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	<title>Elle Fanning &#8211; Pontos de Contato &#8211; Revista sobre Publicidade, Propaganda e Marketing</title>
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	<description>Um espaço para dialogar sobre Comunicação e Marketing. Um lugar para trocar informações sobre as práticas do mercado aliando opinião com notícias e pesquisa</description>
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	<title>Elle Fanning &#8211; Pontos de Contato &#8211; Revista sobre Publicidade, Propaganda e Marketing</title>
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		<title>Filme Um Dia de Chuva em Nova York</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Moisés Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2020 11:51:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CINEMA]]></category>
		<category><![CDATA[Elle Fanning]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Filme Um Dia de Chuva em Nova York Filme Um Dia de Chuva em Nova York, a estudante Ashleigh Enright (Elle Fanning) consegue uma entrevista com o famoso cineasta Roland Pollard (Liev Schreiber) em Nova York. Seu namorado Gatsby Welles (Timothée Chalamet), apaixonado pela cidade, a acompanha e programa um final de semana repleto de atividades. &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1 style="text-align: center;">Filme Um Dia de Chuva em Nova York</h1>
<p style="text-align: justify;">Filme Um Dia de Chuva em Nova York, a estudante Ashleigh Enright (Elle Fanning) consegue uma entrevista com o famoso cineasta Roland Pollard (Liev Schreiber) em Nova York. Seu namorado Gatsby Welles (Timothée Chalamet), apaixonado pela cidade, a acompanha e programa um final de semana repleto de atividades.</p>
<p style="text-align: justify;">Lá, Ashleigh acaba se deparando com um artista frustrado, enquanto Gatsby reencontra a velha amiga Chan Tyrell <a href="https://www.youtube.com/watch?v=jJVnHoOdYwQ&amp;feature=youtu.be" rel="noopener">(Selena Gomez).</a></p>
<h2 style="text-align: center;">SINOPSE E CRÍTICA</h2>
<p style="text-align: justify;">Os jovens Ashleigh e Gatsby planejam uma viagem romântica a Nova York. No entanto, quando chegam no local, os planos mudam: Ashleigh descobre a possibilidade de fazer uma entrevista com o famoso diretor de cinema Roland Pollard, e Gatsby acaba encontrando a irmã de uma antiga namorada. Ao longo do passeio, os dois descobrem novas paixões e oportunidades <a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/elle-fanning/">únicas.</a></p>
<p style="text-align: justify;">É tentador assistir a Um Dia de Chuva em Nova York com olhar virgem, desconhecendo a autoria por trás do filme. Como seria esta obra se fosse feita por um diretor principiante?</p>
<p style="text-align: justify;">Se estivéssemos nos deparando com estes recursos de linguagem pela primeira vez? O resultado seria percebido como algo despretensioso, uma divertida comédia de costumes, ou talvez um produto levemente anacrônico?</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, Woody Allen não favorece este exercício: desde os primeiros segundos de projeção, estão presentes os letreiros com a grafia típica, o jazz ambiente embalando a crônica, a narração autopoiética em primeira pessoa de um personagem intelectual e deprimido, a mistura do amor pelo outro e do desprezo por si próprio (ou seria o contrário?) aplicada a um relacionamento instável.</p>
<p><img decoding="async" class="size-full wp-image-12332 aligncenter" src="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Filme-Um-Dia-de-Chuva-em-Nova-York-Pontos-de-contato.jpg" alt="Filme Um Dia de Chuva em Nova York" width="765" height="346" title="Filme Um Dia de Chuva em Nova York 3" srcset="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Filme-Um-Dia-de-Chuva-em-Nova-York-Pontos-de-contato.jpg 765w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Filme-Um-Dia-de-Chuva-em-Nova-York-Pontos-de-contato-300x136.jpg 300w" sizes="(max-width: 765px) 100vw, 765px" /></p>
<p style="text-align: justify;">A parceria recente com o diretor de fotografia Vittorio Storaro trouxe uma pequena abertura a mudanças, devido ao estilo muito marcado do italiano, que dispensa o realismo para criar grandes halos dourados em torno dos protagonistas, tão chamativos quanto artificiais, em qualquer situação que convier aos criadores.</p>
