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	<title>James McAvoy &#8211; Pontos de Contato &#8211; Revista sobre Publicidade, Propaganda e Marketing</title>
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	<description>Um espaço para dialogar sobre Comunicação e Marketing. Um lugar para trocar informações sobre as práticas do mercado aliando opinião com notícias e pesquisa</description>
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	<title>James McAvoy &#8211; Pontos de Contato &#8211; Revista sobre Publicidade, Propaganda e Marketing</title>
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		<title>Filme X-Men: Fênix Negra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cinthya Pires]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Apr 2020 19:59:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CINEMA]]></category>
		<category><![CDATA[Atriz Alexandra Shipp]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Filme X-Men: Fênix Negra SINOPSE E CRÍTICA Filme X-Men: Fênix Negra, os mutantes são considerados heróis nacionais em 1992. Cheio de orgulho, o Professor Xavier envia sua equipe para perigosas missões, mas a primeira tarefa dos X-Men no espaço gera uma explosão solar, que acende uma força malévola e faminta por poder dentro de Jean &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1 class="dh1-hero__title" style="text-align: center;">Filme X-Men: Fênix Negra</h1>
<h2><strong>SINOPSE E CRÍTICA</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Filme X-Men: Fênix Negra, os mutantes são considerados heróis nacionais em 1992. Cheio de orgulho, o Professor Xavier envia sua equipe para perigosas missões, mas a primeira tarefa dos X-Men no espaço gera uma explosão solar, que acende uma força malévola e faminta por poder dentro de Jean Grey.</p>
<p><img decoding="async" class="size-full wp-image-12303 aligncenter" src="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2019/04/Design-sem-nome-2.jpg" alt="Filme X-Men: Fênix Negra" width="1200" height="628" title="Filme X-Men: Fênix Negra 3" srcset="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2019/04/Design-sem-nome-2.jpg 1200w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2019/04/Design-sem-nome-2-300x157.jpg 300w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2019/04/Design-sem-nome-2-1024x536.jpg 1024w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2019/04/Design-sem-nome-2-768x402.jpg 768w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></p>
<p style="text-align: justify;">Após quase vinte anos de reinado absoluto, os super-heróis estão em crise nos cinemas. Ou seria exagero? Bom, o certo é que dos momentos de maior desconforto surgem também as melhores opções.</p>
<p style="text-align: justify;">E após mais de uma década do Universo Cinematográfico Marvel – que, após Vingadores: Ultimato (2019), se vê obrigado a recomeçar sob novo formato, abandonando alguns dos seus personagens mais carismáticos – e de presenciarmos o Universo Estendido DC se debatendo para seguir vivo sem fortificar suas raízes, sobra a um dos pioneiros ir atrás de uma sólida conclusão.</p>
<p style="text-align: justify;">A referência, portanto, são os X-Men, que tiveram seu primeiro suspiro logo na virada do século – X-Men: O Filme (2000) veio antes de todos os outros aqui citados – e agora, após mais de dez episódios, tenta oferecer um desfecho digno resgatando uma das suas sagas mais emblemáticas.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-12304 aligncenter" src="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2019/04/mutantes.jpg" alt="Filme X-Men: Fênix Negra" width="755" height="433" title="Filme X-Men: Fênix Negra 4" srcset="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2019/04/mutantes.jpg 755w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2019/04/mutantes-300x172.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 755px) 100vw, 755px" /></p>
<p style="text-align: justify;">Em certo momento da trama, é dito: “tudo o que ele pode lhe mostrar é o passado, venha comigo que lhe apresentarei o futuro”.</p>
<p style="text-align: justify;">Pois bem, parece que faltou coragem no diretor de primeira viagem Simon Kinberg para seguir o próprio conselho.</p>
<p style="text-align: justify;">Com a saída de Bryan Singer da franquia – ele foi diretor de quatro dos longas anteriores, mas desde as acusações de assédio que tem enfrentado (e sua conturbada saída de Bohemian Rhapsody, 2018) seu nome parece ter sido apagado das agendas mais poderosas de Hollywood – coube a Kinberg – produtor indicado ao Oscar por Perdido em Marte (2015) e roteirista de três outros capítulos da saga X-Men – assumir o comando deste projeto.</p>
