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	<title>Rebecca Ferguson &#8211; Pontos de Contato &#8211; Revista sobre Publicidade, Propaganda e Marketing</title>
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	<description>Um espaço para dialogar sobre Comunicação e Marketing. Um lugar para trocar informações sobre as práticas do mercado aliando opinião com notícias e pesquisa</description>
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	<title>Rebecca Ferguson &#8211; Pontos de Contato &#8211; Revista sobre Publicidade, Propaganda e Marketing</title>
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		<title>Filme O Menino que Queria Ser Rei</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Moisés Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jan 2020 19:29:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CINEMA]]></category>
		<category><![CDATA[Aventura]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
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		<category><![CDATA[Joe Cornish]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Filme O Menino que Queria Ser Rei Filme O Menino que Queria Ser Rei, Alex (Louis Serkis) é um garoto que enfrenta problemas no colégio, por sempre defender o amigo Bedders (Dean Chaumoo) dos valentões Lance (Tom Taylor) e Kaye (Rhianna Dorris). Um dia, ao fugir da dupla, ele se esconde em um canteiro de &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1 style="text-align: center;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Filme O Menino que Queria Ser Rei</span></h1>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Filme O Menino que Queria Ser Rei, Alex (Louis Serkis) é um garoto que enfrenta problemas no colégio, por sempre defender o amigo Bedders (Dean Chaumoo) dos valentões Lance (Tom Taylor) e Kaye (Rhianna Dorris). </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Um dia, ao fugir da dupla, ele se esconde em um canteiro de obras abandonado. Lá encontra uma espada encravada em uma pedra, da qual retira com grande facilidade. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">O que Alex não sabia era que a espada era a lendária Excalibur e que, como seu novo portador, precisa agora enfrentar a meia-irmã do rei Arthur, Morgana (Rebecca Ferguson), que está prestes a retomar seu poder. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Para tanto, ele conta com a ajuda do mago Merlin (Angus Imrie), transformado em uma versão bem mais jovem.</span></p>
<p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Link do filme: Filme <span style="color: #003300;"><strong><a style="color: #003300;" href="https://www.youtube.com/watch?v=27DGaF-wXDA" target="_blank" rel="noopener noreferrer">O Menino que Queria Ser Rei</a></strong></span></span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-11981 aligncenter" src="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/01/Filme-O-Menino-que-Queria-Ser-Rei.jpg" alt="Filme O Menino que Queria Ser Rei" width="1200" height="540" title="Filme O Menino que Queria Ser Rei 4" srcset="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/01/Filme-O-Menino-que-Queria-Ser-Rei.jpg 1200w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/01/Filme-O-Menino-que-Queria-Ser-Rei-300x135.jpg 300w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/01/Filme-O-Menino-que-Queria-Ser-Rei-1024x461.jpg 1024w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/01/Filme-O-Menino-que-Queria-Ser-Rei-768x346.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Data de lançamento 31 de janeiro de 2019 (2h 00min)</span><br />
<span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Direção: <strong><a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/rebecca-ferguson/">Joe Cornish</a></strong></span><br />
<span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Elenco: Louis Serkis, Tom Taylor (IV), Rebecca Ferguson mais</span><br />
<span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Gêneros: Família, Fantasia, Aventura</span><br />
<span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Nacionalidade: Reino Unido</span></p>
<h2 style="text-align: center;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">SINOPSE E CRÍTICA</span></h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Alex (Louis Ashbourne Serkis, filho do ator e diretor Andy Serkis) é um menino comum que lida diariamente com valentões e demais pressões escolares/familiares.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;"> Similar a outros tantos heróis da ficção, como o próprio protagonista bem sublinha em determinado momento de O Menino que Queria ser Rei (pena que essa autoconsciência não se repete), lá pelas tantas se descobre especial, o único capaz de tirar a mítica Excalibur da pedra, o que lhe distingue automaticamente como rei da Grã Bretanha. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Então, se alinha aos por ele mencionados Harry Potter e Luke Skylwalker, pois também é um Zé Ninguém repentinamente diante de sua insuspeita excepcionalidade. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Assim como os semelhantes famosos, tem de encarar uma missão cuja magnitude ultrapassa suas perspectivas pré-adolescentes, para isso conduzindo um quarteto de cavaleiros improvisados rumo ao embate com Morgana (Rebecca Ferguson, de trabalho apagado), feiticeira aprisionada que utiliza espíritos desgraçados para ajuda-la a dominar o reino.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;"> A pegada é abertamente infantojuvenil, com um bom começo, exatamente esse instante em que às demandas ordinárias é acrescido o viés <strong><a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/tom-taylor-iv/">extraordinário.</a></strong></span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-11982 aligncenter" src="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/01/Filme-O-Menino-que-Queria-Ser-Rei-1.jpg" alt="Filme O Menino que Queria Ser Rei" width="942" height="629" title="Filme O Menino que Queria Ser Rei 5" srcset="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/01/Filme-O-Menino-que-Queria-Ser-Rei-1.jpg 942w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/01/Filme-O-Menino-que-Queria-Ser-Rei-1-300x200.jpg 300w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/01/Filme-O-Menino-que-Queria-Ser-Rei-1-768x513.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 942px) 100vw, 942px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">O Menino que Queria ser Rei vai semeando ao longo de seu desenvolvimento alguns subtextos pretensamente relevantes e basilares, como a relação singular de Alex com seus genitores.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Ele sente saudade do pai que se fora e tem dificuldades cotidianas com a mãe diligente que obviamente não acredita na lenda, nem quando aparece em sua casa a magnífica espada antiga. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Passada a fase em que o menino precisa, primeiro, convencer-se de seu destino e, segundo, persuadir os colegas de que a verdade possui dimensões inimagináveis, o filme descamba para uma aventura com esparsos momentos de emoção e frequentes tentativas malfadadas de substanciar a ligação possivelmente conflituosa dos personagens. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Recorrendo à dinâmica extraída na lenda arturiana, o roteiro confere imprescindibilidade ao recrutamento dos até então “inimigos” Lance (Tom Taylor) e Kaye (Rhianna Dorris), outrora responsáveis pelos infortúnios diários de Alex e de seu melhor amigo, Bedders (Dean Chaumoo). Durante o deslocamento para um destino capital, essas rusgas são subaproveitadas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Temperada com ocasionais aparições de asseclas flamejantes, a jornada carece de consistência exatamente porque seu fundamento, ou seja, a evolução rumo à formação de uma equipe heroica, é estabelecido de maneira superficial.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;"> Longe de configurar-se numa constante motivadora, a desconfiança quanto à lealdade de Lance rende uma boa sequência, mas logo é enfraquecida por um movimento canhestro que visa forçar a prevalência da amizade.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;"> Bedders, o medíocre, Lance, o ganancioso, e Kaye, a inexperiente, devem se livrar de suas respectivas pechas para auxiliar o claudicante Alex a salvar o Reino Unido – sim, pois sempre que a ameaça é mencionada apenas o território britânico é entendido como digno de salvaguarda.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;"> Os efeitos especiais de O Menino que Queria ser Rei dão conta do recado, especialmente no que concerne ao visual dos capangas, esqueletos em combustão, assim como suas montarias.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;"> O que compromete o conjunto é a crescente morosidade no enfrentamento dos perigos. As nuances sucumbem diante de resoluções simplistas e céleres.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-11983 aligncenter" src="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/01/Filme-O-Menino-que-Queria-Ser-Rei-2.jpg" alt="Filme O Menino que Queria Ser Rei" width="942" height="632" title="Filme O Menino que Queria Ser Rei 6" srcset="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/01/Filme-O-Menino-que-Queria-Ser-Rei-2.jpg 942w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/01/Filme-O-Menino-que-Queria-Ser-Rei-2-300x201.jpg 300w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/01/Filme-O-Menino-que-Queria-Ser-Rei-2-768x515.jpg 768w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/01/Filme-O-Menino-que-Queria-Ser-Rei-2-110x75.jpg 110w" sizes="auto, (max-width: 942px) 100vw, 942px" /></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Todavia, o calcanhar de Aquiles de O Menino que Queria ser Rei é o falso fim, culpa do roteiro que valoriza o solavanco, e mais especificamente o<strong><a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/louis-serkis/"> sobrevisto. </a></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Em dado ponto do enredo, a intriga parece solucionada, embora o &#8220;clímax&#8221; tenha pouca força dramática. Então, o filme “ressuscita”, apresentando inexplicavelmente um novo desafio, levado a cabo com leviandade e ausência de potência dramática.