<p style="text-align: justify;">O personagem pode se encontrar numa caverna subterrânea, mas se Storaro o desejar, ele terá uma bela coroa de luz iluminando os cabelos.</p>
<p style="text-align: justify;">Deste modo, as narrativas cada vez mais romantizadas de Allen se aproximam do fabular, algo que convém à trama improvável deste último projeto.</p>
<p style="text-align: justify;">Na linhagem de Meia-Noite em Paris (2011), o diretor e roteirista concebe um pequeno passeio por uma cidade idealizada, onde as pessoas se cruzam em cada esquina como golpes do acaso, vivendo historietas de amor inconsequentes sob a chuva.</p>
<p style="text-align: justify;">Para o filme de 2019, Storaro ao menos fornece curiosos travellings com zooms simultâneos, provocando um efeito mecânico diferente da habitual fluidez das imagens do diretor.</p>
<p style="text-align: justify;">De resto, Allen se mantém fiel às piadas sobre masculinidade frágil, religião judaica, psicanálise, prostituição, republicanos norte-americanos, elite <a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/liev-schreiber/">cultural.</a></p>
<p style="text-align: justify;">Já se criticou muito o cineasta por não incluir personagens negros em seus filmes, porém ele ainda escala apenas brancos.</p>
<p style="text-align: justify;">Ele foi questionado pela posição de passividade excessiva de suas personagens femininas, no entanto a protagonista de Um Dia de Chuva em Nova York é uma garota deslumbrada, disposta a ir para a cama com o primeiro ídolo que encontrar.</p>
<p style="text-align: justify;">Allen está envolvido num imbróglio jurídico pessoal, devido a acusações de abuso sexual, e mesmo assim considera uma boa ideia colocar uma garota com “aparência de 15 anos de idade”, de acordo com os diálogos, sendo cobiçada por três homens maduros que ela <a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/selena-gomez/">desconhece.</a></p>
<p style="text-align: justify;">O cineasta ignora qualquer clamor por mudanças sociais ou artísticas: ele continua idêntico a si mesmo, para a alegria de seus fãs e indignação dos detratores.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-12333 aligncenter" src="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Filme-Um-Dia-de-Chuva-em-Nova-York-Pontos-de-contato-1.jpg" alt="Filme Um Dia de Chuva em Nova York" width="759" height="412" title="Filme Um Dia de Chuva em Nova York 4" srcset="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Filme-Um-Dia-de-Chuva-em-Nova-York-Pontos-de-contato-1.jpg 759w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Filme-Um-Dia-de-Chuva-em-Nova-York-Pontos-de-contato-1-300x163.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 759px) 100vw, 759px" /></p>
<p style="text-align: justify;">Assim, os diálogos preservam a função de principais motores narrativos: os personagens falam muito, seja para os outros, para si mesmos ou para o espectador, em forma de narração em off.</p>
<p style="text-align: justify;">As velozes tiradas sarcásticas se adequam a arquétipos de pouca transformação ao longo da trama: o jovem antissocial e intelectual (Timothée Chalamet), a menina ingênua (Elle Fanning), outra jovem maliciosa (Selena Gomez), a prostituta gentil (Kelly Rorhbach), o diretor de cinema em crise (Liev Schreiber), o latin lover (Diego Luna), o roteirista paranoico (Jude Law).</p>
<p style="text-align: justify;">Em muitos casos, as conversas fornecem boas cutucadas nos relacionamentos contemporâneos, em outros momentos, parecem se esforçar demais para extrair alguma risada quando a situação se acomodaria muito bem no tom da comédia agridoce.</p>
<p style="text-align: justify;">A estrutura funciona como uma sucessão despretensiosa de esquetes, cada uma num cenário diferente e exótico: a canção de Gatsby e Shannon num gigantesco apartamento vazio, a fuga dos amantes no museu Met, a sessão de cinema privada entre Ashleigh e Roland, a escapada com Francisco de um estúdio vazio.</p>
<p style="text-align: justify;">Os personagens não param de fugir para onde Nova York os leva, sem controle de seus destinos, e deixando-se levar sem protesto.</p>