<p style="text-align: justify;">E ele assim o faz sem arriscar muito: escolheu a trama da Fênix Negra, que já havia sido visitada em X-Men: O Confronto Final (2006) – justamente, o segmento que marcou sua estreia nesse universo, tendo sido responsável pelo roteiro filmado por Brett Ratner.</p>
<p style="text-align: justify;">Sem contar com a ajuda do Wolverine (Hugh Jackman cumpre a promessa de ter se aposentado do personagem), sobra para outros conhecidos mutantes levar a narrativa adiante. Jean Grey (Sophie Turner, que não faz feio diante da energia que Famke Janssen havia apresentado ao defender o mesmo papel) sempre foi uma das mais poderosas alunas do Professor Charles Xavier (James McAvoy, irregular entre o obstinado e o arrependido).</p>
<p style="text-align: justify;">Após uma aventura no espaço que não saiu exatamente como o esperado – conseguiram salvar astronautas em perigo, mas ela acabou afetada por uma explosão solar – seus poderes saem do controle, o que a obriga a se afastar de todos, visando, com isso, protegê-los de si mesma. Sentindo-se traída por Xavier, que lhe teria escondido parte da sua origem, ela vai atrás do Magneto (Michael Fassbender, intenso na medida certa).</p>
<p style="text-align: justify;">“Você feria pessoas, mas conseguiu parar. Pode me ensinar a fazer o mesmo?”, ela pede. Mas o fardo que representa é forte demais até para o mestre dos metais.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, temos uma divisão: de um lado, os que acreditam que podem salvá-la (Xavier, Ciclope, Tempestade, Noturno), enquanto que do outro estão o que querem colocar um fim na ameaça que a garota representa (Magneto, Fera, Ariki, Selene).</p>
<p style="text-align: justify;">Pois bem, isso seria mais do que suficiente para rechear de aventura e fortes doses de emoção um filme com início, meio e fim.</p>
<p style="text-align: justify;">Kinberg, no entanto, não se dá por satisfeito. E o que faz? Insere alienígenas no cenário. Esses, aparentemente indestrutíveis, são liderados por Vuk (Jessica Chastain, apática e sem orientação), que ao identificar no universo uma fonte quase inesgotável de poder, parte atrás com o objetivo de pegar para si tamanha força. Ou seja, é quase como se fosse Thanos, porém de saias e sem pedras preciosas.</p>
<p style="text-align: justify;">Mais do que uma distração, as interferências provocadas pelos invasores extraterrestres mostram-se verdadeiros distúrbios diante de um conjunto que tinha tudo para funcionar por si só, mas que acaba tropeçando nos próprios pés diante de tanta informação – ou ruído, para sermos mais exatos.</p>
<p style="text-align: justify;">Caso o foco tivesse ficado apenas nos mutantes e seus problemas internos, a história da Fênix Negra já bastaria para a discussão proposta.</p>
<p style="text-align: justify;">Com o acréscimo de visitantes que pouco se interessam pelo que passa entre os protagonistas, a apatia termina por contaminar também quem está no lado de cá da tela.</p>
<p style="text-align: justify;">Talvez por isso que X-Men: Fênix Negra se mostre muitas vezes preso a esse longo histórico, quando teria muito mais a ganhar se tivesse ousado trilhar um novo caminho.</p>
<p style="text-align: justify;">X-Men Fênix Negra conta a história de poder de Jean Grey. Assista ao trailer final. Estreia nos cinemas em Junho.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>&#8220;Quando eu perco controle, coisas ruins acontecem. Mas a sensação é boa.&#8221;</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">A 20th Century Fox divulgou o trailer final de X-Men: Fênix Negra, que também vai encerrar a franquia como a conhecemos nos cinemas.</p>
<p style="text-align: justify;">Protagonizado por Sophie Turner e dirigido e escrito por Simon Kinberg, Fênix Negra traz os mutantes enfrentando a ameaça mais poderosa com que já cruzaram, na forma da própria Jean Grey.</p>
<p style="text-align: justify;">Em missão no espaço, a <a href="https://www.marvel.com/characters/phoenix-jean-grey" rel="noopener">X-Men Grey</a> é abduzida por uma força misteriosa, e retorna para casa mais poderosa e instável. O grupo X-Men deve se reunir para salvar a alma da companheira e enfrentar alienígenas que querem utilizá-la para controlar a galáxia.</p>
<p style="text-align: justify;">O elenco conta ainda com James McAvoy, Michael Fassbender, Jennifer Lawrence, Nicholas Hoult, Tye Sheridan, Alexandra Shipp, Evan Peters e Jessica Chastain.</p>
<p style="text-align: justify;">O filme X-Men Fênix Negra chega aos cinemas brasileiros em 6 de junho de 2019.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Biografia</h4>
