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	<title>EUA &#8211; Pontos de Contato &#8211; Revista sobre Publicidade, Propaganda e Marketing</title>
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	<description>Um espaço para dialogar sobre Comunicação e Marketing. Um lugar para trocar informações sobre as práticas do mercado aliando opinião com notícias e pesquisa</description>
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	<title>EUA &#8211; Pontos de Contato &#8211; Revista sobre Publicidade, Propaganda e Marketing</title>
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		<title>FILME PIECES OF A WOMAN</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Moisés Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jan 2021 12:22:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CINEMA]]></category>
		<category><![CDATA[Canadá]]></category>
		<category><![CDATA[Drama]]></category>
		<category><![CDATA[Ellen Burstyn]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>FILME PIECES OF A WOMAN Filme Pieces of a Woman é a jornada emocional de uma mãe que acaba de perder seu bebê. Diante dessa perda, ela terá que lidar com as consequências que seu luto tem nas relações com o marido e a mãe, lutando para que seu mundo não desabe por completo. 7 &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1>FILME PIECES OF A WOMAN</h1>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Filme Pieces of a Woman é a jornada emocional de uma mãe que acaba de perder seu bebê. Diante dessa perda, ela terá que lidar com as consequências que seu luto tem nas relações com o marido e a mãe, lutando para que seu mundo não desabe por completo.</span></p>
<div class="meta-body-item meta-body-info" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;"><span class="date">7 de janeiro de 2021</span> <strong>na <a href="https://www.youtube.com/watch?v=fJUHhNocnT8" rel="noopener">Netflix </a></strong><span class="spacer">/</span> 2h 06min <span class="spacer">/</span> Drama</span></div>
<div class="meta-body-item meta-body-direction" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;"><span class="light">Direção:</span> Kornél Mundruczó</span></div>
<div class="meta-body-item meta-body-actor" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;"><span class="light">Elenco:</span> Vanessa Kirby, Shia LaBeouf, Ellen Burstyn</span></div>
<div class="meta-body-item" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;"><span class="light">Nacionalidades</span> EUA, Canadá, Hungria</span></div>
<div></div>
<h2 style="text-align: left;">CRÍTICA E SINOPSE &#8211; FILME PIECES OF A WOMAN</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-13285 aligncenter" src="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2021/01/FILME-PIECES-OF-A-WOMAN-2.jpg" alt="FILME PIECES OF A WOMAN" width="560" height="306" title="FILME PIECES OF A WOMAN 4" srcset="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2021/01/FILME-PIECES-OF-A-WOMAN-2.jpg 614w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2021/01/FILME-PIECES-OF-A-WOMAN-2-300x164.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 560px) 100vw, 560px" /></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Martha e Sean se preparam para o primeiro bebê do casal, e decidem fazer o parto em casa. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">No entanto, o momento não ocorre como previam, e os dois precisam lidar com o impacto de uma tragédia.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Sofrendo pressões familiares, midiáticas e de advogados, os dois precisam descobrir como preservar o relacionamento em crise.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">É difícil prever para onde se encaminha Pieces of a Woman (<a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/shia-labeouf/">2020</a>), drama com múltiplos focos a partir de uma tragédia familiar. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">A narrativa é dividida em três atos rigidamente separados: primeiro, uma trama ultrarrealista sobre o parto de Martha (<strong><a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/vanessa-kirby/">Vanessa Kirby</a></strong>), mulher que decide ter o bebê em casa. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">As cenas são longuíssimas, em planos-sequência, evitando a romantização da maternidade. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Alguns teóricos encaixariam o projeto no subgênero “o corpo sofre”, no qual se representa algum processo doloroso (geralmente imputado às mulheres) da maneira mais brutal possível. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Segundo, existe um melodrama familiar, menos focado nas ações do que nos sentimentos, refletindo o trauma vivido por Martha e o marido Sean (Shia LaBeouf).</span></p>
<h3><span style="font-size: 14pt;">Filme Pieces of a Woman</span></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;"> O senso de urgência da parte anterior desaparece, cedendo espaço a um retrato lacônico do luto. Terceiro, e talvez o mais inesperado de todos, seja o suspense de tribunal, onde se espera resolver legalmente o drama da protagonista. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">O foco abre-se progressivamente, de um instante íntimo entre três pessoas (mãe, pai e parteira) ao julgamento acompanhado pela nação inteira.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-13283 aligncenter" src="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2021/01/FILME-PIECES-OF-A-WOMAN.jpg" alt="FILME PIECES OF A WOMAN" width="574" height="244" title="FILME PIECES OF A WOMAN 5" srcset="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2021/01/FILME-PIECES-OF-A-WOMAN.jpg 684w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2021/01/FILME-PIECES-OF-A-WOMAN-300x128.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 574px) 100vw, 574px" /></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">O cineasta húngaro <strong><a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/kornel-mundruczo/">Kornél Mundruczó</a></strong> se tornou conhecido pela mão pesada nas composições imagéticas e nos maneirismos de câmera, que já produziram tanto sequências frenéticas de perseguição (em Deus Branco, 2014) quanto uma aventura fantástica (Lua de Júpiter, 2017). </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">No caso do projeto de 2020, o interesse provém do encontro entre o olhar estetizante e o drama intimista. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Em certos aspectos, a reunião provoca ótimos resultados: o terço inicial permite aos atores construírem os personagens como num palco teatral. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">As imagens ininterruptas possibilitam um desenvolvimento orgânico das falas e expressões corporais. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Neste momento, Kirby encontra um interessante viés à protagonista, certamente apegada ao bebê, porém nada encantada quanto à vida de mãe. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Martha conduz a gestação com a naturalidade de quem possui um trabalho a cumprir, e deseja fazê-lo muito bem. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">A atriz foge aos extremos tão associados ao parto, à maternidade e ao luto, evitando posturas de vítima, mártir, heroína ou qualquer outro selo que lhe colem. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">O forte olhar da intérprete carrega um misto de raiva, cansaço e remorso. Após a tragédia, a protagonista deseja ao mesmo tempo a guerra e a paz, o caos e o silêncio, o ataque aos outros e o direito à reclusão.</span></p>
<h3><span style="font-size: 14pt;">Filme Pieces of a Woman</span></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Por outro lado, certos recursos estilísticos soam exagerados, sobretudo no terço final. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">A sequência do julgamento inclui curiosos planos dos pescoços (em busca do batimento cardíaco das atrizes?), enquanto o ostensivo balé da câmera durante um almoço em família se traduz em exercício de vaidade. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">O plano-sequência possui valores muito diferentes quando serve a compor planos dentro do plano, reforçando interações pelo tempo real e pelos sons extraquadro (caso das obras de Cristi Puiu e Michael Haneke), ou quando apenas comprova o prazer do olhar onisciente, desejando estar em todos os lugares simultaneamente. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">A câmera móvel de Pieces of a Woman fornece tantas possibilidades a Mundruczó que o cineasta se deslumbra com o movimento em si, enquanto ferramenta retórica. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Conforme a trama avança, o roteiro abandona Sean e se esquece Martha durante tempo considerável para se concentrar na mãe (<strong><a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/ellen-burstyn/">Ellen Burstyn</a></strong>). </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">A câmera abre tanto o escopo do olhar que perde o foco nos protagonistas &#8211; quanto mais a montagem ignora a dinâmica do casal, mais o filme se enfraquece. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">A representação desta dor tão íntima não resiste à tentação do espetáculo – vide o “momento Oscar” de Kirby e Burstyn, durante a catarse no almoço. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Haveria múltiplas maneiras de explodir, ou implodir, sem passar pela verbalização dos sentimentos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">A propósito de verbalizações, o drama reserva outros instantes em que a elaboração do luto passa pela palavra, bem articulada e enunciada em público.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">À medida que investe no melodrama tradicional, o filme de ambições estéticas tão fortes se domestica, deixando de acompanhar este processo pelo olhar de Martha. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Ela passa a ser observada por terceiros, e o espectador não saberá mais o que pensa, nem como pretende agir.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;"> Uma cena importante envolvendo Elizabeth e Sean será determinante para os rumos desta experiência: este será o primeiro conflito em que Martha não está envolvida. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Neste instante, sequer sabemos onde a personagem se encontra. Aos poucos, a narração minimiza o papel da mãe em nome da necessidade de abraçar outras causas.</span></p>
<h3><span style="font-size: 14pt;">Filme Pieces of a Woman</span></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">A partir da exagerada cena do cheque, por volta de dois terços da narrativa, o projeto nunca mais retoma os trilhos. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">As atitudes de Elizabeth resultam novelescas (o roteiro realmente precisava de uma vilã?); a partida de um personagem importante não surte impacto emocional notável nos demais, e o discurso hollywoodiano diante do juiz, rompendo protocolos e promovendo uma reviravolta emocional, revela a dificuldade do autor em resolver traumas através de saídas puramente imagéticas.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-13284 aligncenter" src="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2021/01/FILME-PIECES-OF-A-WOMAN-1.jpg" alt="FILME PIECES OF A WOMAN" width="571" height="240" title="FILME PIECES OF A WOMAN 6" srcset="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2021/01/FILME-PIECES-OF-A-WOMAN-1.jpg 685w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2021/01/FILME-PIECES-OF-A-WOMAN-1-300x126.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 571px) 100vw, 571px" /></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Apesar destas ressalvas, <em>Pieces of a Woman</em> resulta num estudo satisfatório sobre a personagem principal, tratada com respeito e com impressionante variação emocional por Kirby. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Molly Parker também se destaca a partir de uma figura tão pontual quanto importante à trama, ao passo que Shia LaBeouf relembra o bom ator que pode ser quando se encontra longe das grandes produções e da pressão midiática. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Infelizmente, as metáforas são utilizadas de modo insistente demais, ou insuficiente: as sementes de maçã virando uma macieira e o bebê com “cheiro de maçã” resultam num imaginário óbvio (vide a fraca cena final), enquanto o símbolo do rompimento da ponte, relacionado à crise do casal Martha-Sean, poderia ser melhor explorado pelas cartelas temporais e pela conclusão.</span></p>
<h3><span style="font-size: 14pt;">Filme Pieces of a Woman</span></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Caso se ativesse aos dois personagens que vivenciam de perto o trauma, o projeto poderia atingir um resultado mais potente. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">A vontade de ver o circo pegar fogo, introduzindo conflitos externos e artificiais, apenas desvia o foco do humanismo inicial. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Talvez a maior ressonância, no sentido físico de encontro de vibrações contrárias de mesma intensidade, provenha do embate entre o estilo propenso à grandiloquência e um tema que implora pelo minimalismo.</span></p>
<div></div>
<div></div>
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		<title>Filme Legado Explosivo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Moisés Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Jan 2021 18:23:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CINEMA]]></category>
