essa relação entre a resistência da jovem e o castigo aponta, sutilmente, a toda uma coletividade edificada sobre as bases do machismo, da prevalência dos desígnios do homem e da consequente subserviência da mulher. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Adiante, num jogo de xadrez, o diálogo é igualmente carregado de entrelinhas que dão conta dessa tensão, com a personagem falando da necessidade de subjugar o rei e deixar a rainha protegida. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Todavia, Maria e João: O Conto das Bruxas não vale apenas o quanto pesa esse subtexto bem trabalhado, mas, em semelhante medida, por seu arcabouço estético decalcado do imaginário dos contos de fadas. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">O realizador não se furta de criar florestas expressivamente aterrorizantes, de abusar de feixes de luz cortando a escuridão com a valorização das camadas de neblina. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Perkins, mais ou menos como fizera Neil Jordan em A Companhia dos Lobos (1984), almeja a estilização, enche o filme de uma iconografia muito própria, mas também se vale de símbolos conhecidíssimos, por exemplo, o pontudo chapéu de bruxa, disposto para gerar familiaridade.</span></p>
<h3>FILME MARIA E JOÃO O CONTO DAS BRUXAS</h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;"><em>Maria e João: O Conto das Bruxas</em> oferece um terror atmosférico, filtrando tudo por um prisma propositalmente irrealista, fabular, ao qual é importante ressaltar a dominante psicológica de cada cena e sublinhar o efeito do clima na experiência dos personagens. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Ao mesmo tempo, adentra orgulhosamente, à sua maneira, na seara da fantasia. Nesse conjunto harmonioso, são fraquezas os <em>jump scares</em> desnecessários, que entram na equação como execução burocrática do que se esperaria de um filme de horror, e a debilidade de determinadas passagens sustentadas demasiadamente na mera exposição. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Em dado momento, a bruxa se dignifica a esclarecer as diferenças entre lenda e realidade, num procedimento semelhante ao “monólogo do vilão”, aquele expediente tão presente nos filmes de super-heróis em que o malvado explica o plano antes de consumar algo tétrico. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">De modo parecido, algumas figuras passageiras pouco acrescentam, a não ser como simples indícios. São pontuais senões, contudo, que não eclipsam de todo a força do longa-metragem.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-13086 aligncenter" src="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2019/12/FILME-MARIA-E-JOÃO-O-CONTO-DAS-BRUXAS-1.png" alt="FILME MARIA E JOÃO O CONTO DAS BRUXAS" width="688" height="451" title="FILME MARIA E JOÃO O CONTO DAS BRUXAS 36" srcset="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2019/12/FILME-MARIA-E-JOÃO-O-CONTO-DAS-BRUXAS-1.png 688w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2019/12/FILME-MARIA-E-JOÃO-O-CONTO-DAS-BRUXAS-1-300x197.png 300w" sizes="auto, (max-width: 688px) 100vw, 688px" /></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Oz Perkins – filho de Anthony Perkins, o Norman Bates de <em>Psicose</em> (1960) – explora com habilidade um repertório bastante singular de códigos e minúcias que tratam de adensar, principalmente, a distensão entre homens e mulheres.</span></p>
<h3>FILME MARIA E JOÃO O CONTO DAS BRUXAS</h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;"><a href="https://pontosdecontato.com.br/cinema/filme-a-festa-de-formatura/">A bruxa vestida de negro “</a>dentro” do triângulo é uma presença e tanto, potente imageticamente. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Aliás, essa forma geométrica é recorrente, aparecendo na abertura que serve ao olho bisbilhoteiro e na choupana da anfitriã de modos <a href="https://www.youtube.com/watch?v=VZq7pluVZNM&amp;feature=youtu.be" rel="noopener">suspeitos. </a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Aliás, a casa é enquadrada frequentemente junto às fases da lua a fim de demarcar a passagem do tempo e criar uma bela associação poética. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Mas, equivalentemente importante é a compreensão da conexão de Maria com a natureza e seu elo com Holda (Alice Krige, excelente). </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Elas são irmanadas por um sagrado de contornos profanos. Enquanto a primogênita se comunica com árvores, o caçula, João (Samuel Leakey), é talhado para machada-las, ou seja, cortar determinados “maus”. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">A metáfora dos lugares distintos ocupados por homens e mulheres é forte e reverbera.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="titlebar-btn-holder"></div>