<p style="text-align: justify;">Jean Grey, também conhecida como Fênix Negra ou Fênix, é uma personagem fictícia das histórias em quadrinhos publicadas pela Marvel Comics. Sua estreia nos quadrinhos ocorreu em 1963. Ela é uma das personagens femininas mais poderosas. Membro dos X-Men, seu famoso codinome Fênix deve-se ao fato de ter sido a anfitriã e proprietária mais conhecida da cósmica Força Fênix.</p>
<p style="text-align: justify;">Jean Grey tinha 10 anos de idade e brincava com uma amiga quando foi atingida por um automóvel.</p>
<p style="text-align: justify;">O trauma da situação despertou os poderes telepáticos latentes, fazendo com que ela acompanhasse todo desespero e terror da amiga moribunda, sentindo sua morte na própria mente.</p>
<p style="text-align: justify;">Este trauma fez com que, deprimida, Jean se isolasse de tudo e de todos.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando chegou aos 11 anos, seus pais a levaram para ser tratada pelo líder do X-Men &#8211; o Professor Charles Xavier, indicado por um psiquiatra também <a href="https://pontosdecontato.com.br/cinema/filme-os-novos-mutantes/">mutante</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Consciente da situação, Xavier explicou a ela, mas não aos seus pais, sobre sua condição mutante. Para ajudar Jean a controlar seus poderes, Charles criou mecanismos psíquicos para evitar que ela usasse seus poderes telepáticos até estar madura o suficiente.</p>
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		<title>Filme Submersão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Moisés Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jan 2020 18:43:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CINEMA]]></category>
		<category><![CDATA[Alexander Siddig]]></category>
		<category><![CDATA[Alicia Vikander]]></category>
		<category><![CDATA[Drama]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[James McAvoy]]></category>
		<category><![CDATA[Romance]]></category>
		<category><![CDATA[Suspense]]></category>
		<category><![CDATA[Wim Wenders]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Filme Submersão Filme Submersão, no filme Danielle (Alicia Vikander) é uma exploradora do oceano que descobre um novo desafio: uma terrível, porém pioneira, descida ao abismo Ártico. James (James McAvoy) é um empreiteiro acusado de ser um espião e interrogado por jihadistas africanos que irá se unir à moça para ajudá-la em sua missão. Link &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1 style="text-align: center;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Filme Submersão</span></h1>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Filme Submersão, no filme Danielle (Alicia Vikander) é uma exploradora do oceano que descobre um novo desafio: uma terrível, porém pioneira, descida ao abismo Ártico. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">James (James McAvoy) é um empreiteiro acusado de ser um espião e interrogado por jihadistas africanos que irá se unir à moça para ajudá-la em sua missão.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #003300;"><strong><a style="color: #003300;" href="https://www.youtube.com/watch?v=UjD4BmJXV4k" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Link do filme: Submersão</span></a></strong></span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-11967 aligncenter" src="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/01/Filme-Submersão.jpg" alt="Filme Submersão" width="1200" height="476" title="Filme Submersão 8" srcset="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/01/Filme-Submersão.jpg 1200w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/01/Filme-Submersão-300x119.jpg 300w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/01/Filme-Submersão-1024x406.jpg 1024w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/01/Filme-Submersão-768x305.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Data de lançamento: 19 de abril de 2018 (1h 52min)</span><br />
<span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Direção: Wim Wenders</span><br />
<span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Elenco: James McAvoy, <strong><a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/alicia-vikander/">Alicia Vikander,</a></strong> Alexander Siddig mais</span><br />
<span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Gêneros: Suspense, Romance, Drama</span><br />