		<category><![CDATA[Anthony Ramos]]></category>
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		<category><![CDATA[EUA]]></category>
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		<category><![CDATA[Liam Neeson]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Filme Legado Explosivo Filme Legado Explosivo, um ladrão de banco resolve mudar de vida e se tornar uma pessoa honesta quando se apaixona por uma mulher que trabalha em uma instalação de armazenamento, um lugar onde ele esconde todo o dinheiro que rouba. Mas fica cada vez mais difícil limpar seu nome quando ele passa &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1 style="text-align: center;">Filme Legado Explosivo</h1>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Filme Legado Explosivo, um ladrão de banco resolve mudar de vida e se tornar uma pessoa honesta quando se apaixona por uma mulher que trabalha em uma instalação de armazenamento, um lugar onde ele esconde todo o dinheiro que rouba.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;"> Mas fica cada vez mais difícil limpar seu nome quando ele passa a ser investigado por um agente corrupto do FBI.</span></p>
<div class="meta-body-item meta-body-info" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">7 de janeiro de 2021 <span class="spacer">/</span> 1h 38min <span class="spacer">/</span> Ação, Suspense</span></div>
<div class="meta-body-item meta-body-direction" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;"><span class="light">Direção:</span> Mark Williams (II)</span></div>
<div class="meta-body-item meta-body-actor" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;"><span class="light">Elenco:</span> Liam Neeson, Kate Walsh, <strong><a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/anthony-ramos/">Anthony Ramos</a></strong></span></div>
<div class="meta-body-item" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;"><span class="light">Nacionalidade</span> EUA</span></div>
<div></div>
<h2>SINOPSE E CRÍTICA</h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Decidido a mudar de vida e se tornar uma pessoa correta, um ladrão de banco se apaixona por uma mulher que trabalha no lugar onde ele esconde o fruto dos delitos. A coisa piora quando ele começa a ser investigado pelo FBI.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Há um bom tempo Liam Neeson vem demonstrando interesse em se afastar do tipo de filme que tem alçado sua carreira a níveis de sucesso nunca vistos em anos anteriores.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Afinal, por mais que tenha sido indicado ao Oscar por <em>A Lista de Schindler</em> (1993) e participado de outros projetos igualmente relevantes, como <em>Kinsey: Vamos Falar de Sexo</em> (2004), desde <em>Star Wars: Episódio I – A Ameaça Fantasma</em> (1999) e, principalmente, em <em>Busca Implacável</em> (2008), ele tem se especializado, basicamente, em dois personagens: o mestre capaz de tirar uma carta da manga no último minuto, ou o engenhoso e incansável lutador disposto a enfrentar – com bons resultados – até os perigos mais letais.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;"> Pois bem, essas duas figuras se mistura em <em>Legado Explosivo</em> com tamanha perfeição que deve ter sido quase impossível para o ator recusar a oferta.</span></p>
<h3>Filme Legado Explosivo</h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">E assim, agora se tem a oportunidade de vê-lo mais uma vez como um personagem com o qual se demonstra bastante confortável, e num domínio tamanho de suas habilidades que é quase impossível disfarçar o prazer que resulta desse novo encontro, independente de que lado da tela se esteja.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-13264 aligncenter" src="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Filme-Legado-Explosivo.jpg" alt="Filme Legado Explosivo" width="679" height="392" title="Filme Legado Explosivo 9" srcset="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Filme-Legado-Explosivo.jpg 679w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Filme-Legado-Explosivo-300x173.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 679px) 100vw, 679px" /></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Assim como Cary Grant ou James Stewart, ícones da era de ouro de Hollywood, Liam Neeson também é um astro que preza muito a imagem que o público tem a respeito da sua própria persona. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Por isso, por mais que aceite interpretar um bandido, assim o faz de modo que esse possa ser visto como&#8230; herói, é claro.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Então, o melhor é esquecer o tal de <em>Legado Explosivo</em> do título nacional – não há nenhum legado em questão, por mais que se tenham várias explosões em cena – e direcionar as atenções ao batismo original: <em>Honest Thief</em>, ou seja, Ladrão Honesto.</span></p>
<h3>Filme Legado Explosivo</h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Assim, o galã interpreta um homem que há quase uma década tem como passatempo roubar bancos, sem deixar nenhuma pista para trás – tanto que se tornou conhecido como o “ladrão do entra-e-sai”, apelido que ele detesta, aliás – e motivado por razões bem particulares. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Dois detalhes, porém, merecem ser ressaltados: primeiro, nunca gastou um tostão do que foi roubado, e segundo, está arrependido de tal prática, e o que o faz mudar de ideia é a descoberta do verdadeiro amor.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Dito assim, parece simples absurdo. Porém, quando esse texto tão improvável, quanto ridículo, é dito em cena por alguém como Liam Neeson, sem nem titubear, como não dar-lhe crédito?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;"> Ao alugar uma garagem para guardar o fruto dos seus assaltos, ele conhece Annie (<strong><a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/kate-walsh/">Kate Walsh</a></strong>, indo com eficiência além da mera presença como mocinha em perigo), gerente do local. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Um ano depois, os dois estão de namoro firme, e é chegado o momento dele tomar uma decisão: contar a verdade sobre seu passado.</span></p>
<h3>Filme Legado Explosivo</h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;"> Antes, no entanto, precisa chegar a um acordo com a polícia: está disposto a se entregar e devolver tudo que levou consigo em cada um destes golpes – um total de US$ 9 milhões! </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">No entanto, quer a garantia de que será condenado a uma pena de no máximo dois anos, em uma prisão de mínima segurança, em uma localidade próxima de onde vive, para que a namorada possa visitá-lo com frequência. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Ou seja, uma lista de pedidos tão inacreditáveis que, uma vez ditos por Neeson, se tornam corriqueiros e até razoáveis.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Mas não se engane: este é o legítimo exemplar de filme que segue a linha de “tiro, porrada e bomba”!</span></p>
<h3>Filme Legado Explosivo</h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;"> E essa trinca tem início quando os policiais que deveriam tomar a confissão dele – interpretados pelo vilanesco Jai Courtney e pelo novato Anthony Ramos (<em>Nasce Uma Estrela</em>, 2018) – decidem seguir outro rumo: pegar o dinheiro para eles e eliminar o bandido confesso. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">É claro que esse plano não dará certo. Assim, a história enfim tem início quando, furioso, o protagonista liga para Courtney e o avisa pelo telefone: “<em>eu tentei ser correto e fazer tudo certo, mas não funcionou, então agora não há mais nada a fazer, a não ser ir atrás de você</em>”! </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Quando uma frase dessas surge, todo espectador que tenha assistido a qualquer filme estrelado por Neeson nos últimos dez ou quinze anos sabe o que irá encontrar pela frente – e ele mais uma vez entrega, exatamente como o esperado, com a mesma excelência de sempre!</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-13265 aligncenter" src="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Filme-Legado-Explosivo-1.jpg" alt="Filme Legado Explosivo" width="686" height="349" title="Filme Legado Explosivo 10" srcset="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Filme-Legado-Explosivo-1.jpg 686w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Filme-Legado-Explosivo-1-300x153.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 686px) 100vw, 686px" /></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Muitas cenas de tiroteio nas quais todo mundo atira e ninguém morre (ou quase isso), perseguições automobilísticas completamente impossíveis, lutas intensas que deixam hematomas pelo corpo todo, mas não chegam a impedi-los de seguirem andando – mesmo quando arremessados do quarto andar de um prédio – e casas que vão pelos ares como café da manhã, <a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/liam-neeson/"><em>Legado Explosivo</em> </a>oferece em seu menu tudo o que de melhor esse subgênero, do qual Liam Neeson é um verdadeiro mestre, pode entregar à sua <a href="https://www.youtube.com/watch?v=daAxFdgVcnY" rel="noopener">audiência.</a></span></p>
<h3>Filme Legado Explosivo</h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Determinado sem se levar à sério em demasia, engraçado sem resvalar no besteirol e intenso sempre que as descargas de adrenalina exigem, é o perfeito combo de ação, exageros e drama controlado sem exigir além da conta e nem cobrar demais no âmbito da verossimilhança.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;"> É diversão garantida, assim como muitos dos seus similares anteriores, mas feito com gosto por quem controla esse cenário como poucos outros.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;"> E é exatamente isso que termina por fazer toda a diferença.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Filme Legado Explosivo Dublado Online, Filme Legado Explosivo Assistir Filme Completo, assistir Filme Legado Explosivo Dublado Online, assistir Filme Legado Explosivo completo em portugues, Filme Legado Explosivo filme legendado portugues, Filme Legado Explosivo Filme Completo Dublado, Filme Legado Explosivo Filme Completo Legendado, Filme Legado Explosivo Filme completo.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>O GAMBITO DA RAINHA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Moisés Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Dec 2020 18:58:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CINEMA]]></category>
		<category><![CDATA[Allan Scott]]></category>
		<category><![CDATA[Anya Taylor-Joy]]></category>
		<category><![CDATA[Chloe Pirrie]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Marielle Heller]]></category>
		<category><![CDATA[Scott Frank]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O GAMBITO DA RAINHA O Gambito da Rainha ou The Queen’s Gambit, conta a história de Beth Harmon (Anya Taylor-Joy), uma menina órfã que se revela um prodígio do xadrez. Mas agora, aos 22 anos, ela precisa enfrentar seu vício para conseguir se tornar a maior jogadora do mundo. E quanto mais Beth aprimora suas &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1 class="info-name amy-title" style="text-align: center;">O GAMBITO DA RAINHA</h1>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">O Gambito da Rainha ou The Queen’s Gambit, conta a história de Beth Harmon (Anya Taylor-Joy), uma menina órfã que se revela um prodígio do xadrez. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Mas agora, aos 22 anos, ela precisa enfrentar seu vício para conseguir se tornar a maior jogadora do mundo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;"> E quanto mais Beth aprimora suas habilidades no tabuleiro, mais a ideia de uma fuga lhe parece tentadora.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Título original : The Queen’s Gambit</span><br />
<span style="font-size: 14pt;">Direção: Scott Frank, Allan Scott</span><br />
<span style="font-size: 14pt;">Elenco: <strong><a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/anya-taylor-joy/">Anya Taylor-Joy</a></strong>, <strong><a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/chloe-pirrie/">Chloe Pirrie</a></strong>, <strong><a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/marielle-heller/">Marielle Heller</a></strong></span><br />
<span style="font-size: 14pt;">Nacionalidade EUA</span><br />
<span style="font-size: 14pt;">Canal original Netflix</span></p>