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		<title>FILME A ILHA DA FANTASIA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Moisés Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 Nov 2019 20:35:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CINEMA]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Fantasia]]></category>
		<category><![CDATA[Jeff Wadlow]]></category>
		<category><![CDATA[Jimmy O. Yang]]></category>
		<category><![CDATA[Lucy Hale]]></category>
		<category><![CDATA[Michael Peña]]></category>
		<category><![CDATA[Terror]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>FILME A ILHA DA FANTASIA Filme A Ilha da Fantasia, em uma ilha mágica no meio do Oceano Pacífico oferece aos seus visitantes a possibilidade de realizar seus sonhos e viver aventuras que parecem impossíveis em qualquer outro lugar. Porém, como avisa o anfitrião da ilha, Sr. Roarke (Michael Pena), realizar seus desejos pode não &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1>FILME A ILHA DA FANTASIA</h1>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Filme A Ilha da Fantasia, em uma ilha mágica no meio do Oceano Pacífico oferece aos seus visitantes a possibilidade de realizar seus sonhos e viver aventuras que parecem impossíveis em qualquer outro lugar.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Porém, como avisa o anfitrião da ilha, Sr. Roarke (Michael Pena), realizar seus desejos pode não acontecer da maneira esperada.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Data de lançamento: 13 de fevereiro de 2020</span><br />
<span style="font-size: 14pt;">Direção: <strong><a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/jeff-wadlow/">Jeff Wadlow</a></strong></span><br />
<span style="font-size: 14pt;">Elenco: <strong><a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/michael-pena/">Michael Peña</a></strong>, <strong><a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/jimmy-o-yang/">Jimmy O. Yang</a></strong>, <strong><a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/lucy-hale/">Lucy Hale</a></strong> mais</span><br />
<span style="font-size: 14pt;">Gêneros: Fantasia, Terror</span><br />
<span style="font-size: 14pt;">Nacionalidade: EUA</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Link do vídeo: <span style="color: #008000;"><strong><a style="color: #008000;" href="https://youtu.be/bzv1PNxoUtM" rel="noopener">FILME A ILHA DA FANTASIA</a></strong></span></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Críticas e Sinopse &#8211; Filme A Ilha da Fantasia</h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Mas quem cresceu no fim dos anos 70, deve se lembrar da série de TV A Ilha da Fantasia, que foi produzida entre 1978 a 1984. O programa tinha como protagonistas o Sr. Roarke  e o seu fiel gerente, Tattoo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">E a fórmula dos episódios era simples: Tattoo anunciava a chegada dos hóspedes a ilha e o Sr. Roarke os recebia e os apresentava para os espectadores revelando a fantasia atendida.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Após 35 anos A Ilha da Fantasia retornará, na forma de filme que flerta com elementos do terror. A nova abordagem é uma ideia interessante, que infelizmente nunca saí do papel.</span></p>
<figure id="attachment_12575" aria-describedby="caption-attachment-12575" style="width: 698px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-12575" src="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2019/11/Filme-A-ilha-da-fantasia-pontos-de-contato.jpg" alt="filme a Ilha da Fantasia" width="698" height="441" title="FILME A ILHA DA FANTASIA 39" srcset="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2019/11/Filme-A-ilha-da-fantasia-pontos-de-contato.jpg 698w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2019/11/Filme-A-ilha-da-fantasia-pontos-de-contato-300x190.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 698px) 100vw, 698px" /><figcaption id="caption-attachment-12575" class="wp-caption-text">filme a Ilha da Fantasia</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Mas as belezas naturais da locação escolhida para o filme, são uma das poucas coisas boas neste longa de terror que nunca dá medo, aterroriza ou faz com que nós importemos com os protagonistas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">E a sinopse oficial do filme diz: “O enigmático sr. Roarke transforma em realidade os sonhos secretos dos convidados sortudos de sua ilha tropical em realidade.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Mas quando as fantasias se transformam em pesadelos, os convidados terão que resolver o mistério da ilha, pois só assim conseguirão sair de lá com vida”.</span></p>