<p style="text-align: justify;">O aspecto inconsequente dos conflitos faz com que cada cena seja esquecida ou ignorada com a chegada do conflito seguinte, como se nada realmente importasse – Roland some, a filmagem na rua desaparece, a reserva no restaurante é ignorada, o encontro com o dermatologista se torna secundário.</p>
<p style="text-align: justify;">O aspecto levíssimo termina por esculpir mais uma obra de acabamento competente, repleta de atores se divertindo na entrega de tipos caricaturais (as gaguejadas de <a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/timothee-chalamet/">Timothée Chalamet</a>, a gesticulação excessiva de Elle Fanning).</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, para um diretor tão preocupado em manter suas marcas, desde os letreiros de abertura até a música de conclusão, o filme soa previsível, domesticado, fruto de um artista que não se arrisca verdadeiramente há anos, nem no roteiro, nem na condução das imagens e do ritmo.</p>
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		<title>FILME MALÉVOLA &#8211; DONA DO MAL</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Moisés Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Sep 2019 21:33:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CINEMA]]></category>
		<category><![CDATA[Angelina Jolie]]></category>
		<category><![CDATA[Aventura]]></category>
		<category><![CDATA[Ed Skrein]]></category>
		<category><![CDATA[Elle Fanning]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>FILME MALÉVOLA &#8211; DONA DO MAL Assista ao filme Malévola a Dona do Mal, após cinco anos Aurora (Elle Fanning) despertar do sono profundo, a agora rainha dos Moors é pedida em casamento pelo príncipe Phillip (Harris Dickinson). Ela aceita o pedido e, com isso, parte rumo ao reino de Ulstead ao lado de Malévola (Angelina &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1 style="text-align: center;">FILME MALÉVOLA &#8211; DONA DO MAL</h1>
<p style="text-align: justify;">Assista ao filme Malévola a Dona do Mal, após cinco anos Aurora (Elle Fanning) despertar do sono profundo, a agora rainha dos Moors é pedida em casamento pelo príncipe Phillip (Harris Dickinson).</p>
<p style="text-align: justify;">Ela aceita o pedido e, com isso, parte rumo ao reino de Ulstead ao lado de Malévola (Angelina Jolie), no intuito de conhecer seus futuros sogros, John (Robert Lindsay) e Ingrith (Michelle Pfeiffer).</p>
<p style="text-align: justify;">O jantar entre eles deveria ser de celebração entre os reinos, mas os interesses de Ingrith vêm à tona quando é criado um atrito com Malévola e os demais seres mágicos.</p>
<p style="text-align: justify;">Direção: <strong><a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/joachim-ronning/">Joachim Rønning</a></strong><br />
Gênero: <strong><a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/aventura/">Aventura,</a> <a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/familia/">Família</a></strong>, <strong><a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/fantasia/">Fantasia</a></strong><br />
ELENCO: <strong><a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/angelina-jolie/">Angelina Jolie</a></strong>, <strong><a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/elle-fanning/">Elle Fanning</a></strong>, <strong><a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/michelle-pfeiffer/">Michelle Pfeiffer</a></strong>, <strong><a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/imelda-staunto/">Imelda Staunto</a></strong>, <strong><a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/ed-skrein/">Ed Skrein</a></strong>, Chiwetel Ejiofor, Sam Riley, Lesley Manville<br />
<a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/angelina-jolie/">País de ori</a>gem:<strong><a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/eua/">EUA</a></strong></p>
<p>Link do vídeo: <span style="color: #008000;"><strong><a style="color: #008000;" href="https://www.youtube.com/watch?v=Bd7Z4zaAyI0&amp;feature=youtu.be" rel="noopener">Malévola a Dona do Mal</a></strong></span></p>
<h2><strong>SINOPSE E CRÍTICAS:</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Existe alguma razão de ser para <em>Malévola: Dona do Mal</em>, sequência de <em>Malévola</em> (2014), além da óbvia tentativa de capitalizar em cima do sucesso do longa original?</p>