<h2>SINOPSE E CRÍTICA &#8211; O GAMBITO DA RAINHA</h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">A órfã Beth Harmon é prodigiosa no xadrez. Aos 20 anos ela precisou enfrentar o vício para se tornar a maior enxadrista do mundo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Apontado como um dos maiores sucessos de todos os tempos da Netflix, a minissérie O Gambito da Rainha é um verdadeiro mistério. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Primeiro, porque não conta com nenhum rosto de destaque no elenco: a protagonista, Anya Taylor-Joy, foi vista em filmes como A Bruxa (2015) e Fragmentado (2016), mas seguia a espera do título que a tornasse, de fato, conhecida – bom, não mais.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Depois, trata-se de uma história que gira quase que por completo ao redor de jogos de xadrez, um esporte – se é que assim pode ser considerado – longe de ser minimamente popular (no Brasil, então, nem se fala). </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">E por fim, devido à própria estrutura narrativa assumida, que antecipa reviravoltas e segredos, esvaziando seus mistérios ou dramas, tornando o conjunto bastante previsível. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">O que termina por fazer diferença, portanto, é justamente algo a mais que talvez não possa ser facilmente identificável, mas que certamente está além da soma das suas partes.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-13209 aligncenter" src="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/12/O-Gambito-da-Rainha.jpg" alt="O GAMBITO DA RAINHA" width="682" height="461" title="O GAMBITO DA RAINHA 14" srcset="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/12/O-Gambito-da-Rainha.jpg 682w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/12/O-Gambito-da-Rainha-300x203.jpg 300w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/12/O-Gambito-da-Rainha-110x75.jpg 110w" sizes="auto, (max-width: 682px) 100vw, 682px" /></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Criada por Scott Frank, roteirista indicado ao Oscar pelos enredos de Irresistível Paixão (1998) e Logan (2017), e por Allan Scott, escritor com passagem por títulos marcantes, como Inverno de Sangue em Veneza (1973) e o Convenção das Bruxas (1990) original, O Gambito da Rainha ressente, no entanto, pela falta de experiência de ambos no formato seriado.</span></p>
<h3>O GAMBITO DA RAINHA</h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Ainda que o primeiro tenha no currículo uma outra produção no mesmo estilo – Godless (2017), também da Netflix – o segundo é estreante no gênero.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;"> E isso fica claro ao longo dos sete episódios: a impressão que se tem, ao término da maratona, é de se ter ficado diante não de uma história contada em capítulos, mas de um longo filme, com mais de 6h30min de duração. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">O que é muito a se pedir para uma trama que pouco de surpreendente apresenta, além de ficar evidente que seus excessos como tais se comportam. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Caso tivessem sido eliminados, o conjunto teria muito a ganhar em uma apresentação mais ágil e dinâmica.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">O que mais O Gambito da Rainha carece é de um conflito dramático que motive o espectador a seguir atento durante o desenrolar de toda a série.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;"> Beth Harmon (Isla Johnston quando criança, Taylor-Joy na adolescência e quando adulta) teve uma infância difícil, mas tudo que isso parece ter lhe provocado foi um comportamento quase autista, como que despreocupada com os demais, alheia aos dramas dos outros. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">A mãe, de comportamento instável, repele o pai da menina, até que ele abandona as duas. Sozinhas, a mais velha se percebe incapaz de criar a filha. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Sem conseguir entregá-la ao ex-companheiro, toma a decisão mais fácil – ou difícil, dependendo do ponto de vista: opta pelo suicídio. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">O evento se dá num acidente de trânsito, do qual Beth, miraculosamente, acaba escapando ilesa. Órfã, é enviada a um orfanato para garotas. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">É lá que, durante uma visita ao porão para limpar apagadores de quadro-negro – vai a mando da professora – encontra o zelador (Bill Camp, de Coringa, 2019). </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">E a partir daí seu mundo começa, de fato, a se transformar. Isso porque o senhor Shaibel, no instante em que é visto pela jovem, estava jogando xadrez consigo mesmo. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Ela passa a demonstrar interesse, e logo os dois estarão praticando <a href="https://www.youtube.com/watch?v=mjWnhN-yF0A" rel="noopener">juntos.</a></span></p>
<h3>O GAMBITO DA RAINHA</h3>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-13210 aligncenter" src="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/12/O-Gambito-da-Rainha-1.jpg" alt="O GAMBITO DA RAINHA" width="684" height="458" title="O GAMBITO DA RAINHA 15" srcset="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/12/O-Gambito-da-Rainha-1.jpg 684w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/12/O-Gambito-da-Rainha-1-300x201.jpg 300w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/12/O-Gambito-da-Rainha-1-110x75.jpg 110w" sizes="auto, (max-width: 684px) 100vw, 684px" /></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">O que ele logo descobre é que está diante de um prodígio. Tem pouco a ensiná-la, afinal. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Beth aprende as regras rapidamente, e em questão de dias estará jogando melhor do que ele próprio. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Daí em diante, todas as portas passam a se abrir: o diretor do clube local, ao conhecê-la, trata de colocá-la em teste diante de jogadores mais experientes. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Quando, enfim, é adotada, tudo o que pede é um tabuleiro para chamar de seu. Tempos depois, o marido abandona as duas. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Sem saber como se manterem, percebem que torneios de xadrez podem ser uma boa fonte de renda – principalmente para os campeões (ou campeãs, no caso). </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">E assim vai trilhando seu caminho, ganhando um desafio após o outro, como se não houvesse ninguém bom o bastante para fazê-la ameaça. Ou quase isso. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Ainda nessa fase, é importante destacar as duas mulheres que terão papel preciso em sua jornada: a melhor amiga, Jolene (a revelação Moses Ingram), que surgirá nos momentos mais pontuais, e a segunda mãe, Alma (a cineasta Marielle Heller), com quem desenvolverá uma bonita relação de troca e confiança.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Afinal, se fosse apenas isso, daí mesmo é que o programa não teria graça alguma. Então, Frank e Scott tratam de inserir diferentes “vilões” no enredo. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">O primeiro, e mais sério, é o vício que a protagonista desenvolve por aditivos químicos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;"> Desde os tempos do orfanato, quando era tratada com calmantes, ela descobre que, com a mente alterada, consegue ver as coisas ao seu redor com maior clareza – inclusive as possíveis jogadas a serem desempenhadas na partida seguinte. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">A rejeição masculina – tema recorrente que vai do pai natural ao adotivo, passando pela primeira paixão até os demais colegas de prática que eventualmente dividirão também a cama dela – e a instabilidade materna (novamente, natural e adotiva) a levam também a excessos no álcool. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Os dois, combinados – drogas e bebidas – podem representar vantagens no jogo, mas também são perdições na vida. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Nada, no entanto, a se temer de fato: esse não é um conto de violência ou desespero, e, portanto, sabe-se bem que não importa a encruzilhada em que se meta, sempre haverá uma mão disposta a ir ao seu socorro.</span></p>
<h3>O GAMBITO DA RAINHA</h3>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-13211 aligncenter" src="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/12/O-Gambito-da-Rainha-2.jpg" alt="O GAMBITO DA RAINHA" width="686" height="459" title="O GAMBITO DA RAINHA 16" srcset="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/12/O-Gambito-da-Rainha-2.jpg 686w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/12/O-Gambito-da-Rainha-2-300x201.jpg 300w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/12/O-Gambito-da-Rainha-2-110x75.jpg 110w" sizes="auto, (max-width: 686px) 100vw, 686px" /></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Entre os três homens da sua vida – Townes (Jacob Fortune-Lloyd, de A Casa Torta, 2017), Harry (Harry Melling, da saga Harry Potter) e Benny (Thomas Brodie-Sangster, da saga Maze Runner), cada um desempenhando um papel fundamental no seu amadurecimento enquanto mulher e jogadora – e o grande inimigo a ser derrotado – o russo Borgov (Marcin Dorocinski, de Plano Quase Perfeito, 2017), o inimigo a ser superado – Beth faz de O Gambito da Rainha (nome de uma jogada que em nenhum momento chega a ter importância em cena) a jornada de transformação de alguém que, após ter sido abandonada por todos, aos poucos vai encontrando seu lugar no mundo. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">E se a história parece simples demais – o que de fato é – o que pode justificar tamanho interesse despertado é a excelência que Anya Taylor-Joy demonstra na defesa dessa personagem. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Dos momentos mais isolados às passagens de reconhecimento e glória, é ela que empresta verdade e empatia a uma trajetória que, de outra forma, poderia soar completamente alheia aos olhos de quem pouco entende – ou sequer se interessa – por cavalos, peões, torres e reis. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">É por ela, acima de qualquer outro elemento, que uma obra que teria tudo para ser apenas banal acaba descobrindo uma relevância quase insuspeita.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Filme Mank</title>
		<link>https://pontosdecontato.com.br/cinema/filme-mank/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=filme-mank</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Moisés Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Dec 2020 19:12:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CINEMA]]></category>
		<category><![CDATA[Amanda Seyfried]]></category>
		<category><![CDATA[David Fincher]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Gary Oldman]]></category>
		<category><![CDATA[Lily Collins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Filme Mank O enredo do Filme Mank segue a história tumultuosa do roteirista Herman J. Mankiewicz da obra-prima icônica de Orson Welles, Cidadão Kane (1941) e sua luta com o autor Orson Welles pelo crédito do script do grandioso longa.  04 de dezembro de 2020 na Netflix / 2h 12min / Biografia, Drama Direção: David &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1 style="text-align: center;">Filme Mank</h1>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">O enredo do Filme Mank segue a história tumultuosa do roteirista Herman J. Mankiewicz da obra-prima icônica de Orson Welles, Cidadão Kane (1941) e sua luta com o autor Orson Welles pelo crédito do script do grandioso <a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/amanda-seyfried/">longa. </a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">04 de dezembro de 2020 na Netflix / 2h 12min / Biografia, Drama</span><br />
<span style="font-size: 14pt;">Direção: David Fincher</span><br />
<span style="font-size: 14pt;">Elenco: Gary Oldman, Amanda Seyfried, Lily Collins</span><br />
<span style="font-size: 14pt;">Nacionalidade <a href="https://www.youtube.com/watch?v=YRDVRciMN6M" rel="noopener">EUA</a></span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-13192 aligncenter" src="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/12/filme-mank.jpg" alt="Filme Mank" width="1140" height="497" title="Filme Mank 20" srcset="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/12/filme-mank.jpg 1140w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/12/filme-mank-300x131.jpg 300w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/12/filme-mank-1024x446.jpg 1024w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/12/filme-mank-768x335.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1140px) 100vw, 1140px" /></p>