<h3>Filme A Ilha da Fantasia</h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Em tempos onde ter uma marca conhecida é (comercialmente) mais importante que uma boa ideia, não é de surpreender que<em> Ilha da Fantasia</em> migre para o cinema. Na verdade, até demorou.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;"> Sucesso absoluto ao longo das temporadas exibidas entre 1977 e 1984, o programa entrou para o imaginário popular ao eternizar personagens como o anão Tattoo e o misterioso sr. Roarke, ao menos para quem hoje está na casa dos 40 ou 50 anos. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Por outro lado, tamanha demora no <em>reboot</em> fez com que toda uma geração &#8211; talvez duas &#8211; desconheça por completo a série.</span></p>
<h3>filme a ilha da fantasia completo</h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Nesta tentativa de (re)aproximação com o público mais jovem, veio então a produtora Blumhouse com a proposta de transformar a história em um filme de terror. Quer dizer, mais ou menos.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-13733" src="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2019/11/FILME-A-ILHA-DA-FANTASIA.jpg" alt="FILME A ILHA DA FANTASIA" width="684" height="492" title="FILME A ILHA DA FANTASIA 40" srcset="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2019/11/FILME-A-ILHA-DA-FANTASIA.jpg 684w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2019/11/FILME-A-ILHA-DA-FANTASIA-300x216.jpg 300w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2019/11/FILME-A-ILHA-DA-FANTASIA-150x108.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 684px) 100vw, 684px" /></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Por mais que a trilha sonora de Bear McCreary instigue bastante rumo ao suspense fabricado artificialmente e o filme recorra a muitos (e muitos) clichês batidos do cinema de terror, <em>A Ilha da Fantasia</em> aparenta estar sempre com o freio de mão puxado. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Com isso, trata-se de um filme sangrento que volta e meia esconde o sangue ou cenas mais fortes, através da edição ou mesmo do enquadramento de câmera, em busca de uma classificação indicativa mais branda &#8211; ficou com o conveniente PG-13, de olho no público adolescente. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Ou seja, mesmo quando o filme insinua que pode causar algum medo, seu próprio formato lhe dá uma rasteira. Ah, esses produtores que pensam mais na bilheteria do que em qualidade&#8230;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Ainda assim, há muitos outros problemas a olho nu. Um deles é o número excessivo de protagonistas, o que demanda um tempo considerável para esmiuçar e, posteriormente, degringolar cada historieta.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;"> Soma-se a isso a fragilidade geral de tais personagens, todos presos a arquétipos pré-definidos que, em alguns casos, irritam à primeira vista &#8211; como suportar os irmãos que fazem <em>high five</em> a cada dois minutos em cena? </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Soma-se a isso a falta de qualidade no elenco escolhido, muitos de uma canastrice estonteante. Mesmo o competente Michael Peña surge contido e apático, em um personagem mais preocupado em manter um certo mistério, seja ele qual for, do que propriamente em ter algum desenvolvimento narrativo. Pífio.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Poderia ainda falar dos muitos diálogos tenebrosos espalhados aqui e ali, com variados personagens, ou ainda da insólita (e inútil) participação de Michael Rooker, sem o visual azulado de Yondu, mas é melhor abordar o roteiro escrito pelo trio Jillian Jacobs, Christopher Roach e Jeff Wadlow. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Vítima da síndrome de Shyamalan, no sentido de provocar uma série de reviravoltas inusitadas em busca de insinuar uma suposta inteligência &#8211; ressalva para <em>suposta</em> -, seu desfecho é uma pá de cal ao que já não caminhava bem.</span></p>
<h3>filme a ilha da fantasia dublado</h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Por mais que até dê algum sentido àquela trupe ali reunida, o final é tão exagerado e brusco, narrativamente falando, que não pode ser descrito de outra forma além de um mero truque. Mal executado, é claro.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-13734" src="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2019/11/FILME-A-ILHA-DA-FANTASIA-1.jpg" alt="FILME A ILHA DA FANTASIA" width="685" height="310" title="FILME A ILHA DA FANTASIA 41" srcset="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2019/11/FILME-A-ILHA-DA-FANTASIA-1.jpg 685w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2019/11/FILME-A-ILHA-DA-FANTASIA-1-300x136.jpg 300w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2019/11/FILME-A-ILHA-DA-FANTASIA-1-150x68.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 685px) 100vw, 685px" /></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Em meio a tantos problemas conceituais e de escalação, não há direção que dê jeito. Jeff Wadlow merecidamente afunda junto com o filme, tamanha sua falta de imaginação em deixar de lado a receita de bolo que ronda os suspenses picaretas, lançados ano sim e no outro também.</span></p>
