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	<title>Mélanie Laurent &#8211; Pontos de Contato &#8211; Revista sobre Publicidade, Propaganda e Marketing</title>
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	<description>Um espaço para dialogar sobre Comunicação e Marketing. Um lugar para trocar informações sobre as práticas do mercado aliando opinião com notícias e pesquisa</description>
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	<title>Mélanie Laurent &#8211; Pontos de Contato &#8211; Revista sobre Publicidade, Propaganda e Marketing</title>
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		<title>FILME OXIGÊNIO</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Moisés Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 May 2021 18:41:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CINEMA]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre Aja]]></category>
		<category><![CDATA[Christie LeBlanc]]></category>
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		<category><![CDATA[Marc Saez]]></category>
		<category><![CDATA[Mélanie Laurent]]></category>
		<category><![CDATA[O2]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>FILME OXIGÊNIO Filme Oxigênio, em Oxigênio, presa dentro de uma câmara criogênica, uma mulher deve agir com precisão e calma para conseguir escapar. Quanto mais o tempo passa, mais desaparece o oxigênio e mais diminuem suas chances de sair dali com vida. Lançamento: 12 de maio de 2021 na Netflix / 1h 40min / Ficção &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1 style="text-align: center;">FILME OXIGÊNIO</h1>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Filme Oxigênio, em Oxigênio, presa dentro de uma câmara criogênica, uma mulher deve agir com precisão e calma para conseguir escapar. Quanto mais o tempo passa, mais desaparece o oxigênio e mais diminuem suas chances de sair dali com vida.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Lançamento: 12 de maio de 2021 na Netflix / 1h 40min / Ficção científica, Suspense, Drama</span><br />
<span style="font-size: 14pt;">Direção: Alexandre Aja</span><br />
<span style="font-size: 14pt;">Roteiro: Christie LeBlanc</span><br />
<span style="font-size: 14pt;">Elenco: Mélanie Laurent, Malik Zidi, Marc Saez</span><br />
<span style="font-size: 14pt;">Título original: <a href="https://pontosdecontato.com.br/cinema/filme-durante-a-tormenta/">O2</a></span></p>
<h2>CRÍTICA &#8211; FILME OXIGÊNIO</h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">No filme Oxigênio, Liz (Mélanie Laurent) acorda num lugar estranho, num esquife que adiante será compreendido como uma câmara de criogenia – dispositivo que preserva tecidos e órgãos, utilizado pela ficção científica para fazer menção a viagens interplanetárias de colonização. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">De pronto, há duas questões a serem resolvidas. A primeira diz respeito ao espaço, precisamente ao funcionamento em degeneração de sistemas complexos numa área absolutamente reduzida.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;"> A personagem passa o tempo inteiro deitada, tendo pouca margem para manobras físicas. O local é exíguo e isso deveria ampliar a aflição. A segunda é a ignorância.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;"> Ela não entende o que está acontecendo e além disso permanece em estado quase inteiramente amnésico. Desorientada e sem informações, Liz tem de lidar ainda com a extinção gradual do oxigênio em virtude de um problema técnico. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">O cineasta Alexandre Aja apresenta de modo protocolar a soma desses percalços, sempre que possível recorrendo a métodos meramente expositivos e, assim, prejudicando a espessura e o impacto da construção atmosférica.</span></p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-13500 size-full" src="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2021/05/FILME-OXIGENIO-filme.png" alt="oxigenio" width="1280" height="720" title="FILME OXIGÊNIO 3" srcset="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2021/05/FILME-OXIGENIO-filme.png 1280w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2021/05/FILME-OXIGENIO-filme-300x169.png 300w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2021/05/FILME-OXIGENIO-filme-1024x576.png 1024w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2021/05/FILME-OXIGENIO-filme-768x432.png 768w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">No que tange à área diminuta na qual Oxigênio se passa, o realizador desperdiça a sensação de claustrofobia, sobretudo pela concentração no emaranhado que precisa ser desatado para Liz ter alguma chance de <a href="https://www.youtube.com/watch?v=AjmEMcyJJHU" rel="noopener">sobrevivência</a>.</span></p>