<h2>SINOPSE E CRÍTICA &#8211; FILME MANK</h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Consagrado como um dos melhores filmes de todos os tempos, Cidadão Kane (1942) está atrelado umbilicalmente ao seu diretor/protagonista Orson Welles. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Filme Mank vista observar o outro dos pais deste longa-metragem paradigmático, cujo enredo é centrado num magnata extravagante das comunicações que não consegue desvencilhar-se dos grilhões de uma juventude marcada pela ausência de <a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/david-fincher/">afeto. </a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">O cineasta David Fincher, com base num roteiro escrito por seu falecido pai, Jack Fincher, confere o protagonismo a Herman Mankiewicz (Gary Oldman, excelente), investigando o que teria sido a verdadeira gênese da obra que modificou parâmetros em Hollywood. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Num primeiro momento, especificamente na metade inicial da produção que transpira uma imagem de saudosismo, o realizador faz do personagem principal praticamente um guia turístico. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Herman existe mais para que tenhamos acesso privilegiado a determinadas instâncias da Meca do cinema norte-americano. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Na sua companhia, passeamos por estúdios, somos apresentados a várias figuras emblemáticas da chamada Era de Ouro, ou seja, acabamos introduzidos num universo <a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/eua/">singular.</a></span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-13193 aligncenter" src="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/12/filme-mank-1.jpg" alt="Filme Mank" width="685" height="325" title="Filme Mank 21" srcset="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/12/filme-mank-1.jpg 685w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/12/filme-mank-1-300x142.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 685px) 100vw, 685px" /></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">David Fincher, no entanto, nesse segmento inaugural, prega essencialmente aos convertidos. Ele parece regozijar-se das entradas triunfais de personalidades como Louis B. Mayer (Arliss Howard), David O. Selznick (Toby Leonard Moore), Irving Thalberg (Ferdinand Kingsley), Josef Von Sternberg (Paul Fox) e Ben Hecht (Jeff Harms). </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Alguns são imprescindíveis à trama que adiante adquire consistência enquanto diagnóstico sócio-político-histórico, mas outros se transformam em figurantes de luxo especialmente dispostos ao deleite dos espectadores previamente conhecedores de suas relevâncias a Hollywood. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Ao contrário do que a publicidade vem pontuando, Mank não se trata de um filme sobre a enorme rixa nos bastidores da criação de Cidadão Kane. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Orson Welles (Tom Burke) aparece esporadicamente, ao telefone, interagindo no limite da indiferença, claro, para termos esclarecida sua nula participação na arquitetura do roteiro. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Somente no encerramento as rusgas pelos créditos vêm à tona, numa cena excepcionalmente montada em paralelo com o confronto entre Herman Mankiewicz e William Randolph Hearst (Charles Dance), a inspiração de <a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/gary-oldman/">Kane.</a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Do ponto de vista do estudo de personagem, Mank igualmente cresce quando Fincher breca os flashbacks apenas como introdução. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Há um contato maior com essa personalidade fascinante, embora inclinada à autodestruição – vide o alcoolismo e a disposição praticamente patológica pelos jogos de azar. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Nesse percurso não fica claro se Fincher entende Mankiewicz como produto sintomático de um meio corrompido por toda sorte de influências ou exatamente o oposto, uma avis rara que sofre por não se encaixar perfeitamente dentro dos esquemas perversos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;"> Talvez haja um pouco das duas visões se entrelaçando nesse filme em que a fotografia em preto e branco a cargo de Erik Messerschmidt rivaliza no quesito exuberância com a linda direção de arte assinada por Chris Craine e Dan Webster. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Ao gradativamente desenhar o protagonista como alguém incapaz de lutar de igual para igual contra os poderosos – denunciando, por exemplo, estúdios como peças determinantes para os rumos da política estadunidense – o filme ganha melancolia, relevância e força poética. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">E Fincher faz questão de lançar mão de certos expedientes presentes na linguagem do próprio Cidadão Kane, como os plongée e contra-plongée (perspectivas, respectivamente, de cima para baixo e de baixo para cima), como expediente para determinar visualmente a alternância de poderes, influências e capacidades em cena.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-13194 aligncenter" src="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/12/filme-mank-2.jpg" alt="Filme Mank" width="687" height="311" title="Filme Mank 22" srcset="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/12/filme-mank-2.jpg 687w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/12/filme-mank-2-300x136.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 687px) 100vw, 687px" /></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">De certa forma, David Fincher com Mank oferece um pequeno gesto de oposição à política dos autores, celebrada como um mandamento pelos críticos da revista Cahiers du Cinéma, eles que viriam a formatar a Nouvelle Vague francesa e uma mudança significativa de pensamento quanto aos responsáveis pela autoria das produções cinematográficas. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Como homenagem ao pai, o cineasta ressalta a força das palavras, conseguindo equilibrar a opulência visual da qual se vale para estilizar uma Hollywood a partir da estética da época citada com a importância do roteirista ao processo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;"> A pontuação das transições com os cabeçalhos é a mais singela das suas tentativas de sublinhar a força do dito/escrito, sendo justamente a valorização da riqueza dos diálogos a principal <a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/lily-collins/">delas. </a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">As relações complementares que Herman estabelece com as mulheres principais do filme – Marion Davies (Amanda Seyfried), Rita Alexander (Lily Collins) e Sara Mankiewicz (Tuppence Middleton) – funcionariam melhor se o foco permanecesse ativo no homem, não naquilo que ele representa diante de Hollywood ou como testemunha desalentada e vítima sufocada do sistema. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Sem a coragem e o cinismo fino de O Jogador (1991), no qual Robert Altman fala da sua contemporânea Hollywood, Fincher comodamente olha para o passado, criticando uma quimera supostamente ultrapassada e obsoleta, mas o faz com muito estilo.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>FILME UMA INVENÇÃO DE NATAL</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Moisés Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 Nov 2020 21:52:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CINEMA]]></category>
		<category><![CDATA[avid E. Talbert]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Forest Whitaker]]></category>
		<category><![CDATA[Keegan-Michael Key]]></category>
		<category><![CDATA[Madalen Mills]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>FILME UMA INVENÇÃO DE NATAL Filme Uma Invenção de Natal acompanha o fabricante de brinquedos Jeronicus Jangle (Forest Whitaker) e sua neta Journey (Madalen Mills), que são responsáveis por invenções fantástiscas que dão origem a peças excêntricas e magníficas. Quando sua mais preciosa criação é roubada por seu aprendiz de confiança, a traição deixa Jeronicus improdutivo &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h1 style="text-align: center;">FILME UMA INVENÇÃO DE NATAL</h1>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Filme Uma Invenção de Natal acompanha o fabricante de brinquedos Jeronicus Jangle (Forest Whitaker) e sua neta Journey (Madalen Mills), que são responsáveis por invenções fantástiscas que dão origem a peças excêntricas e <a href="https://www.youtube.com/watch?v=D4LRMS03mGU" rel="noopener">magníficas.</a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;"> Quando sua mais preciosa criação é roubada por seu aprendiz de confiança, a traição deixa Jeronicus improdutivo e recluso, cabendo a sua neta criar uma mágica invenção para salvar o Natal.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">13 de novembro de 2020 na Netflix / 2h 02min / Família, Musical, <a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/avid-e-talbert/">Aventura</a></span><br />
<span style="font-size: 14pt;">Direção: David E. Talbert</span><br />
<span style="font-size: 14pt;">Elenco: Forest Whitaker, Madalen Mills, Keegan-Michael Key</span><br />
<span style="font-size: 14pt;">Nacionalidade EUA</span></p>
<h2>SINOPSE E CRÍTICA</h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Jeronicus Jangle é um fabricante de brinquedos reconhecido por suas criações fantásticas. Quando seu aprendiz mais próximo rouba uma preciosa criação, ele vai contar com a ajuda da neta para despertar novamente a magia.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">A quantos filmes natalinos com elenco predominantemente negro você assistiu? Provavelmente a nenhum. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Lamentavelmente recentes, as demandas por diversidade na representação nos cinemas felizmente vêm dando resultado, não na velocidade ideal para reparar a discrepância que permeou, ao menos, os primeiros 100 anos da Sétima Arte, mas com frutos <a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/forest-whitaker/">visíveis. </a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Porém, <em>Uma Invenção de Natal</em> não é bem-sucedido apenas por conta dessa vontade para lá de bem-vinda de equilibrar uma balança historicamente desfavorável à comunidade negra, mas por fazê-lo com graciosidade e exuberância. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Se trata de um musical perpassado integralmente pelo lúdico, fundamento alimentado de diversas maneiras. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">O aspecto de conto da carochinha, no melhor estilo “Era uma Vez&#8230;”, funciona como ignição que nos joga diretamente no mundo inventado em que a razão é parceira siamesa da magia. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">O maior inventor de quem já se teve notícia é roubado logo depois de finalizar um feito extraordinário, caindo em desgraça, perdendo o brilho, afastando-se da filha e virando um cara ressentido.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-13128 aligncenter" src="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/11/FILME-UMA-INVENÇÃO-DE-NATAL.png" alt="FILME UMA INVENÇÃO DE NATAL" width="688" height="393" title="FILME UMA INVENÇÃO DE NATAL 25" srcset="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/11/FILME-UMA-INVENÇÃO-DE-NATAL.png 688w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/11/FILME-UMA-INVENÇÃO-DE-NATAL-300x171.png 300w" sizes="auto, (max-width: 688px) 100vw, 688px" /></p>
<h3>FILME UMA INVENÇÃO DE NATAL</h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Após perdas (da esposa, da herdeira, do livro de projetos), Jeronicus (Forest Whitaker) se transforma num homem ensimesmado, fechado àquilo que o distinguia como excepcional.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;"> O cineasta David E. Talbert pega arquétipos bastante utilizados, inclusive, e principalmente, em filmes de cunho natalino, e os tempera com essa mescla inusitada entre razão e emoção. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Ela torna crível, por exemplo, que para o mecanismo funcionar como deveria não bastam engrenagens e ângulos certos, é necessária que a crença seja adicionada à equação. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">O contraponto de esperança à aridez do protagonista é a pequena Journey (Madalen Mills), neta que precisa furar o bloquei emocional do avô antes de mostrar a ele que depois das tempestades ainda existem espaços às <a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/keegan-michael-key/">bonanças. </a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Há transições feitas em animação, nas quais os personagens são apresentados momentaneamente como bonecos de madeira, o que adensa não somente a força da dimensão lúdica, mas também sublinha a consistência da direção de arte, área minuciosamente pensada para aludir a signos clássicos do Natal.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Visualmente, Uma Invenção de Natal é um filme bonito, mérito da excelência da construção desse entorno claramente de faz de conta e da suntuosidade dos figurinos, assim formando um conjunto que soa completamente coeso. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">A trama toma caminhos conhecidos, com barreiras aparentemente inquebrantáveis sendo rompidas gentilmente, aos poucos, a fim de apontar a um futuro que busca insumos vitais no passado soterrado pela dor das ausências. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">O que garante o trajeto prazeroso é a organicidade, o equilíbrio entre a deflagração do cenário, as etapas para ele ser modificado e a constatação do sucesso das empreitadas improváveis. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Alguns personagens acabam sendo um pouco subaproveitados, especialmente o menino Edison (Kieron L. Dyer), cuja importância é bem circunstancial, e o brinquedo animado Don Juan Diego (voz de Ricky Martin), que, depois de arquitetar o plano maquiavélico para continuar sendo único, vira um coadjuvante esporádico.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;"> No entanto, essas pequenas inconsistências não são decisivas para diminuir a delicadeza e o sucesso da empreitada genuína e orgulhosamente natalina. Sobressai o poder da bondade vencendo os <a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/madalen-mills/">males.</a></span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-13129 aligncenter" src="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/11/FILME-UMA-INVENÇÃO-DE-NATAL-1.png" alt="FILME UMA INVENÇÃO DE NATAL" width="683" height="457" title="FILME UMA INVENÇÃO DE NATAL 26" srcset="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/11/FILME-UMA-INVENÇÃO-DE-NATAL-1.png 683w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/11/FILME-UMA-INVENÇÃO-DE-NATAL-1-300x201.png 300w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/11/FILME-UMA-INVENÇÃO-DE-NATAL-1-110x75.png 110w" sizes="auto, (max-width: 683px) 100vw, 683px" /></p>