<span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Nacionalidade: EUA</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: center;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">SINOPSE E CRÍTICA</span></h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Antes dos flashbacks – recursos que entrecortam a linha principal de Submersão – desenharem mais acuradamente os contextos dos personagens principais, o que temos é James (James McAvoy) enjaulado, bastante ferido, e Danielle (Alicia Vikander) absorta em nostalgia, prestes a embarcar numa aventura científica que há muito ansiava. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">O cineasta Wim Wenders permite ao passado ressignificar essas duas existências separadas espacialmente ao mostrar a conjuntura em que elas se imiscuíram num paradisíaco hotel francês à beira-mar. São duas instâncias narrativas tratadas de maneiras completamente diferentes pelo alemão. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">No agora, há uma agonia latente, por certo alimentada pela distância. No outrora, a descoberta de um sentimento que desemboca em discussões existencialistas, cujo epicentro é a morte e as implicações de sua inevitabilidade no decurso do ser. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Há, também, um desequilíbrio evidente e incômodo entre os dois períodos, fruto da condução demasiadamente arrastada, que carece essencialmente de uma abordagem menos <a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/wim-wenders/">dispersa.</a></span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-11968 aligncenter" src="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/01/Filme-Submersão-1.jpg" alt="Filme Submersão" width="943" height="531" title="Filme Submersão 9" srcset="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/01/Filme-Submersão-1.jpg 943w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/01/Filme-Submersão-1-300x169.jpg 300w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/01/Filme-Submersão-1-768x432.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 943px) 100vw, 943px" /></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Baseado no livro homônimo de J. M. Legard, Submersão possui uma série de easter eggs, piscadelas apenas funcionais do ponto de vista da curiosidade. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">O navio que leva a biomatemática Danielle a alto mar se chama L’Atalante, mesmo nome do longa mítico do francês Jean Vigo e da nau que o batiza; Naitulus, o submarino amarelo (Beatles presente) encarregado de acessar águas profundíssimas para desvendar os mistérios da vida, é homônimo da embarcação do icônico Capitão Nemo, protagonista do livro 20.000 Léguas Submarinas, de Júlio Verne. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Ter ou não essas referências previamente faz pouca diferença na apreciação do filme como um todo, a não ser na condição de indício de uma construção que tenta, nem sempre com sucesso, evocar certas fatias do imaginário acerca do oceano e de seus mistérios.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;"> O fato de James ser um espião a serviço da Inglaterra pouco acrescenta enquanto o casal está junto, sendo relevante nessa dinâmica apenas num breve confronto de realidades que expõe Danielle à censura.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Além da dificuldade de interpenetração entre os estágios temporais da trama, Submersão transcorre num ritmo inconstante, sem que o cineasta consiga extrair a devida dramaticidade de determinados tempos mortos e/ou frações que visam deflagrar um caráter puramente contemplativo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;"> Ocasionalmente há lampejos de excepcionalidade, com Wenders apresentando perspectivas, tanto dramáticas quanto imagéticas, que levam o filme para outros lugares, descolando-o da estrita realidade e aproximando-o de uma abstração que robustece os preceitos do todo. Pena que são instantes de exceção, em geral apressados.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;"> No que tange às interpretações, Alicia Vikander e James McAvoy se esforçam como podem para sobrepujar as debilidades de Danielle e James, demonstrando o talento de sempre. Juntos, funcionam bem, porém, separados têm impactos desiguais, culpa da direção trôpega que restringe a atriz a olhares perdidos ao oceano, além de indícios simplistas de saudade. Ele tem mais <strong><a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/james-mcavoy/">espaço.</a></strong></span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-11969 aligncenter" src="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/01/Filme-Submersão-2.jpg" alt="Filme Submersão" width="947" height="535" title="Filme Submersão 10" srcset="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/01/Filme-Submersão-2.jpg 947w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/01/Filme-Submersão-2-300x169.jpg 300w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/01/Filme-Submersão-2-768x434.