<h3><span style="font-size: 14pt;">Filme Oxigênio</span></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;"> Embora trabalhe de modo funcional a partir da decupagem que engendra bem a transição entre os planos encarregados de tentar conferir dinamismo visual, Aja não ressalta essa tensão intrínseca à limitação do recinto. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Em poucos momentos se vê a protagonista passando algum perrengue especificamente motivado pela dificuldade de movimentar-se ou ela se enervando por não conseguir mexer-se a contento para tentar resolver a situação.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;"> O filme é muito mais orientado pelo desejo de informações dessa mulher identificada pelo computador central por um código genérico. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Ela tenta se comunicar com o mundo externo, mas certos atalhos (como a forma correta de perguntar as coisas ao interlocutor inorgânico, ao ponto de ter respostas) nem são atribuídos a um residual de lembrança dessa cientista renomada que, sem saber, é acostumada a esse mundo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Outro desperdício é a confiabilidade dos dados obtidos por Liz, seja oriundos das memórias que surgem como flashes esclarecedores, das pessoas que atendem suas ligações repletas de interferências ou da máquina responsável por ser, ao mesmo tempo, o guardião e o elo com o exterior. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Alexandre Aja chega a colocar em dúvida, por exemplo, a noção de tempo, promovendo pequenos saltos no nível de oxigênio decrescente que também serve confortavelmente de relógio.</span></p>
<h3><span style="font-size: 14pt;">Filme Oxigênio</span></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;"> Uma vez que a porcentagem ocasionalmente cai de modo estranho, podemos duvidar dessa progressão, mas isso é rapidamente soterrado pela conspiração desvelada a partir do acúmulo de indícios consecutivos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;"> MILO (voz de Mathieu Amalric) basicamente funciona como um simples explicador, facilitando tanto a situação da personagem de Mélanie Laurent quanto a do espectador. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Adiante, outra pessoa desempenha um papel semelhante, explanando o que até certo ponto se desenha enquanto mistério. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Por dar atenção demasiada aos porquês, o cineasta vai minando a intensidade do clima e dos gestos.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-13501 aligncenter" src="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2021/05/FILME-OXIGENIO-2.jpg" alt="FILME OXIGÊNIO" width="1024" height="576" title="FILME OXIGÊNIO 4" srcset="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2021/05/FILME-OXIGENIO-2.jpg 1024w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2021/05/FILME-OXIGENIO-2-300x169.jpg 300w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2021/05/FILME-OXIGENIO-2-768x432.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Uma vez desvendada a natureza da operação, bem como a localização da cápsula (o que impõe outra dificuldade), Aja dá de ombros diante de possíveis estratagemas de MILO para ludibriar a mulher e evitar a consciência, inclusive, de quem ela verdadeiramente é.</span></p>
<h3><span style="font-size: 14pt;">Filme Oxigênio</span></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">O foco passa a ser uma história de amor com pouca personalidade própria, prioritariamente encarada pelo roteiro como motivo forte o suficiente para a protagonista lutar ardorosamente pela sobrevivência. Se manter viva não é incentivo suficiente? </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">O andamento de Oxigênio é menos angustiante do que poderia, haja vista a importância dos elementos anteriormente mencionados, ou seja, a precariedade de informações e as limitações impostas pelo espaço (e também por onde ele está situado). </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">A contagem regressiva perde efetividade diante da autoimposta necessidade de tornar o contexto essencialmente cristalino, o que afaga os apegados aos fundamentos daquela intriga toda, mas desprestigia os atentos às nuances e intensidades. Nem o evocado dilema ético/filosófico ganha substância.</span></p>
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		<title>FILME ESQUADRÃO 6</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Moisés Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 Dec 2019 21:36:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CINEMA]]></category>
		<category><![CDATA[Ação]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Manuel Garcia-Rulfo]]></category>
		<category><![CDATA[Mélanie Laurent]]></category>
		<category><![CDATA[Michael Bay]]></category>
		<category><![CDATA[Policial]]></category>