<h3>FILME UMA INVENÇÃO DE NATAL</h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Além do esmero no desenho desse universo racionalmente mágico, assim pretensa e deliciosamente paradoxal, e da adesão com propriedade aos cânones do filão ao qual se vincula, <em>Uma Invenção de Natal</em> ainda conta com, ao menos, duas interpretações excelentes.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;"> Forest Whitaker expande os princípios convencionais do protagonista, oferecendo algo a mais quanto aos contornos dramáticos do sujeito paulatinamente reencontrando a possibilidade de sorrir. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Difícil imaginá-lo entre os favoritos na próxima temporada de prêmios, isso em virtude dos preconceitos relativos à natureza das obras “que devem ser laureadas”, mas ele faz jus novamente ao destaque. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Assim como é digna de aplausos a jovem Madalen Mills, um prodígio que parece ter uma carreira reluzente pela frente.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;"> Combinando com habilidade os lugares-comuns e seu olhar bastante afetuoso, o cineasta David E. Talbert igualmente é merecedor de elogios por ter feito um belo conto natalino, com gosto de comida caseira, pois bem familiar, elenco majoritariamente negro e muita ternura.</span></p>
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		<title>FILME DESTRUIÇÃO FINAL O ÚLTIMO REFÚGIO</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Moisés Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 Nov 2020 21:05:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CINEMA]]></category>
		<category><![CDATA[David Denman]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Gerard Butler]]></category>
		<category><![CDATA[Morena Baccarin]]></category>
		<category><![CDATA[Ric Roman Waugh]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>FILME DESTRUIÇÃO FINAL O ÚLTIMO REFÚGIO Filme Destruição Final o Último Refúgio, uma família luta para sobreviver enquanto um cometa segue em direção à Terra. John Garrity (Gerard Butler), sua esposa Allison (Morena Baccarin) e seu jovem filho Nathan (Roger Dale Floyd) fazem uma perigosa jornada à procura de um local seguro para se estabelecerem. &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1 style="text-align: center;">FILME DESTRUIÇÃO FINAL O ÚLTIMO REFÚGIO</h1>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Filme Destruição Final o Último Refúgio, uma família luta para sobreviver enquanto um cometa segue em direção à <a href="https://www.youtube.com/watch?v=IBOMPx9u9HA" rel="noopener">Terra. </a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">John Garrity (Gerard Butler), sua esposa Allison (Morena Baccarin) e seu jovem filho Nathan (Roger Dale Floyd) fazem uma perigosa jornada à procura de um local seguro para se <a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/david-denman/">estabelecerem.</a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;"> Nessa jornada, eles enfrentarão o pior da humanidade em um momento de crescimento do pânico, desbravando um cenário onde a lei não existe mais.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">19 de novembro de 2020 / 2h 00min / Suspense, Ação, Drama</span><br />
<span style="font-size: 14pt;">Direção: Ric Roman Waugh</span><br />
<span style="font-size: 14pt;">Elenco: Gerard Butler, Morena Baccarin, David Denman</span><br />
<span style="font-size: 14pt;">Nacionalidade EUA</span></p>
<h2>SINOPSE E CRÍTICA</h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Um cometa segue em rota de colisão com a Terra. Uma família tenta encontrar algum espaço pretensamente seguro para sobreviver ao apocalipse iminente. Nessa aventura, seus integrantes vão enfrentar o pior do ser humano.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Gerard Butler parece determinado a ocupar o lugar que já foi de Sylvester Stallone, Arnold Schwarzenegger, Bruce Willis ou Dwayne Johnson em tempos passados. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Assim como ícones de outrora, como Paul Newman ou até Fred Astaire, em no fim de suas carreiras também ousaram marcar presença em exemplares do gênero, e escocês que já passou de forma desajeitada pelas comédias românticas aos musicais parece ter se encontrado, de verdade, nos filmes-<a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/gerard-butler/">catástrofe.</a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;"> Essa impressão se confirma numa olhada rápida em sua produção recente, que inclui títulos como Tempestade: Planeta em Fúria (2017) e Fúria em Alto Mar (2018), sem esquecer da trilogia Invasão.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;"> Pois eis que a linhagem ganha agora mais um representante com Destruição Final: O Último Refúgio, que o coloca mais uma vez no papel com o qual está acostumado – do herói disposto a tudo para salvar aqueles com quem se importa – ao mesmo tempo em que revela o desgaste da ideia. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Isso se percebe principalmente pelo pouco investimento nos efeitos visuais e na reciclagem de velhas ideias que, ao serem reaproveitadas pelo roteiro, servem apenas para colocar em evidência uma narrativa envelhecida e ultrapassada.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-13113 aligncenter" src="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/11/FILME-DESTRUIÇÃO-FINAL-O-ÚLTIMO-REFÚGIO.png" alt="FILME DESTRUIÇÃO FINAL O ÚLTIMO REFÚGIO" width="690" height="461" title="FILME DESTRUIÇÃO FINAL O ÚLTIMO REFÚGIO 29" srcset="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/11/FILME-DESTRUIÇÃO-FINAL-O-ÚLTIMO-REFÚGIO.png 690w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/11/FILME-DESTRUIÇÃO-FINAL-O-ÚLTIMO-REFÚGIO-300x200.png 300w" sizes="auto, (max-width: 690px) 100vw, 690px" /></p>
<h3><span style="font-size: 14pt;">Filme Destruição Final o Último Refúgio</span></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Com direção de Ric Roman Waugh (o mesmo de Invasão ao Serviço Secreto, 2019, também estrelado por Butler) e roteiro de Chris Sparling (do problemático O Mar de Árvores, 2015), Destruição Final: O Último Refúgio não perde tempo para dizer a que veio: uma chuva de meteoros se encaminha para a Terra, e apenas alguns foram selecionados para se protegerem em bunkers providenciados pelo governo – isso nos Estados Unidos,<a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/morena-baccarin/"> é claro.</a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;"> É mais ou menos o sentimento vivido duas décadas atrás quando filmes como Armageddon (1998) e Impacto Profundo (1998) causaram forte impacto nas bilheterias mundiais – diferente de agora, quando tudo o que se consegue verificar é uma tímida marola. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Só que ao invés do espectador assumir a posição privilegiada de observador do caos e assolação que se abate sobre o planeta, ele é convidado a acompanhar os pequenos dramas vividos pela família do protagonista, incapaz de se dirigir em paz até o destino ao qual são direcionados.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Será durante essa jornada que todos os clichês possíveis e imaginados passam a ser agregados à trama, a maior parte deles sem o menor cuidado para que suas inserções se deem sem tropeços ou alardes. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Pra começar, temos um casal – Butler e a brasileira Morena Baccarin – em vias de separação (que, obviamente, irão se redescobrir apaixonados em meio à tragédia anunciada). </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Há, depois, o filho pequeno dos dois, que irá somar outra questão a ser enfrentada: como desgraça pouca é bobagem, o menino é diabético, e exige cuidados especiais de tempos em tempos. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Aliado a isso, há o fato de que apenas pessoas sadias serão “salvas” nesses locais de segurança – e, com isso, sua passagem é cancelada. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Nesse momento, pai e mãe se separam – e, lá pelas tantas, até a criança se verá sozinha – dividindo a trama em três linhas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Isso seria pouca coisa, não fosse tudo bastante previsível. Mas até mesmo esses deslizes poderiam ser perdoados, se ao menos o espetáculo fosse garantido – o que, de fato, não acontece. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Com exatas duas horas de duração, leva-se dois terços (ou mais) até que o primeiro meteoro comece a explodir por perto dos personagens. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Até ali, o perigo é apenas alertado, mas nunca muito iminente. Até esse ponto, o que se vê são vizinhos e amigos sendo deixados para trás sem muito pesar (ou paciência), um único familiar aparecendo apenas para se despedir – e proferir algumas palavras de impacto no processo – e outros empecilhos dos quais eles logo se livram, sem muito esforço. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">É como se a estrutura do que aqui se chama “cinema” fosse a de um videogame, com etapas a serem superadas uma sequência após da outra, sendo jogadas por alguém que já está mais do que cansado de toda essa operação.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-13114 aligncenter" src="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/11/FILME-DESTRUIÇÃO-FINAL-O-ÚLTIMO-REFÚGIO-1.png" alt="FILME DESTRUIÇÃO FINAL O ÚLTIMO REFÚGIO" width="687" height="388" title="FILME DESTRUIÇÃO FINAL O ÚLTIMO REFÚGIO 30" srcset="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/11/FILME-DESTRUIÇÃO-FINAL-O-ÚLTIMO-REFÚGIO-1.png 687w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/11/FILME-DESTRUIÇÃO-FINAL-O-ÚLTIMO-REFÚGIO-1-300x169.png 300w" sizes="auto, (max-width: 687px) 100vw, 687px" /></p>
<h3><span style="font-size: 14pt;">Filme Destruição Final o Último Refúgio</span></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Resta, por fim, o lado humano de todo esse imbróglio. É quando Gerard Butler se mostra ainda mais distante dos brutos citados no começo desse texto. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Afinal, Stallone já foi indicado ao Oscar, Schwarzenegger é um dos maiores astros de todos os tempos, Willis e The Rock já se mostraram com desenvoltura também em outros campos de atuação, como o suspense e a <a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/ric-roman-waugh/">comédia.</a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;"> E o que Butler consegue, além de ser sempre o mesmo? A cada nova explosão, a audiência fica a um passo de ouvir um novo “Isto é Esparta!” proferido pelo valentão, como se ele estivesse eternamente no mesmo filme. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Sem perdas que importem – ninguém fica em cena o tempo suficiente para criar qualquer tipo de relação com o público além dos protagonistas – nem um alarme que encontre ressonância entre a plateia, Destruição Final: O Último Refúgio pode ser visto apenas como um passatempo, mas dos mais cansativos e frustrantes da atual temporada.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Filme Convenção das Bruxas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Moisés Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 Nov 2020 20:48:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CINEMA]]></category>
		<category><![CDATA[Anne Hathaway]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Octavia Spencer]]></category>
		<category><![CDATA[Robert Zemeckis]]></category>
		<category><![CDATA[tanley Tucci]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Filme Convenção das Bruxas Filme Convenção das Bruxas, o remake, clássico de fantasia dos anos 1990, acompanha um garoto de sete anos que se depara com uma conferência de bruxas em um hotel. Lá, ele acaba descobrindo que um grupo de bruxas está fazendo uma convenção, pretendendo transformar todas as crianças do mundo em ratos. &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h1 style="text-align: center;">Filme Convenção das Bruxas</h1>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Filme Convenção das Bruxas, o remake, clássico de fantasia dos anos 1990, acompanha um garoto de sete anos que se depara com uma conferência de bruxas em um hotel. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Lá, ele acaba descobrindo que um grupo de bruxas está fazendo uma convenção, pretendendo transformar todas as crianças do mundo em ratos. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Baseado no livro infantil homônimo de Roald <a href="https://www.youtube.com/watch?v=MkulWPdqH2Q" rel="noopener">Dahl.</a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">19 de novembro de 2020 / 1h 45min / Fantasia, Comédia, Família</span><br />
<span style="font-size: 14pt;">Direção: Robert Zemeckis</span><br />
<span style="font-size: 14pt;">Elenco: Anne Hathaway, Octavia Spencer, Stanley Tucci</span><br />
<span style="font-size: 14pt;">Nacionalidade EUA</span></p>