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;"> Auxiliados pelo mago Merlin (interpretado, cheio de maneirismos, na versão jovem por Angus Imrie, e, com certo charme, na fase idosa por Patrick Stewart), os pequenos devem provar seu valor, não sem antes recrutar um exército de coração puro num dos lugares em que tal característica não se faz presente uniformemente (?). </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">A valentia dos garotos e das garotas é demonstrada de forma anódina, o que debilita os motivos desse encerramento sobressalente. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Facilidades como a autuação da Dama do Lago podem ser colocadas na conta da puerilidade, o mesmo não se podendo dizer da condução frouxa da trama que, ainda assim, tem partes <strong><a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/joe-cornish/">divertidas.</a></strong></span></p>
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		<title>FILME DOUTOR SONO</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Moisés Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 Nov 2019 19:54:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CINEMA]]></category>
		<category><![CDATA[7 de novembro de 2019]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Ewan McGregor]]></category>
		<category><![CDATA[Fantasia]]></category>
		<category><![CDATA[Kyliegh Curran]]></category>
		<category><![CDATA[Mike Flanagan]]></category>
		<category><![CDATA[Rebecca Ferguson]]></category>
		<category><![CDATA[Suspense]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>FILME DOUTOR SONO Assista ao filme Doutor Sono, na infância, Danny Torrance conseguiu sobreviver a uma tentativa de homicídio por parte do pai, um escritor perturbado por espíritos malignos do Hotel Overlook. Danny cresceu e agora é um adulto traumatizado e alcoólatra. Sem residência fixa, ele se estabelece em uma pequena cidade, onde consegue um &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1>FILME DOUTOR SONO</h1>
<p style="text-align: justify;">Assista ao filme Doutor Sono, na infância, Danny Torrance conseguiu sobreviver a uma tentativa de homicídio por parte do pai, um escritor perturbado por espíritos malignos do Hotel Overlook.</p>
<p style="text-align: justify;">Danny cresceu e agora é um adulto traumatizado e alcoólatra. Sem residência fixa, ele se estabelece em uma pequena cidade, onde consegue um emprego no hospital local.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas a paz de Danny está com os dias contados a partir de quando cria um vínculo telepático com Abra, uma menina com poderes tão fortes quanto aqueles que bloqueia dentro de si.</p>
<p style="text-align: justify;">Data de lançamento: 7 de novembro de 2019 (2h 32min)<br />
Direção: <strong><a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/mike-flanagan/">Mike Flanagan</a></strong><br />
Elenco: <strong><a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/ewan-mcgregor/">Ewan McGregor</a></strong>, <strong><a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/rebecca-ferguson/">Rebecca Ferguson</a></strong>, <strong><a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/kyliegh-curran/">Kyliegh Curran</a></strong> mais<br />
Gêneros: Suspense, Fantasia<br />
Nacionalidade: EUA</p>
<p style="text-align: justify;">Link do vídeo: <span style="color: #008000;"><strong><a style="color: #008000;" href="http://bit.ly/2rYfLPC" target="_blank" rel="noopener">Doutor Sono</a></strong></span></p>
<h2 style="text-align: justify;">SINOPSE E CRÍTICA</h2>
<p style="text-align: justify;">Hotel Overlook, machados quebrando portas, “Redrum”, garotinhos pedalando pelos corredores, velhas assustadoras saindo de banheiras, elevadores despejando sangue pelo saguão, quarto 237, o “amigo imaginário” Tony, o Gold Room, gêmeas de vestidos idênticos chamando para brincar, os mosaicos e temas quadriculados dos carpetes.</p>
<p style="text-align: justify;">Para os fãs nostálgicos de <em>O Iluminado</em> (1980), esta sequência traz tantas referências às cenas do original que funciona simultaneamente como extensão da primeira trama e como ferramenta de sustentação do imaginário relacionado ao clássico.</p>
<p style="text-align: justify;">O novo projeto, adaptado de outro livro de Stephen King e pensado para o público pós-moderno, busca fornecer tanto um olhar para o futuro dos personagens quanto um resgate do passado. Em outras palavras, ele procura ser algo novo, e mais do mesmo.</p>
<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-260498" src="https://www.papodecinema.com.br/wp-content/uploads/2019/10/20191029-doutor-sono-papo-de-cinema-800-750x550.jpg" alt="FILME DOUTOR SONO" width="750" height="550" title="FILME DOUTOR SONO 9"></p>
<p style="text-align: justify;">Há diferentes níveis de citações a <em>O Iluminado</em> em <em>Doutor Sono</em>. O primeiro deles é o resgate idêntico de algumas cenas, como o elevador e o Gold Room.</p>
