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	<title>Milton Gonçalves &#8211; Pontos de Contato &#8211; Revista sobre Publicidade, Propaganda e Marketing</title>
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	<description>Um espaço para dialogar sobre Comunicação e Marketing. Um lugar para trocar informações sobre as práticas do mercado aliando opinião com notícias e pesquisa</description>
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	<title>Milton Gonçalves &#8211; Pontos de Contato &#8211; Revista sobre Publicidade, Propaganda e Marketing</title>
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		<title>CARCEREIROS &#8211; O FILME</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Moisés Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Nov 2019 16:47:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CINEMA]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Drama]]></category>
		<category><![CDATA[José Eduardo Belmonte]]></category>
		<category><![CDATA[Milton Gonçalves]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>CARCEREIROS &#8211; O FILME Assista ao filme Carcereiros, na difícil rotina dos agentes penitenciários brasileiros que, mesmo não estando presos, precisam lidar com a vida atrás das grades. Com a chegada de um terrorista internacional, o trabalho de Adriano, um carcereiro contrário à violência, fica ainda mais difícil. A tensão no presídio aumenta e ele precisa &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1>CARCEREIROS &#8211; O FILME</h1>
<p style="text-align: justify;">Assista ao filme Carcereiros, na difícil rotina dos agentes penitenciários brasileiros que, mesmo não estando presos, precisam lidar com a vida atrás das grades.</p>
<p style="text-align: justify;">Com a chegada de um terrorista internacional, o trabalho de Adriano, um carcereiro contrário à violência, fica ainda mais difícil. A tensão no presídio aumenta e ele precisa controlar duas facções em conflito, sem sair da cola de Abdel.</p>
<p style="text-align: justify;">O filme é inspirado no livro de mesmo título, escrito por Drauzio Varella, e a adaptação segue o sucesso da série &#8216;Carcereiros&#8217; produzida pela Globo, em 2016.</p>
<p style="text-align: justify;">Data de lançamento: 28 de novembro de 2019 (1h 50min)<br />
Direção: José Eduardo Belmonte<br />
Elenco: Rodrigo Lombardi,<strong><a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/milton-goncalves/"> Milton Gonçalves</a></strong>, <strong><a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/romulo-braga/">Rômulo Braga</a></strong> mais<br />
Gênero: <strong><a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/drama/">Drama</a></strong><br />
Nacionalidade: <strong><a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/brasil/">Brasil</a></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Link do vídeo: <span style="color: #003300;"><strong><a style="color: #003300;" href="http://bit.ly/2KMukw7" rel="noopener">CARCEREIROS</a></strong></span></p>
<h2 style="text-align: justify;">CRÍTICA E SINOPSE</h2>
<p style="text-align: justify;">O íntegro e avesso à polícia, Adriano <strong><a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/rodrigo-lombardi/">(Rodrigo Lombardi)</a> </strong>busca garantir a tranquilidade do presídio onde trabalha como guarda carcerário, ainda que sofra com grandes dilemas familiares.</p>
<p style="text-align: justify;">A chegada de Abdel, perigoso terrorista internacional, aumenta a tensão no já convulsionado espaço que vive dias de terror por conta da luta entre duas facções criminosas.</p>
<p style="text-align: justify;">Adriano poderia seguir a carreira de professor de história, mas prefere o cargo de carcereiro numa prisão perigosa. A filha aponta vagas de professor num jornal, lamenta os riscos da vida entre presidiários, porém o pai é irredutível em sua vocação.</p>
<p style="text-align: justify;">Adriano representa uma figura apartidária, para quem todos os governantes são todos igualmente ruins, mas que acredita na necessidade de manter os internos em segurança.</p>
<p style="text-align: justify;">Este trabalhador alheio ao espectro direita-esquerda, porém dotado de irretocável senso moral, constitui o protagonista de Carcereiros: O Filme.</p>
<p style="text-align: justify;">Ele representa a única espécie de herói vislumbrado neste país polarizado: um “homem de bem” que respeita os presos sem erguer a bandeira dos direitos humanos, que se considera ainda mais íntegro por sobreviver num sistema corrupto.</p>
<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-258960" src="https://www.papodecinema.com.br/wp-content/uploads/2019/10/20191016-carcereiros-o-filme-papo-de-cinema-2-750x353.jpg" alt="CARCEREIROS - O FILME" width="750" height="353" title="CARCEREIROS - O FILME 4"></p>
<p style="text-align: justify;">O diretor José <span style="color: #003300;"><strong><a style="color: #003300;" href="https://pontosdecontato.com.br/tag/jose-eduardo-belmonte/">Eduardo Belmonte</a></strong></span> surpreende ao oferecer um projeto enxuto, de curta duração, focado apenas no que interessa: a tensão permanente sobre uma ameaça de rebelião a todo instante.</p>
<p style="text-align: justify;">Desde as frases de efeito na descrição inicial (“Eu entro no inferno todo dia”, “Facção é guerra, e guerra não tem juiz”) até as profecias de um interno com distúrbios psiquiátricos (“Hoje é dia de ira. Não vai sobrar demônio no inferno”), o espectador sabe que a intenção deste roteiro é promover o caos, fazer a cadeia explodir, simbólica e literalmente, para o prazer fetichista de observar a matança dentro de um lugar fechado.</p>