<h2>SINOPSE e CRÍTICA</h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Enquanto está hospedado num hotel inglês com a avó, Luke espiona uma convenção de bruxas e descobre que elas estão planejando transformar todas as crianças em ratos. </span><span style="font-size: 14pt;">As bruxas percebem que Luke as ouviu e testam a fórmula nele.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Há um charme inigualável nos efeitos especiais práticos. A textura dos artifícios digitais é bem menos propensa ao grotesco, para começo de conversa. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Em Convenção das Bruxas, nova versão às telonas do livro de Roald Dahl, a suntuosidade dos cenários e figurinos elaborados prevalece, mas há uma perda significativa justamente do tônus terrífico por conta das técnicas <a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/anne-hathaway/">utilizadas.</a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;"> Certamente a Grande Bruxa de Anne Hathaway fica devendo no quesito impacto imediato se comparada à interpretada por Anjelica Huston na primeira adaptação do texto aos cinemas. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Ela é atemorizante com sua bocarra, mas lhe falta o aspecto quase canônico de bruxa enrugada, sendo uma atualização de certo modo soft da líder dos demônios que têm ojeriza a crianças. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Como diante de todo remake, é bom perguntar-se: qual a novidade por trás da atualização? A única justificável, para além das questões comerciais, é o protagonismo negro. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Porém, é bom perceber que a questão racial passa longe de ser fortemente debatida e instigada por metáforas ou qualquer coisa que as valham.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-13107 aligncenter" src="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Filme-Convenção-das-Bruxas.png" alt="Filme Convenção das Bruxas" width="685" height="389" title="Filme Convenção das Bruxas 33" srcset="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Filme-Convenção-das-Bruxas.png 685w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Filme-Convenção-das-Bruxas-300x170.png 300w" sizes="auto, (max-width: 685px) 100vw, 685px" /></p>
<h3><span style="font-size: 14pt;">Filme Convenção das Bruxas</span></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">O melhor desse Convenção das Bruxas é sua meia hora inicial, quando nos deparamos com o drama do menino interpretado por Jahzir Bruno, mergulhado num oceano de tristezas após ficar órfão de pai e <a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/eua/">mãe. </a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Sua avó (Octavia Spencer) tenta confortá-lo, mas nada parece suficiente. A questão fantástica entra em cena somente após esse preâmbulo que acaba com o retorno da alegria e o primeiro encontro com uma bruxa. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Ele é iniciado nesse mundo de feiticeiras carecas com garras no lugar de mãos e pés sem dedos. O cineasta Robert Zemeckis se esforça para manter crepitando o horror. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Ele é o subsídio dos contornos lúdicos da trajetória de alguém que tem seu processo de crescimento dificultado por uma circunstância traumática. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Uma vez que a mitologia é totalmente destrinchada – com a avó contado sobre procedimentos das vilãs de enfeitiçar a todos com guloseimas –, o filme se transforma numa aventura cada vez mais banal, com pouca densidade dramática e praticamente andando em ponto morto. Ao chegarem ao hotel, os personagens se desconectam da essência.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">A única feiticeira que importa em Convenção das Bruxas é a de Anne Hathaway. As demais são meros adornos numericamente expressivos, cuja finalidade é aumentar a dificuldade da missão de impedir a mutação de todas as crianças em ratos. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">A partir do momento em que Octavia Spencer passa a ser a única humana entre os mocinhos, o filme se torna uma versão levemente horrenda de O Pequeno Stuart Little (1999), sem que o experiente diretor investigue aqueles ratinhos-humanos a partir de suas particularidades.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Daisy (voz de Kristin Chenoweth), por exemplo, tem seu desabrochar comprometido por essa displicência, exatamente, com as engrenagens do horror, de tal jeito que vira um apêndice, importando mais antes de revelar-se. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Claro que estamos diante de um filme pensado para um público prioritariamente infantil, mas isso não significa automaticamente aparar arestas em função de uma suposta diversão. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Robert Zemeckis modela claramente a voltagem desse conjunto (insosso) para nunca perder de vista as credenciais ao selo “para toda a <a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/octavia-spencer/">família”.</a></span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-13108 aligncenter" src="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Filme-Convenção-das-Bruxas-1.png" alt="Filme Convenção das Bruxas" width="685" height="459" title="Filme Convenção das Bruxas 34" srcset="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Filme-Convenção-das-Bruxas-1.png 685w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Filme-Convenção-das-Bruxas-1-300x201.png 300w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Filme-Convenção-das-Bruxas-1-110x75.png 110w" sizes="auto, (max-width: 685px) 100vw, 685px" /></p>
<h3><span style="font-size: 14pt;">Filme Convenção das Bruxas</span></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Diante das recentes demandas por uma maior representatividade nos cinemas, é muito bem-vindo que certas reimaginações troquem o protagonismo branco pelo negro.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;"> E não há, evidentemente, qualquer obrigação de transformar a causa racial num fervilhar, como se a existência do protagonista afro-americano gerasse necessariamente uma incumbência nesse sentido.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;"> Entretanto, Robert Zemeckis organiza peças como se estivesse disposto a mergulhar, ainda que obliquamente, nesse terreno, haja vista os hóspedes inexoravelmente brancos e a quase totalidade de empregados negros. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Afora essa indisposição – que a alguns pode soar como indício de uma conveniência com os anseios também do mercado – a trama é conduzida apressadamente. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Quanto ao elenco, apenas Octavia Spencer tem espaço para construir alguém com atrativos <a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/tanley-tucci/">convincentes. </a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Já Anne Hathaway não empolga como a vilã de contos da carochinha, em parte responsabilidade da estética das bruxas medonhas (pero no mucho). </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Ela parece desconfortável, como se estivesse engessada dentro desse arquétipo de um ser bizarro, traduzido simplesmente como a mais pura personalização do <a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/robert-zemeckis/">mal.</a></span></p>
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		<title>BOB ESPONJA O INCRÍVEL RESGATE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Moisés Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Nov 2020 19:25:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CINEMA]]></category>
		<category><![CDATA[Bill Fagerbakke]]></category>
		<category><![CDATA[Clancy Brown]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Tim Hill]]></category>
		<category><![CDATA[Tom Kenny]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>BOB ESPONJA O INCRÍVEL RESGATE Filme Bob Esponja O Incrível Resgate, o sumiço de Gary preocupa seu amigo. Segundo Bob Esponja, Gary foi &#8220;caracolstrado&#8221; pelo temível Rei Poseidon e levado para a cidade perdida de Atlantic City. Junto a Patrick Estrela, ele sai em uma missão de resgate ao querido amigo, e nesta jornada os &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h1 style="text-align: center;">BOB ESPONJA O INCRÍVEL RESGATE</h1>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Filme Bob Esponja O Incrível Resgate, o sumiço de Gary preocupa seu amigo. Segundo Bob Esponja, Gary foi &#8220;caracolstrado&#8221; pelo temível Rei Poseidon e levado para a cidade perdida de Atlantic <a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/clancy-brown/">City. </a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Junto a Patrick Estrela, ele sai em uma missão de resgate ao querido amigo, e nesta jornada os dois vão conhecer novos personagens e viver inimagináveis aventuras. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">8 de outubro de 2020 / 1h 31min / Animação, Comédia</span><br />
<span style="font-size: 14pt;">Direção: Tim Hill</span><br />
<span style="font-size: 14pt;">Elenco: Tom Kenny, Bill Fagerbakke, Clancy Brown</span><br />
<span style="font-size: 14pt;">Nacionalidade EUA</span></p>
<h2 style="text-align: left;">Críticas e Sinopse &#8211; Filme Bob Esponja O Incrível Resgate</h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Gary é sequestrado. Bob e Patrick decidem embarcar numa aventura para tentar trazê-lo de volta. Diante dos perigoso do caminho, eles terão de provar que não há nada como a a<a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/bill-fagerbakke/">mizade.</a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Um elemento fascinante das histórias envolvendo Bob Esponja diz respeito à capacidade de autoparódia. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Os personagens podem ser profundamente inocentes, mas o humor a respeito deles nunca o é. A esponja submarina morando na “Fenda do Biquíni” (nome de óbvia malícia) cumpre seu papel enquanto aventura colorida para distrair os pequenos, enquanto se revela um filme sobre os filmes, ou ainda uma série de histórias sobre a arte de contar histórias. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Em <em>O Incrível Resgate</em> (2020), quando o herói e seu colega Patrick partem rumo à salvação de Gary, a estrela-do-mar declara estar contente por se encontrar dentro de um <em>buddy movie</em>, com dois grandes amigos enfrentando provações até superarem os obstáculos e reforçarem seus laços no final. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Bob Esponja contesta, preferindo enxergar a missão dentro da jornada do herói, onde ele seria o único protagonista que retornaria para casa com o elixir no final, após provar seu valor <a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/tim-hill/">individualmente. </a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Existe uma divertida autoconsciência metalinguística ao longo do processo, com o vilão satirizando seu papel de vilão, a vítima Gary ridicularizando sua posição de vítima e assim por diante.</span></p>
<figure id="attachment_13098" aria-describedby="caption-attachment-13098" style="width: 690px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-13098" src="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/11/bob-esponja.png" alt="BOB ESPONJA O INCRÍVEL RESGATE" width="690" height="283" title="BOB ESPONJA O INCRÍVEL RESGATE 35" srcset="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/11/bob-esponja.png 690w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/11/bob-esponja-300x123.png 300w" sizes="auto, (max-width: 690px) 100vw, 690px" /><figcaption id="caption-attachment-13098" class="wp-caption-text">BOB ESPONJA O INCRÍVEL RESGATE</figcaption></figure>
<h3><span style="font-size: 14pt;">Filme Bob Esponja O Incrível Resgate</span></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Deste modo, o longa-metragem nunca se leva a sério enquanto procura pelo animal de estimação (alguém realmente pensaria que o caracol corre risco de morte?), apesar de se levar muito a sério enquanto paródia dos clichês cinematográfico.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;"> O diretor e roteirista Tim Hill demonstra louvável prazer em atravessar distintos gêneros do cinema, brincando com cada um: o faroeste, a ficção científica, o cinema de autoajuda, o musical, o terror, a fábula ecológica e mesmo a “história de origem”. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Cada segmento subverte os elementos esperados com competência, ajudado por uma produção eficaz: a equipe jamais investe no humor do antagonismo, do tosco ou do trash, privilegiando o exagero típico da caricatura. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Recentemente, Playmobil: O Filme (2019) havia proposto uma mistura semelhante de gêneros, porém encarando cada segmento com seriedade (a ação queria ter o nível de James Bond, o épico pretendia emocionar como Ben-Hur etc). </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">A animação de 2020 adota um caminho muito mais interessante, apropriando-se dos signos de cada estilo para sublinhá-los ao limite do patético.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">O projeto possui um didatismo diferente das obras infantis literais: ao contrário da explicação do mundo e das artes por meio da simplificação, Hill reforça as contradições de cada contexto até se tornarem absurdas. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Ao invés de ensinar o valor da amizade e da ecologia, ensina em primeiro passo a interpretação da ironia, do sarcasmo e das próprias imagens. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">A sequência envolvendo a “Janela do Enquanto Isso” nada mais é do que uma maneira lúdica e incrivelmente eficaz de apresentar a montagem paralela às crianças. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Ao mesmo tempo, há impecável equilíbrio de tons: se Bob Esponja e Patrick ostentam o comportamento sorridente e tolo demais (algo declarado por eles mesmos), os personagens ao redor transbordam desprezo e descontentamento com o mundo (caso de Lula Molusco, Plankton e Seu Sirigueijo).</span></p>