<h3>ilha da fantasia filme</h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Com ecos de <em>Lost</em> (2004-2010) e uma pitada de <em>Westworld</em> (2016-), no sentido que os visitantes da ilha podem realizar seus desejos mais íntimos, <em>A Ilha da Fantasia</em> nada mais é do que uma versão preguiçosa da série que tanto sucesso fez, tempos atrás. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Uma pena, até mesmo porque não é do feitio da Blumhouse ser tão condescendente assim.</span></p>
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		<title>FILME ZUMBILÂNDIA: ATIRE DUAS VEZES</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Moisés Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 Nov 2019 18:36:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CINEMA]]></category>
		<category><![CDATA[Ação]]></category>
		<category><![CDATA[Comédia]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Jesse Eisenberg]]></category>
		<category><![CDATA[mma Stone]]></category>
		<category><![CDATA[Ruben Fleischer]]></category>
		<category><![CDATA[Terror]]></category>
		<category><![CDATA[Woody Harrelson]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>FILME ZUMBILÂNDIA: ATIRE DUAS VEZES Assista ao filme Zumbilândia Atire Duas Vezes, no filme anos depois de se unirem para atravessar o início da epidemia zumbi nos Estados Unidos, Columbus (Jesse Eisenberg), Tallahassee (Woody Harrelson), Wichita (Emma Stone) e Little Rock (Abigail Breslin) seguem buscando novos lugares para habitação e sobrevivência. Quando decidem ir até a &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1 style="text-align: left;">FILME ZUMBILÂNDIA: ATIRE DUAS VEZES</h1>
<p style="text-align: justify;">Assista ao filme Zumbilândia Atire Duas Vezes, no filme anos depois de se unirem para atravessar o início da epidemia zumbi nos Estados Unidos, Columbus (Jesse Eisenberg), Tallahassee (Woody Harrelson), Wichita (Emma Stone) e Little Rock (Abigail Breslin) seguem buscando novos lugares para habitação e sobrevivência.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando decidem ir até a Casa Branca, acabam encontrando outros sobreviventes e percebem que novos rumos podem ser explorados.</p>
<p style="text-align: justify;">Data de lançamento: 24 de outubro de 2019 (1h 39min)<br />
Direção: <strong><a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/ruben-fleischer/">Ruben Fleischer</a></strong><br />
Elenco: <strong><a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/woody-harrelson/">Woody Harrelson</a></strong>, <strong><a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/jesse-eisenberg/">Jesse Eisenberg</a></strong>, <strong><a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/mma-stone/">Emma Stone</a></strong> mais<br />
Gêneros: <strong><a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/comedia/">Comédia</a></strong> , <strong><a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/terror/">Terror,</a></strong> <strong><a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/acao/">Ação</a></strong><br />
Nacionalidade: <strong><a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/eua/">EUA</a></strong></p>
<p>Link do vídeo: <span style="color: #339966;"><strong><a style="color: #339966;" href="https://www.youtube.com/watch?v=PM9eYdhkRzM&amp;feature=youtu.be" rel="noopener">FILME ZUMBILÂNDIA: ATIRE DUAS VEZES</a></strong></span></p>
<h2>CRÍTICA E SINOPSE</h2>
<p style="text-align: justify;">Quase dez anos após a história original, <em>Zumbilândia: Atire Duas Vezes</em> resgata o humor autoparódico e metalinguagem (ou seja, a consciência de estarmos dentro de uma ficção que não se leva a sério), além de uma metralhadora de referências da cultura pop como formas de acenos para os espectadores se sentirem contemplados ao identificarem cada citação a personagens, filmes ou séries.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-257148" src="https://www.papodecinema.com.br/wp-content/uploads/2019/09/20190930-zumbilndia-atire-duas-vezes-papo-de-cinema-banner-750x314.jpg" alt="FILME ZUMBILÂNDIA: ATIRE DUAS VEZES" width="750" height="314" title="FILME ZUMBILÂNDIA: ATIRE DUAS VEZES 45"></p>
<p style="text-align: justify;">O começo talvez forneça a parte mais interessante da narrativa, por se preocupar menos em fazer a história avançar e simplesmente aproveitar o confronto da “família” enfrentando zumbis.</p>