<p style="text-align: justify;">Nestes casos, o diretor Mark Flanagan parece ter extraído imagens diretamente do trabalho de Stanley Kubrick. Em seguida, há recriações, com novos atores interpretando versões muito próximas de Jack Nicholson e Shelley Duvall.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste caso, a comparação é inevitável e voluntária: Alex Essoe repete as respirações profundas e a gesticulação excessiva de Wendy Torrance, enquanto Henry Thomas arqueia a sobrancelhas enquanto busca o palavreado cínico de Jack Torrance.</p>
<p style="text-align: justify;">Por fim, há simples evocações deslocadas do original: a famosa velha assustadora aparece em novos contextos, a gêmeas do corredor surgem em cenas inéditas. Mesmo a direção inspira-se na decupagem famosa: quando o pequeno Danny descobre o quarto 237, ou durante a ameaça na escadaria, a escolha de imagens e ângulos é idêntica àquela de Kubrick.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar do minucioso museu de homenagens, a nova trama não poderia ser mais distante do filme que lhe deu origem. A história de 1980 partia de uma situação banal para desenvolver a possibilidade de loucura através do suspense psicológico – um pai de família comum se isolava num hotel com esposa e filho, até perder a razão e começar a atacá-los.</p>
<p style="text-align: justify;">A clausura servia de catalisador para os conflitos, enquanto a “iluminação” do pequeno Danny constituía uma discreta evocação da comunicação com os mortos.</p>
<p style="text-align: justify;">Agora, abraça-se o sobrenatural desde o início para mergulhar num universo fantástico incluindo pessoas dotadas de capacidade de voo, vilões perversos e uma “iluminação” que inclui o poder da telecinesia (as colheres no teto) e a capacidade de entrar na cabeça de pessoas para controlar seus pensamentos.</p>
<p style="text-align: justify;">Este imaginário se aproxima dos super-heróis e super-vilões contemporâneos ao favorecer batalhas do bem contra o mal, dos sofredores (Danny adulto enfrenta o alcoolismo, a jovem Abra Stone é vítima de <em>bullying</em> na escola) contra os opressores.</p>
<p style="text-align: justify;">Deste modo, o realismo é substituído por uma representação alegórica, incluindo figuras como Rose Cartola, Pai Corvo, Barry Tapa. Fala-se num vapor rejuvenescedor, em personagens que “ciclam”.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com um diálogo, o grupo perseguidor <em>“come gritos e bebe sofrimento”</em>. Rebecca Ferguson, numa mistura de bruxas clássicas com Jack Sparrow, chega ao confronto com o inimigo ao som de um desafiador <em>“Well, well, well”</em> digno de Malévola.</p>
<p style="text-align: justify;">O grupo maligno condensa diversos elementos considerados nocivos pela sociedade conservadora: as gangues de rua, os ciganos, os latinos, as adolescentes rebeldes e sexualizadas, os feiticeiros.</p>
<p style="text-align: justify;">A ideia de magia agora é exteriorizada. De modo geral, o novo filme propõe sublinhar as construções do primeiro filme – a loucura, a “iluminação” – para tornar os efeitos supostamente mais fortes e mais evidentes ao público médio.</p>
<p style="text-align: justify;">Não há <em>jump scares</em> nem exagero de efeitos sonoros destinados ao susto, no entanto, o roteiro julga necessário que os personagens tenham suas posturas morais bem definidas aos olhos do público.</p>
<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-260497" src="https://www.papodecinema.com.br/wp-content/uploads/2019/10/20191029-doutor-sono-papo-de-cinema-banner-750x324.jpg" alt="FILME DOUTOR SONO" width="750" height="324" title="FILME DOUTOR SONO 10"></p>
<p style="text-align: justify;">O resultado é uma produção competente, muito cuidadosa ao lidar com um filme querido, e comandada por bons atores – Ewan McGregor sempre encarna com destreza os homens traumatizados.</p>
<p style="text-align: justify;">Entretanto, <em>Doutor Sono</em> modifica substancialmente a essência do clássico. Os fãs do livro dirão que a obra se revela mais fiel ao trabalho de Stephen King – afinal, o escritor nunca ocultou sua insatisfação com a adaptação de 1980.</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, era justamente o trabalho de gradação e a construção da loucura que interessavam tanto no primeiro filme, além do rigor estético excepcional de Kubrick.</p>
<p style="text-align: justify;">Já Flanagan, diretor competente de algumas das melhores obras de terror recentes, não pode escapar às comparações numa obra destinada precisamente a espelhamento do original.</p>
<p style="text-align: justify;">Pensado enquanto filme autônomo, acessível a um público que não assistiu a <em>O Iluminado</em> e talvez nem pretenda fazê-lo, o projeto de 2019 deve funcionar como incursão eficaz no terror, visitando um espaço que se mantém fascinante, décadas mais tarde: o hotel Overlook, seja ele o palco naturalista de uma tragédia familiar ou o cenário assombrado onde almas se confrontam numa batalha de poderes.</p>
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