<h3><span style="font-size: 14pt;">Filme Bob Esponja O Incrível Resgate</span></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">O trabalho de vozes transparece a conforto dos atores com seus personagens, interpretados previamente em outros filmes e séries, mas também a disposição às ambiguidades do texto.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;"> A presença de uma máquina ultracapitalista visando somente o lucro, cujo bordão favorito é “Você está despedido!” faz óbvia referência ao futuro-ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Bob Esponja: O Incrível Resgate reafirma a rara disposição desta animação familiar em analisar o mundo do dinheiro e da exploração trabalhista. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">O projeto sempre criticou a gestão desumanizada dos negócios por Seu Sirigueijo, em paralelo com a apatia cotidiana de Lula Molusco e a empolgação incompreensível de Bob Esponja ao ser explorado pelo patrão.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;"> Enquanto crônica da alienação, a narrativa atinge um belo ápice quando a lanchonete, destituída de seu único cozinheiro, não pode mais atender os clientes.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;"> O dono descobre então que os negócios são movimentados pelos funcionários, cabendo dar-lhes o crédito por sua produção (ou ainda, “se o operário tudo produz, a ele tudo pertence”, porém vamos dar um passo de cada vez). </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Este raciocínio vale igualmente para o vilão vaidoso, um rei cujo declínio se encontra na descoberta de que os escravos estão unanimemente descontentes com tirania. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Completando o painel questionador, o sábio (Keanu Reeves) encoraja Bob Esponja a descobrir a coragem dentro de si mesmo – veja bem, não a provar seu valor para outros, e sim acreditar em seu valor enquanto amigo e <a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/tom-kenny/">operário.</a></span></p>
<h3><span style="font-size: 14pt;">Filme Bob Esponja O Incrível Resgate</span></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">O despertar de uma coletividade entre trabalhadores, literalmente quebrando as suas correntes, homenageia as revoluções populares.</span></p>
<figure id="attachment_13099" aria-describedby="caption-attachment-13099" style="width: 690px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-13099" src="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/11/b.png" alt="Filme Bob Esponja O Incrível Resgate" width="690" height="301" title="BOB ESPONJA O INCRÍVEL RESGATE 36" srcset="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/11/b.png 690w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/11/b-300x131.png 300w" sizes="auto, (max-width: 690px) 100vw, 690px" /><figcaption id="caption-attachment-13099" class="wp-caption-text"><span style="font-size: 14pt;">Filme Bob Esponja O Incrível Resgate</span></figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">É uma pena que a produção de origem televisiva nunca possua o nível técnico dos maiores criadores da animação cinematográfica – caso da Pixar, DreamWorks, Aardman, Ghibli e Laika. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">A abertura no fundo do mar carrega traços simplistas, ao passo que o novo personagem, o rei esverdeado, ostenta uma construção de corpo, roupa e cabelos limitada. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Ressalvas à parte, o projeto transita muito bem entre a animação e o live action, oferecendo piadas hilárias a atores cada vez mais dispostos a parodiar suas personas (Keanu Reeves, Danny Trejo, o músico Kenny G.), incluindo valiosa participação de Tiffany Haddish, ocupando uma personagem e um espaço raramente reservado às mulheres negras.</span></p>
<h3><span style="font-size: 14pt;">Filme Bob Esponja O Incrível Resgate</span></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">A intensa cena musical, a paródia da canção inspiradora (uma clara fachada para os heróis seguirem a aventura) e a sequência alucinógena em cassinos reforçam a sensação de que a saga sem encontra muito além, em termos estéticos e narrativos, da média das criações infantis. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Que outra trama familiar permitiria aos heróis (uma esponja, afinal) se embebedar numa festança inconsequente e acordar mergulhado no próprio vômito? </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">A ingenuidade funciona melhor no cinema quando se percebe o quão absurdo é ser ingênuo nos dias de <a href="https://www.youtube.com/watch?v=7Ju7D6f-ego" rel="noopener">hoje.</a></span></p>
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		<title>THE MANDALORIAN</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Moisés Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Sep 2020 19:09:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CINEMA]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Giancarlo Esposito]]></category>
		<category><![CDATA[Gina Carano]]></category>
		<category><![CDATA[Jon Favreau]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Pascal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>THE MANDALORIAN The Mandalorian, Din Djarin (Pedro Pascal) é um guerreiro solitário que trabalha como caçador de recompensa. Ele embarca numa jornada pelos territórios esquecidos da galáxia, logo após a queda do Império e antes da criação da temida Primeira Ordem. Desde 2019 / 40min / Aventura, Ficção científica Direção: Jon Favreau Elenco: Pedro Pascal, &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h1 style="text-align: center;">THE MANDALORIAN</h1>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">The Mandalorian, Din Djarin (Pedro Pascal) é um guerreiro solitário que trabalha como caçador de <a href="https://www.youtube.com/watch?v=oDzmOADKjJc" rel="noopener">recompensa. </a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Ele embarca numa jornada pelos territórios esquecidos da galáxia, logo após a queda do Império e antes da criação da temida Primeira Ordem.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Desde 2019 / 40min / Aventura, Ficção científica</span><br />
<span style="font-size: 14pt;">Direção: Jon Favreau</span><br />
<span style="font-size: 14pt;">Elenco: Pedro Pascal, Gina Carano, Giancarlo Esposito</span><br />
<span style="font-size: 14pt;">Nacionalidade EUA</span></p>
<h2 class="info-name amy-title">THE MANDALORIAN &#8211; SINOPSE E CRÍTICA</h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">A saga de um guerreiro solitário, que também é um mercenário e pistoleiro, viajando pelos territórios esquecidos e marginais do espaço, logo após a queda do Império e antes da criação da temida Primeira <a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/giancarlo-esposito/">Ordem.</a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">The Mandalorian se passa imediatamente após Star Wars: Episódio VI &#8211; O Retorno de Jedi (1983), ou seja, numa galáxia ainda sentindo os efeitos imediatos da queda do Império. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">O cenário, portanto, é propício ao modo de vida do Mandaloriano (Pedro Pascal), cujo nome verdadeiro é ocultado até o episódio derradeiro dessa primeira temporada. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">E faz bastante sentido ele ser tratado pela alcunha dos caçadores de recompensa mais afamados, aos quais faz parte, afinal de contas vive estritamente sob o código moral da doutrina conhecida.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;"> “Este é o caminho” se torna a sentença repetida inúmeras vezes como mantra, uma bússola para evitar quaisquer desvios do conjunto de regras que o ajudou, entre outras coisas, a sobreviver ao infortúnio da orfandade. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">O fato dos princípios orientarem o guerreiro justo aproxima o protagonista dos samurais. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Mando é, então, equivalente a um ronin, vagante não subordinado, vivendo de trabalhos bem remunerados e <a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/gina-carano/">perigosos.</a></span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-13122 aligncenter" src="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/09/THE-MANDALORIAN.png" alt="THE MANDALORIAN" width="687" height="296" title="THE MANDALORIAN 39" srcset="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/09/THE-MANDALORIAN.png 687w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/09/THE-MANDALORIAN-300x129.png 300w" sizes="auto, (max-width: 687px) 100vw, 687px" /></p>
<h3 class="info-name amy-title">THE MANDALORIAN</h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Está na gênese da saga Star Wars essa relação com o chanbara, o tipo de narrativa japonesa que envolve batalhas, e, num sentido amplo, com o jidaigeki, o filme histórico que acaba centralizando a figura dos samurais. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">O próprio George Lucas citou em inúmeras entrevistas que os Jedi são decalques espaciais desses espadachins, fato facilmente identificável pela vestimenta semelhante a um quimono e pelo sabre de luz que faz às vezes de katana. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Jon Favreau, o idealizador de The Mandalorian, retoma essa ligação umbilical em diversos sentidos, não somente no que tange à analogia ao bushidô. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">O elo estabelecido entre o mercenário e a Criança (comumente chamada na internet de Baby Yoda, principalmente por ser da mesma raça do mestre Jedi) é visual e afetivamente bastante parecida com a basilar de Lobo Solitário, mangá criado por Kazuo Koike e Goseki Kojima, considerada uma das HQs japonesas mais importantes de todas. A inspiração é claríssima.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">No capítulo Santuário aparece outra ponte escancarada com a terra do sol nascente, desta vez com o clássico Os Sete Samurais (1954), de Akira <a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/jon-favreau/">Kurosawa. </a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Mando e a rebelde Cara Dune (Gina Carano) são contratados por camponeses para proteger uma pacata vila da ameaça de saqueadores, exatamente como acontece no clássico acessado em outras ocasiões – Sete Homens e um Destino (1960), por exemplo, é um remake que transpõe essa trama para o Velho Oeste. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Aliás, ainda no campo das influências e da apropriação canônica, The Mandalorian bebe na fonte do western, com o protagonista sendo em parte uma cópia de carbono dos pistoleiros enigmáticos que vagavam pelas cidades em busca de ocupações garantidoras de sua subsistência. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Jon Favreau, no entanto, não sem contenta em oferecer piscadelas aos fãs desses gêneros e modelos, pois os utiliza de maneira engenhosa para criar um conjunto repleto de personalidade em meio às tais reverências.</span></p>
<h3 class="info-name amy-title">THE MANDALORIAN</h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Mando precisa, a todo custo, proteger a Criança das garras dos remanescentes imperiais que desejam apropriar-se de seu poder. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Sim, pois o tal Baby Yoda, criaturinha para lá de carismática, mostra em alguns momentos-chave que, apesar da pouca estatura e do fenótipo infantil, possui o controle da Força. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Favreau desenha com inteligência esse distúrbio ainda ocasionado pelos fanáticos imperiais em meio à jornada de aventuras do mandaloriano de passado demarcado pela tragédia.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;"> Gradativamente, fica clara a relação que o protagonista estabelece com o protegido, uma vez que ambos são órfãos deixados à própria sorte, mas que sobrevivem pelo amparo encontrado em figuras paternas substitutas. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Os personagens coadjuvantes são bem delineados e alguns desempenham função ambígua. Os ótimos dróides fazem jus à tradição de Star Wars.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-13123 aligncenter" src="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/09/THE-MANDALORIAN-1.png" alt="THE MANDALORIAN" width="689" height="290" title="THE MANDALORIAN 40" srcset="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/09/THE-MANDALORIAN-1.png 689w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/09/THE-MANDALORIAN-1-300x126.png 300w" sizes="auto, (max-width: 689px) 100vw, 689px" /></p>