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 947px) 100vw, 947px" /></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Dentro das qualidades de Submersão, há um inteligente desenho sonoro, especialmente no que diz respeito à representação da sobrevivência de James à sanha jihadista na Somália, que potencializa a ameaça e os instantes de apreensão.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;"> O fechar estrondoso de uma porta, passos duros que ecoam nos espaços, tudo isso contribui para um enriquecimento da experiência, para além do que a imagem simplesmente oferece. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Falando nos árabes, há uma delineação leviana e perigosa, que remonta a um eurocentrismo condenável. Os locais são vistos a partir da posição dos extremistas religiosos, sem um esforço considerável para circunscrever tal fatia numa realidade específica, evitando generalizações. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Wim Wenders realiza um filme difícil de acompanhar sem algum enfado, com brilhos bem circunstanciais, perdido em suas pretensões não alcançadas, ainda que tenha dois ótimos intérpretes que tentem observar as camadas dos protagonistas que descobrem o amor nas proximidades do <strong><a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/alexander-siddig/">abismo.</a></strong></span></p>
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		<title>FILME VIDRO</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Moisés Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Dec 2018 14:50:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CINEMA]]></category>
		<category><![CDATA[17 de janeiro de 2019]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Filme Vidro Assista ao filme Vidro, após a conclusão de Fragmentado (2017), Kevin Crumb (James McAvoy), o homem com 23 personalidades diferentes, passa a ser perseguido por David Dunn (Bruce Willis), o herói de Corpo Fechado (2000). O jogo de gato e rato entre o homem inquebrável e a Fera é influenciado pela presença de &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1>Filme Vidro</h1>
<p style="text-align: justify;">Assista ao filme Vidro, após a conclusão de Fragmentado (2017), Kevin Crumb (James McAvoy), o homem com 23 personalidades diferentes, passa a ser perseguido por David Dunn (Bruce Willis), o herói de Corpo Fechado (2000).</p>
<p style="text-align: justify;">O jogo de gato e rato entre o homem inquebrável e a Fera é influenciado pela presença de Elijah Price (Samuel L. Jackson), que manipula os encontros entre eles e mantém segredos sobre os dois.</p>
<p style="text-align: justify;">Link do vídeo: <span style="color: #ff0000;"><strong><a style="color: #ff0000;" href="http://bit.ly/37YVV7E" rel="noopener">Vidro</a></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">Data de lançamento: <strong><a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/17-de-janeiro-de-2019/">17 de janeiro de 2019</a></strong> (2h 09min)<br />
Direção: <strong><a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/m-night-shyamalan/">M. Night Shyamalan</a></strong><br />
Elenco: <strong><a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/james-mcavoy/">James McAvoy</a></strong>, <strong><a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/bruce-willis/">Bruce Willis</a></strong>, <strong><a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/samuel-l-jackson/">Samuel L. Jackson</a></strong> mais<br />
Gêneros: <strong><a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/suspense/">Suspense</a></strong>, <strong><a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/fantasia/">Fantasia</a></strong><br />
Nacionalidade: <strong><a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/eua/">EUA</a></strong></p>
<h2 style="text-align: justify;">SINOPSE E CRÍTICA</h2>
<p style="text-align: justify;">Kevin Crumb, dono de 24 personalidades diferentes, passa a ser perseguido por David Dunn, um homem que não tem como se machucar.</p>
<p style="text-align: justify;">O jogo de gato e rato entre um ser inquebrável e a fera é influenciado pela presença de Elijah Price, que manipula os encontros entre eles e mantém segredos sobre os dois.</p>
<p style="text-align: justify;">Ponto de convergência dos universos (compartilhados de maneira insuspeita) vistos em Corpo Fechado (2000) e Fragmentado (2016), Vidro justifica seu título, bem como o protagonismo por ele insinuado, apenas nos minutos finais, quando uma mente genial oferece o xeque-mate que dela se esperava.</p>
<p style="text-align: justify;">No primeiro dos filmes da trilogia, o centro é David Dunn (Bruce Willis), sujeito que descobre poderes extraordinários, sendo chamado de super-herói pelo antagonista, Sr. Vidro, interpretado por Samuel L. Jackson.</p>