		<category><![CDATA[Ryan Reynolds]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>FILME ESQUADRÃO 6 Filme Esquadrão 6 após falsificar a própria morte, um bilionário monta uma equipe de profissionais internacionais para a ousada e sanguinária missão de derrubar um ditador cruel. Liderados por um homem enigmático (Ryan Reynolds), seis bilionários forjam as suas próprias mortes e criam um grupo de elite para combater o crime e &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="titlebar titlebar-page">
<h1 class="titlebar-title titlebar-title-lg">FILME ESQUADRÃO 6</h1>
<p style="text-align: justify;">Filme Esquadrão 6 após falsificar a própria morte, um bilionário monta uma equipe de profissionais internacionais para a ousada e sanguinária missão de derrubar um ditador cruel.</p>
<p style="text-align: justify;">Liderados por um homem enigmático (Ryan Reynolds), seis bilionários forjam as suas próprias mortes e criam um grupo de elite para combater o crime e mudar o mundo, mesmo sem terem chances de ser identificados.</p>
<p style="text-align: justify;">Data de lançamento: 13 de dezembro de 2019 na Netflix (2h 07min)<br />
Direção: <strong><a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/michael-bay/">Michael Bay</a></strong><br />
Elenco: <strong><a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/ryan-reynolds/">Ryan Reynolds,</a></strong> <strong><a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/melanie-laurent/">Mélanie Laurent</a></strong>, <strong><a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/manuel-garcia-rulfo/">Manuel Garcia-Rulfo</a> </strong>mais<br />
Gêneros: Ação, Policial<br />
Nacionalidade: EUA</p>
<p class="titlebar-title titlebar-title-lg">Link do vídeo: <span style="color: #003300;"><strong><a style="color: #003300;" href="https://www.youtube.com/watch?v=LwAKyoqRck0&amp;feature=youtu.be" rel="noopener">FILME ESQUADRÃO 6</a></strong></span></p>
<h2>SINOPSE E CRÍTICA</h2>
<p style="text-align: justify;">Seis bilionários forjam as suas próprias mortes e criam um grupo de elite para combater o crime, sem serem identificados.</p>
<p style="text-align: justify;">Um jovem bilionário (Ryan Reynolds) finge sua própria morte para viver sem responsabilidades com família, impostos e a sociedade. “Isso é liberdade!”, ele grita aos colegas, igualmente “fantasmas”, em defesa de seu modo de vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Como uma figura abastada conseguiria fugir dos holofotes, e qual seria o peso psicológico de cortar laços afetivos e sociais? Uma vez “morto”, como este homem manteria sua fortuna intacta?</p>
<p style="text-align: justify;">Como preservaria sua fonte de renda? O roteiro jamais se preocupa com qualquer uma dessas questões essenciais. O elemento importante para a premissa de Esquadrão 6 se encontra na ideia de um homem riquíssimo sem responsabilidades éticas, morais ou legais.</p>
<p style="text-align: justify;">O que poderia dar errado, não é? Ironicamente, o herói que despreza a sociedade decide investir seus bilhões numa cruzada para derrubar governos tirânicos e instaurar a democracia forçada.</p>
<p style="text-align: justify;">O próprio homem escolhido para substituir um ditador não pretende seguir a carreira política, mas será gentilmente sequestrado e forçado pelos mocinhos a assumir o governo.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-11592 aligncenter" src="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2019/12/20191127-esquadrao-6-papo-de-cinema-1-750x351.jpg" alt="FILME ESQUADRÃO 6" width="750" height="351" title="FILME ESQUADRÃO 6 7" srcset="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2019/12/20191127-esquadrao-6-papo-de-cinema-1-750x351.jpg 750w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2019/12/20191127-esquadrao-6-papo-de-cinema-1-750x351-300x140.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p style="text-align: justify;">Para os espectadores latino-americanos, a ideia de uma oligarquia liderada por norte-americanos intervindo em países distintos e colocando no poder os homens de sua predileção possui um gosto amargo.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas quem tem tempo de pensar nisso, quando dezenas de carros literalmente explodem e voam pelos ares, em câmera lenta, em menos de cinco minutos de filme?</p>
<p style="text-align: justify;">O país fictício, “Turgistão”, funciona como claro amálgama entre Turquia, Afeganistão, Quirguistão e todo um oriente exótico, onde supostamente vivem pessoas esperando pela salvação à americana – ou seja, na base da intervenção espetacular e militarista.</p>
<p style="text-align: justify;">Os atores escolhidos para interpretar os “turgistões” são um iraniano (o grande Payman Maadi), um israelense (Lior Raz), um russo (Rinat Khistmatouline) etc., em reflexo da mistura indistinta.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas como prestar atenção nisso, quando existe uma corrida em extrema velocidade com carrões coloridos, dentro dos quais uma médica efetua uma cirurgia no banco de trás, enquanto a paciente sai do veículo para usar uma metralhadora?</p>