<h3 class="info-name amy-title">THE MANDALORIAN</h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">The Mandalorian ainda oferece arcos na medida para, não apenas satisfazer os fãs do universo criado por George Lucas, mas igualmente a fim de estabelecer pontes com nosso imaginário cinéfilo a partir do aproveitamento de vários modelos narrativos <a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/pedro-pascal/">consagrados. </a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">No episódio O Prisioneiro, por exemplo, há o belo aceno ao filme de assalto, uma construção em torno daquelas clássicas equipes de especialistas, cada membro com uma habilidade específica, montada a fim de executar uma tarefa que parece simplesmente impossível.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;"> Um dos grandes méritos de Jon Favreau como showrunner é se valer dessas estruturas sem o efeito colateral do gosto rançoso de comida requentada. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Mando e a Criança formam uma dupla cativante nessa série grande parte exitosa por transbordar admiração, mas sem para isso deixar de ser propositiva. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Nesse faroeste espacial com toques de Japão feudal, o pistoleiro e o samurai se condensam no sujeito que não pode mostrar seu rosto.</span></p>
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		<title>Filme Um Sonho de Liberdade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Moisés Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Feb 2020 14:36:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CINEMA]]></category>
		<category><![CDATA[Bob Gunton]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Frank Darabont]]></category>
		<category><![CDATA[Morgan Freeman]]></category>
		<category><![CDATA[Tim Robbins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Filme Um Sonho de Liberdade Assista ao filme Um Sonho de Liberdade, em 1946, Andy Dufresne (Tim Robbins), um jovem e bem sucedido banqueiro, tem a sua vida radicalmente modificada ao ser condenado por um crime que nunca cometeu, o homicídio de sua esposa e do amante dela. Ele é mandado para uma prisão que &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1 style="text-align: center;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Filme Um Sonho de Liberdade</span></h1>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Assista ao filme Um Sonho de Liberdade, em 1946, Andy Dufresne (Tim Robbins), um jovem e bem sucedido banqueiro, tem a sua vida radicalmente modificada ao ser condenado por um crime que nunca cometeu, o homicídio de sua esposa e do amante <a href="https://www.youtube.com/watch?v=0HAZ6NZ3DUk&amp;feature=youtu.be" rel="noopener">dela. </a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Ele é mandado para uma prisão que é o pesadelo de qualquer detento, a Penitenciária Estadual de Shawshank, no Maine. Lá ele irá cumprir a pena perpétua. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Andy logo será apresentado a Warden Norton (Bob Gunton), o corrupto e cruel agente penitenciário, que usa a Bíblia como arma de controle e ao Capitão Byron Hadley (Clancy Brown) que trata os internos como <a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/bob-gunton/">animais.</a> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Andy faz amizade com Ellis Boyd Redding (Morgan Freeman), um prisioneiro que cumpre pena há 20 anos e controla o mercado negro da instituição.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-12225 aligncenter" src="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/02/Filme-Um-Sonho-de-Liberdade.jpg" alt="Filme Um Sonho de Liberdade" width="1200" height="554" title="Filme Um Sonho de Liberdade 44" srcset="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/02/Filme-Um-Sonho-de-Liberdade.jpg 1200w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/02/Filme-Um-Sonho-de-Liberdade-300x139.jpg 300w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/02/Filme-Um-Sonho-de-Liberdade-1024x473.jpg 1024w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/02/Filme-Um-Sonho-de-Liberdade-768x355.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></p>
<div class="sub-body">
<p>&nbsp;</p>
<section id="content-start">
<div id="row-col-sticky" class="row-2-cols cf section row-col-sticky">
<div class="col-left">
<section id="synopsis-details" class="section ovw ovw-synopsis">
<div class="ovw-synopsis-info">
<div class="item">
<p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">25 de janeiro de 1995 /2h 20min / Drama</span></p>
<p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Direção: Frank Darabont</span></p>
<p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Elenco: Tim Robbins, Morgan Freeman, Bob Gunton</span></p>
<p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Nacionalidade: EUA</span></p>
<h2 class="info-name amy-title" style="text-align: center;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Sinopse e Críticas</span></h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Observando o status que Um Sonho de Liberdade conquistou com o passar do tempo, e o número de fãs que o longa-metragem de Frank Darabont reuniu, fica difícil se lembrar do quão fracassada foi sua passagem pelo circuito em 1994.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;"> Nos Estados Unidos, onde estreou em 23 de setembro daquele ano, gerou apenas US$ 28 milhões contra um orçamento de US$ 25 milhões. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Mesmo chegando à bilheteria total de US$ 58 milhões, a produção ficou longe de ser considerada um sucesso. Apesar do público não ter ido ao cinema, os críticos foram e adoraram.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;"> A maioria dos textos a respeito da produção era cheia de elogios ao belo trabalho do elenco, à sensibilidade da direção e da ótima adaptação do conto de Stephen King. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">A Academia não ignorou a obra de Darabont e, embora não tenha concedido prêmio algum ao longa, o indicou a sete Oscar, incluindo o de Melhor Filme.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;"> A atenção do público começou a se aguçar e, logo após a premiação, o lançamento da versão VHS representou o sucesso que ele tanto precisava.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;"> Em 1995, foi a fita mais alugada nos Estados Unidos. Com a TNT, logo depois, adquirindo os direitos de exibição a preço de banana, o longa foi exibido inúmeras vezes na TV, caindo definitivamente no gosto do público. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Hoje, se você procurar a ficha desta produção no IMDb, ela indicará este como o melhor filme de todos os tempos, segundo a audiência. Mesmo com demora, acabou encontrando seu público.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-12226 aligncenter" src="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/02/Filme-Um-Sonho-de-Liberdade-1.jpg" alt="Filme Um Sonho de Liberdade" width="951" height="584" title="Filme Um Sonho de Liberdade 45" srcset="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/02/Filme-Um-Sonho-de-Liberdade-1.jpg 951w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/02/Filme-Um-Sonho-de-Liberdade-1-300x184.jpg 300w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/02/Filme-Um-Sonho-de-Liberdade-1-768x472.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 951px) 100vw, 951px" /></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Na trama, acompanhamos 19 anos da vida no cárcere de Andy Dufresne (Tim Robbins), acusado de matar a esposa e o amante dela. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Condenado à prisão perpétua, o réu sempre negou a autoria do crime, mesmo que tudo apontasse para o contrário. Ao chegar à prisão de Shawshank, Andy conhece o simpático Red (Morgan Freeman), homem que está há dez anos enclausurado, também cumprindo prisão <a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/eua/">perpétua.</a> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Uma curiosa amizade surge entre os dois, que vai crescendo ao passo que Andy se revela um sujeito calmo, inteligente e muito leal aos seus parceiros na prisão. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Para conquistar regalias dentro da penitenciária, Dufresne – que era contador – passa a fazer o imposto de renda para os carcereiros e ajuda o diretor de Shawshank, o inescrupuloso Samuel Norton (Bob Gunton), a lavar <a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/tim-robbins/">dinheiro.</a> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Esses privilégios não são apenas direcionados a Andy, mas aos colegas também. O tempo passa, amizades são fortificadas, mas o sonho de liberdade que existe em cada um deles nunca se esvai. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Red tenta diversas vezes a condicional. Seu amigo, no entanto, tem outros planos. Com a ajuda de Rita Hayworth, Marilyn Monroe e Raquel Welch, Andy tentará se livrar daquela realidade, nem que para isso tenha de passar pelo inferno antes.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Embora seja ambientado na prisão, Um Sonho de Liberdade pode ser curiosamente rotulado como um filme inspiracional. Não, ele não fará alguém querer perseguir a carreira de crimes. Muito pelo contrário. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">O longa-metragem mostra o valor da liberdade, de encontrar seu lugar no mundo, e da real amizade. Esses são conceitos muito bem trabalhados por Frank Darabont em seu roteiro, postos à prova em performances emocionantes.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;"> Mesmo que, por vezes, o filme peque pela narração demasiada, muito da relação entre aqueles homens na prisão é construída com <a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/frank-darabont/">silêncios. </a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">O protagonista pode ser o melhor exemplo disso, visto que não é alguém falador. Ele tenta se manter são num mundo desconhecido. E, de início, a quietude e a discrição são suas maiores aliadas. Tim Robbins dá vida a Andy Dufresne como uma pessoa obstinada, que usa sua inteligência para conquistar o que deseja. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Por mais que seja amigo dos colegas de prisão, não permite a alguém conhecer toda a extensão de seus objetivos. Ele pensa no bem comum, mas tem uma agenda própria a cumprir.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Morgan Freeman, por sua vez, faz de Red um sujeito bonachão, de fala agradável e muito seguro de suas certezas, conquistado pelo temperamento e pela personalidade de Andy. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Os atores não escondem que ali existe uma história de amor, embora feita por dois homens heterossexuais. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Esse sentimento ajuda ambos a resistirem a situações nada favoráveis, como a recusa constante da condicional ou os períodos cada vez maiores de confinamento na solitária pelos quais passa Andy ao desafiar seus superiores.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Assim como faria posteriormente em À Espera de um Milagre (1999), Frank Darabont constrói um universo crível, no qual “todos são inocentes”. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Os prisioneiros enxergam sua situação através da realidade e, para eles, ninguém é culpado dos crimes pelos quais foram condenados. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">A ética e convivência daqueles homens é emocionante e mostra que pode existir humanidade mesmo entre pessoas confinadas em uma prisão, privadas do direito mais valioso que é a liberdade. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Não à toa, os vilões mais detestáveis do filme não estão atrás das grades, mas comandando a situação, como é o caso do diretor Norton e do carcereiro Byron Hadley (Clancy Brown). </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Estamos, afinal de contas, vendo a história através dos olhos de Red, o narrador da trama.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-12227 aligncenter" src="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/02/Um-Sonho-de-Liberdade.jpg" alt="Filme Um Sonho de Liberdade" width="951" height="590" title="Filme Um Sonho de Liberdade 46" srcset="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/02/Um-Sonho-de-Liberdade.jpg 951w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/02/Um-Sonho-de-Liberdade-300x186.jpg 300w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/02/Um-Sonho-de-Liberdade-768x476.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 951px) 100vw, 951px" /></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Com ótimas performances e mensagem positiva, Um Sonho de Liberdade conquista o espectador, mostrando até então um lado pouco conhecido de Stephen King para o público em geral, acostumado às histórias fantásticas do autor.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;"> Depois de Conta Comigo (1986), é a adaptação de um conto seu que King mais aprecia. Talvez por isso, o escritor não tenha colocado empecilhos para Darabont adaptar outras obras suas posteriormente, como À Espera de um Milagre e O Nevoeiro<a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/morgan-freeman/"> (2007).</a> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14pt;">Nenhuma, no entanto, recebeu tanto carinho do público como esta obra – mesmo que muito depois de sua passagem pelos cinemas.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
</div>
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