<p style="text-align: justify;">No segundo, a figura nuclear é Kevin (James McAvoy), perturbado por 24 personalidades, captor de meninas indefesas que logo se enquadra nessa equação enquanto típico brutamonte com potencial para auxiliar o cérebro criminoso a levar adiante seus planos.</p>
<p style="text-align: justify;">Os papeis são bem estabelecidos, obedecem propositalmente a arquétipos e estruturas narrativas conhecidas dos fãs dos quadrinhos, algo instrumentalizado por M. Night Shyamalan como arcabouço do filme. O cineasta busca, por meio desses alicerces, inclusive, um estudo da linguagem das HQs.</p>
<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-11450 aligncenter" src="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2018/12/Screenshot_35.jpg" alt="FILME VIDRO" width="938" height="585" title="FILME VIDRO 12" srcset="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2018/12/Screenshot_35.jpg 938w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2018/12/Screenshot_35-300x187.jpg 300w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2018/12/Screenshot_35-768x479.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 938px) 100vw, 938px" /></p>
<p style="text-align: justify;">É flagrante que Shyamalan radicaliza a observação da construção dos mitos contemporâneos, constantemente fazendo o Sr. Vidro justificar determinadas conjunturas e/ou viradas como se elas fossem desdobramentos naturais de um cânone.</p>
<p style="text-align: justify;">Todavia, diferentemente da utilização parcimoniosa e incisiva de tal recurso em Corpo Fechado, aqui a abundância e banalidade do procedimento fazem da reincidência uma muleta para escorar debilidades.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso, além de tentativa vã de dirimir vulnerabilidades, que ficam ainda mais evidentes, vide as alternâncias gratuitas das personas que habitam Kevin. O novo longa-metragem pode frustrar o espectador que estiver em busca de cenas de ação emocionantes.</p>
<p style="text-align: justify;">Não há isso em Vidro, no máximo sequências anticlimáticas e breves de batalha corporal entre os supostos representantes do bem e do mal.</p>
<p style="text-align: justify;">É intencional essa quebra de expectativas, novamente apontando à vontade que torcer modelos e estuda-los em ambientes menos confortáveis às suas convenções. Todavia, o resultado acaba sendo bem morno. Ocasionalmente asséptico.</p>
<p style="text-align: justify;">O personagem de Bruce Willis é o mais subaproveitado dos três, aquele que aparece estritamente para configurar a tríade, sem espaço suficiente para desenvolver-se.</p>
<p style="text-align: justify;">A atenção é, portanto, voltada aos vilões, à forma como criam estratagemas no sentido de, independentemente do lado da contenda, asseverar que o mundo entenda a existência de seres excepcionais.</p>
<p style="text-align: justify;">Dunn não demonstra o desejo de ser notório. É o herói de moral reta por excelência, enquanto o Sr. Vidro planeja justamente tornar pública e massificada a sua singularidade, assim como a dos demais.</p>
<p style="text-align: justify;">O que os difere, além do supracitado, é justamente as linhas que ambos se dispõem a cruzar para cumprir seus objetivos. Boa parte de Vidro se dá numa instituição psiquiátrica, na qual a doutora vivida por Sarah Paulson tenta provar que distúrbios mentais comuns são responsáveis por uma mania de grandeza patológica.</p>
<p style="text-align: justify;">As intenções de M. Night Shyamalan são muito claras, mas a inconsistência da abordagem e a insistência em trivialidades tornam o conjunto fragilizado.</p>
<p style="text-align: justify;">Vidro apresenta três personagens que seriam como âncoras afetivas aos sobre-humanos. A mãe do Sr. Vidro (Charlayne Woodard); o filho de Dunn (Spencer Treat Clark) – fundado forçosamente sobre o molde do ajudante remoto do herói; e Casey (Anya Taylor-Joy), a que sobreviveu à sanha da Fera.</p>
<p style="text-align: justify;">Eles surgem em momentos-chave, sendo utilizados também como escora de um viés dramático relativo à intimidade dos notáveis. Coincidências, tais como o fato de jovens estudarem na mesma escola, são componentes sem ressonância.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim como esse, outros se avolumam ao longo da sessão, culminando em dois plot twists (marca registrada de Shyamalan) que igualmente carecem de força dramática.</p>
<p style="text-align: justify;">Há de se celebrar a coragem de cruzar fronteiras raras em filmes comuns de super-heróis, dimensão à qual certamente este não se encaixa. Porém, é tão obsessiva a vontade do cineasta de surpreender a plateia com viradas, que ele descuida da progressão da trama, cuja urdidura aqui é frouxa, com uma prevalência incômoda de bastante lenga-lenga redundante.</p>
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