<p style="text-align: justify;">Em termos de ação, portanto, o filme deve encontrar seu público. A narrativa não perde tempo apresentando interesses amorosos, filhos pequenos ou qualquer outro elemento capaz de aumentar os riscos emocionais da jornada.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando a prisão pega fogo, resta apenas a lógica do ataque e da defesa. As cenas da invasão são filmadas em planos curtíssimos, com a câmera na mão tremendo para todos os lados, enquanto a fotografia apaixonada pelo contraluz e pelos tons multicoloridos reduz carrascos e vítimas a silhuetas escuras com uma arma na mão.</p>
<p style="text-align: justify;">Não se sabe ao certo quem está atirando ou quem está sendo baleado – mas por este ponto de vista, quem se importa de fato? Oferece-se o prazer da ação em si, o tiroteio pelo tiroteio, como num videogame (às vezes literalmente) em primeira pessoa.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta decisão, eficaz em termos de ritmo e imersão, também resulta muito problemática no que diz respeito ao humanismo da trama.</p>
<p style="text-align: justify;">É muito diferente empilhar corpos anônimos num <em>slasher</em> adolescente ou num terror sobrenatural, mas o valor de uma matança se modifica dentro de um contexto tão próximo da realidade brasileira quanto uma prisão marcada por facções, presos privilegiados e um sistema corrupto.</p>
<p style="text-align: justify;">Existe uma responsabilidade muito maior no retrato desta cadeia, embora <em>Carcereiros</em> prefira tratar todos os homens ali confinados como cadáveres em potencial.</p>
<p style="text-align: justify;">A chegada de um terrorista na prisão não traz qualquer explicação quanto à ideologia deste homem; a briga entre facções jamais explica o que opõe as duas, vistas como equivalentes e intercambiáveis; a presença de um doleiro jamais explica a quem suas delações privilegiariam.</p>
<p style="text-align: justify;">Novamente, o filme sobre uma questão evidentemente política evita a política a todo custo.</p>
<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-258273" src="https://www.papodecinema.com.br/wp-content/uploads/2019/10/20191009-800-1-e1571569499695-750x378.jpg" alt="CARCEREIROS - O FILME" width="750" height="378" title="CARCEREIROS - O FILME 5"></p>
<p style="text-align: justify;">Fugindo ao cerne da questão, esses prisioneiros se tornam iguais, algo que Adriano apresenta como uma conquista (ou seja, a implicação de uma configuração mais democrática), mas apenas implica na facilidade de eliminar a todos eles sem se importar qualquer um.</p>
<p style="text-align: justify;">Personagens fundamentais à trama são abatidos sem consequência à narrativa, que precisa seguir em frente, para o próximo corredor, o próximo inimigo.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste contexto sangrento, apenas os heróis são à prova de balas, enquanto os outros corpos servem para reforçar a periculosidade do ambiente e, por consequência, a benevolência de Adriano em querer continuar ali dentro.</p>
<p style="text-align: justify;">O filme recorre ao imaginário popular do banditismo, para o qual estes homens seriam apenas selvagens querendo apenas matar uns aos outros. “Ninguém vai sentir falta de vocês”, brada o personagem de Jackson Antunes, e ele tem razão, pelo menos no que diz respeito ao olhar da direção.</p>
<p style="text-align: justify;">O elenco traz algumas escolhas curiosas. Rodrigo Lombardi é um ator de recursos, muito confortável em sugerir tensão e ambiguidade (como demonstrou no recente O Olho e a Faca, 2018), porém Kaysar Dadour se mostra limitado nas duas grandes cenas em que aparece, e tanto Jackson Antunes quanto Tony Tornado soam como escalações pouco proveitosas para seus papéis.</p>
<p style="text-align: justify;">Os ótimos Rômulo Braga e Rainer Cadete ocupam papéis que infelizmente não têm possibilidade de aprofundar, devido às limitações do roteiro.</p>
<p style="text-align: justify;">De fato, o contexto é tão apressado ao introduzir uma dúzia de figuras relevantes para a trama que nenhuma delas ganha uma caracterização adequada – o que torna suas mortes ou desfechos ainda mais leves, inconsequentes, algo bastante problemático em se tratando do retrato de uma grave questão social.</p>
<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-258965" src="https://www.papodecinema.com.br/wp-content/uploads/2019/10/20191016-carcereiros-o-filme-papo-de-cinema-banner-750x309.jpg" alt="CARCEREIROS - O FILME" width="750" height="309" title="CARCEREIROS - O FILME 6"></p>
<p style="text-align: justify;">Talvez este seja o aspecto mais incômodo do projeto como um todo: o senso de inconsequência. Mesmo se apresentando como um dia excepcional na vida de Adriano e da prisão, ao final o herói retorna à cadeia, repetindo o movimento de início, prestes a recomeçar seu trabalho de gestão diplomática e não violenta.</p>
<p style="text-align: justify;">Ora, um massacre acaba de ocorrer – ainda há presos para vigiar, no dia seguinte? – mas não acompanhamos as consequências na mídia, nas famílias das vítimas, ou ainda na política nacional.</p>
<p style="text-align: justify;">Este era <em>apenas mais um massacre</em>. Como o nosso herói não se importava de fato com nenhum destes mortos, para ele resta apenas voltar ao batente, para um dia de trabalho qualquer.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta escolha talvez vise demonstrar sua resiliência e senso de retidão, mas apenas comprova a indiferença do protagonista, e do filme como um todo, em relação ao conteúdo humano abordado.</p>
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