<p style="text-align: justify;">A luta de Columbus, Tallahassee (Woody Harrelson), Wichita (Emma Stone) e Little Rock (Abigail Breslin) contra mortos-vivos diante da Casa Branca, embalados em trilha sonora rock e com muito sangue espirrando em câmera lenta, traz um espírito livre e inconsequente, que honra muito bem o filme original, mas que jamais retorna por completo no decorrer desta continuação.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso ocorre porque, estabelecida a premissa de que o grupo se tornou profissional no combate a zumbis, existem poucos desafios reais à frente, cabendo a eles apenas buscar a liberdade ou sonhar com o encontro de um par romântico.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Zumbilândia 2</em> é bastante generoso neste aspecto. Construído como <em>road movie</em>, o roteiro trata basicamente de descobrir um novo amor a cada protagonista, enquanto recorre a artifícios de roteiro bruscos e artificiais para avançar a trama – separar o grupo inseparável, confrontá-los a um tipo mais forte de zumbi.</p>
<p style="text-align: justify;">No que diz respeito aos mortos-vivos, aliás, o filme não atribui uma importância muito grande aos inimigos: embora cite uma nova espécie de zumbi mais fortes, para aumentar a tensão e os riscos, o diretor Ruben Fleischer extrai pouco conflito deste elemento, relegado ao segundo plano.</p>
<p style="text-align: justify;">Pelo caráter inconsequente, o projeto não se incomoda em introduzir guinadas abruptas nos personagens e na trama, talvez pouco justificáveis em termos de verossimilhança, porém funcionais enquanto motores cômicos. O diretor não se priva se sacrificar a lógica em nome de alguns risos e mais.</p>
<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-257143" src="https://www.papodecinema.com.br/wp-content/uploads/2019/09/20190930-zumbilndia-atire-duas-vezes-papo-de-cinema-2-750x312.jpg" alt="FILME ZUMBILÂNDIA: ATIRE DUAS VEZES" width="750" height="312" title="FILME ZUMBILÂNDIA: ATIRE DUAS VEZES 46"></p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto comédia, portanto, o resultado funciona muito bem: Zoey Deutch, em especial, se diverte bastante com a versão descolada da “loira burra”, prima distante de Elle Woods de <em>Legalmente Loira</em> (2001).</p>
<p style="text-align: justify;">Luke Wilson e Thomas Middleditch também exploram ao máximo o potencial cômico de seus personagens-convidados, despertando a curiosa sensação de que, neste segundo filme, os personagens coadjuvantes ganham mais oportunidades de humor do que os protagonistas.</p>
<p style="text-align: justify;">Emma Stone e Abigail Breslin têm pouco a fazer em cena, especialmente esta última, ainda que se mostrem confortáveis com os diálogos. De certo modo, o quarteto central serve para trazer alguma forma de drama realista ao cenário fantástico, equilibrando o tom e impedindo que as configurações familiares avancem de fato.</p>
<p style="text-align: justify;">Os personagens se deslocam bastante, apenas para permanecerem na estrutura que já interessava ao diretor desde o primeiro filme.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, a exemplo do “carro monstro” do terço final, a narrativa gira em círculos, porém consciente disso, e buscando exatamente esta forma de dinamismo que não implique uma mudança real nos personagens. A</p>
<p style="text-align: justify;">s cenas de ação, pouco numerosas, são bem construídas, com destaque para um plano-sequência dentro de uma casa-museu dedicada a Elvis Presley.</p>
<p style="text-align: justify;">O teor sangrento, com crânios destruídos e sangue jorrando pelos ares, ainda se faz presente, embora Fleischer não possua qualquer prazer no <em>gore</em> em si, privilegiando os diálogos à matança. <em>Zumbilândia: </em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Atire Duas Vezes</em> acaba por solucionar relativamente bem o paradoxo das sequências, que consiste em fornecer mais do mesmo (afinal, só existe a segunda parte devido à boa aceitação da primeira) sem se repetir, nem ferir a estrutura criada anteriormente.</p>
<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-257146" src="https://www.papodecinema.com.br/wp-content/uploads/2019/09/20190930-zumbilndia-atire-duas-vezes-papo-de-cinema-5-750x370.jpg" alt="FILME ZUMBILÂNDIA: ATIRE DUAS VEZES" width="750" height="370" title="FILME ZUMBILÂNDIA: ATIRE DUAS VEZES 47"></p>
<p style="text-align: justify;">Com duração enxuta, ritmo acelerado e diálogos sarcásticos, o filme cumpre a premissa de uma diversão pop, ajustada ao público adolescente, para quem é mais importante a sensação de pertencimento (a compreensão das referências, o humor momentâneo de cada cena) do que a descoberta de algo novo, capaz de aprofundar e desenvolver a premissa original.</p>
<p style="text-align: justify;">O projeto é adaptado à época de <em>memes</em> e <em>gifs</em>, buscando suas próprias piadas virais e frases dignas de compartilhamento nas redes sociais, além da inevitável surpresa durante os créditos.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste sentido, se traduz num programa modesto como forma de cinema, mas significativo enquanto sintoma dos nossos tempos e da adequação da indústria à linguagem da nova juventude.</p>
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