<p style="text-align: justify;">Os membros do esquadrão – os intervencionistas – sempre se perguntam: “Quem são os malvados? São eles os malvados?”, e continuam atirando, em clara simplificação do contexto adotado.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas como se ater a estes aspectos quando existe um homem especialista em parkour pulando pelos tetos da cidade antes de cair dentro de um carro em movimento?</p>
<div class="titlebar-btn-holder"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-11593 aligncenter" src="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2019/12/20191127-esquadrao-6-papo-de-cinema-5-750x422.jpg" alt="FILME ESQUADRÃO 6" width="750" height="422" title="FILME ESQUADRÃO 6 8" srcset="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2019/12/20191127-esquadrao-6-papo-de-cinema-5-750x422.jpg 750w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2019/12/20191127-esquadrao-6-papo-de-cinema-5-750x422-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /></div>
<div>
<p style="text-align: justify;">Durante a apresentação do filme em São Paulo, o elenco evitou a todo custo falar em política. “É apenas diversão”, “A história não se leva a sério”, “Não acredito que o projeto retrate nenhum lugar específico”.</p>
<p style="text-align: justify;">Os olhares constrangidos pareciam suplicar: “Por favor, vamos voltar a falar das explosões, ao invés da política”. A estratégia é compreensível.</p>
<p style="text-align: justify;">O diretor e produtor Michael Bay é conhecido pelos universos explosivos, combinando carros-robôs, samurais-robôs e mulheres pouco vestidas andando em câmera lenta.</p>
<p style="text-align: justify;">Desta vez, ele apresenta uma trama ainda mais absurda, porém ancorada num contexto perigosamente realista. A narrativa se inspira num esquema contemporâneo de guerras globais, proporcionando uma imersão na geopolítica segundo Michael Bay.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso significa que a responsabilidade em relação aos indivíduos e ações retratados se torna muito maior. Não se representa crianças morrendo em guerras impunemente, não se mostra mulheres com véus em frente a mesquitas como se fosse “qualquer lugar no mundo”.</p>
<p style="text-align: justify;">O diretor mira pela enésima vez no imaginário do mundo árabe marcado por pobreza e ditaduras, onde cidadãos suplicam pela guerra altruísta dos norte-americanos e das potências europeias (um dos membros do esquadrão é britânico, a outra é francesa).</p>
<p style="text-align: justify;">O projeto naturaliza, mais uma vez, a posição ianque de salvadora do mundo e a autoindulgência em relação aos ataques. Muitas pessoas morrem nesta aventura, mas quem se importa quando é tão divertido ver um barco gigante com pessoas se colando às paredes devido a um super ímã?</p>
<p style="text-align: justify;">Michael Bay concebe a mise en scène como um mágico em sua apresentação. Enquanto o espectador observa uma mulher sendo serrada ou o coelho saindo da cartola, existe algo muito mais importante ocorrendo embaixo da mesa ou nas mangas do paletó.</p>
<p style="text-align: justify;">Este não é apenas um cinema de escapismo, mas de distração, disparando tantos estímulos à atenção de público que não lhe sobra espaço ou distanciamento para avaliar o que vê.</p>
<p style="text-align: justify;">A cena inicial de Esquadrão 6 é exemplar neste sentido: durante a perseguição de carros, existem dezenas de pessoas atirando, outras fugindo, planos combinados com o rapaz do parkour e um globo ocular aparentemente importantíssimo.</p>
<p style="text-align: justify;">Entretanto, o espectador não sabe quem são estas pessoas, quem atira em quem, por que motivo, com qual intenção. A montagem frenética faz idas e vindas no tempo, enquanto letreiros surgem na tela: “O passado”, “O presente”, reduzindo nossos personagens a funções: “A médica”, “O atirador”.</p>
<p style="text-align: justify;">Os close-ups agitados nos rostos dentro do carro, o sangue espirrando na tela em câmera lenta, o barulho do carro + o barulho da música + o barulho dos gritos + as piadas dos diálogos produzem uma cacofonia intensa, obcecada em distrair o observador como se distrai um bebê chorando. Por favor, não olhe para a política: tem um globo ocular rolando pelo chão do carro.</p>
</div>
</div>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://pontosdecontato.com.br/cinema/filme-esquadrao-6/">FILME ESQUADRÃO 6</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://pontosdecontato.com.br">Pontos de Contato - Revista sobre Publicidade, Propaganda e Marketing</a>.</p>
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