<p style="text-align: justify;">Após assistir ao filme de Joachim Ronning (o mesmo do naufrágio <em>Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar</em>, 2017), é difícil encontrar qualquer motivo para sua existência – a não ser a financeira, é claro. Se o primeiro projeto havia sido uma escolha um tanto arriscada – afinal, sua intenção foi pegar uma figura tradicionalmente conhecido por suas vilanias e transformá-la em heroína inesperada, essa segunda incursão pelo universo clássico da Bela Adormecida transita por caminhos absolutamente seguros.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar da inserção de novos personagens, a trama é a mesma do anterior, com iguais motivações e desfechos. É mais do mesmo, com menos, aliás. Um triste desfecho (ou não?) para um conto que merecia ser tratado com maior respeito e reverência.</p>
<p style="text-align: justify;">Há tempos demonstrando forte indecisão entre ser atriz ou estrela, Angelina Jolie parece ter se conformado com a segunda opção. Sem fazer um filme de destaque por sua atuação desde <em>A Troca</em> (2008) – ou seja, há mais de uma década – pelo qual, inclusive, foi indicada ao Oscar, desde então se manteve ocupada com projetos de ação (<em>O Procurado</em>, 2008, <em>Salt</em>, 2010), que serviram para aumentar seu status comercial, ou com títulos voltados para suas crianças (a trilogia <em>Kung Fu Panda</em>, o próprio <em>Malévola</em>), além, é claro, de incursões como diretora (o mais recente foi o malfadado <em>À Beira Mar</em>, 2015).</p>
<p style="text-align: justify;">Como já anunciou que irá ingressar no Universo Cinematográfico Marvel em <em>Os Eternos</em> (2020), <em>Malévola: Dona do Mal</em> surge como uma distração passageira apenas para manter seu nome em alta.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao assisti-lo, tem-se a impressão de se estar diante de algo feito às pressas, apenas para aproveitar esse momento tanto da intérprete principal como também da Disney, que tem investido pesado nesse tipo de produto – este é o quarto do gênero apenas neste ano, após <em>Dumbo</em> (2019), <em>Aladdin</em> (2019) e <em>O Rei</em> <em>Leão</em> (2019).</p>
<p style="text-align: justify;">Quase uma assinatura de Angelina Jolie, Malévola ainda sofre, nesse segundo filme, do mal de se tornar coadjuvante do seu próprio espetáculo.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-11189 aligncenter" src="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2019/09/Design-sem-nome-2019-10-27T184849.113.jpg" alt="FILME MALÉVOLA - DONA DO MAL" width="1200" height="628" title="FILME MALÉVOLA - DONA DO MAL 6" srcset="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2019/09/Design-sem-nome-2019-10-27T184849.113.jpg 1200w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2019/09/Design-sem-nome-2019-10-27T184849.113-300x157.jpg 300w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2019/09/Design-sem-nome-2019-10-27T184849.113-768x402.jpg 768w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2019/09/Design-sem-nome-2019-10-27T184849.113-1024x536.jpg 1024w" sizes="auto, (max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></p>
<p style="text-align: justify;">O protagonismo da trama está nas mãos da rainha má interpretada por Michelle Pfeiffer, que volta ao tipo da megera enlouquecida que tão bem lhe caiu em obras como <em>Stardust: </em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>O Mistério da Estrela</em> (2007) ou <em>Hairspray: Em Busca da Fama</em> (2007), por exemplo. Ela aparece como a mãe do príncipe Philip (Harris Dickinson, de <em>Beach Rats</em>, 2017), por quem Aurora (Elle Fanning), a filha adotiva de Malévola, está apaixonada.</p>
<p style="text-align: justify;">A união dos dois jovens é também um bom pretexto para que se estabeleça um elo entre mundos tão distantes: os dos humanos e o dos mors, as criaturas mágicas que vivem na floresta do outro lado do rio.</p>
<p style="text-align: justify;">O que ninguém sabe, no entanto, é que essa aproximação tem sido vista pela Rainha Ingrith como a oportunidade perfeita para colocar um fim àqueles que vê como ameaça simplesmente por não compreendê-los.</p>
<p style="text-align: justify;">Caberia aqui um apropriado comentário social sobre preconceito e outras questões tão urgentes hoje em dia, mas exigir tal paralelo em uma produção Disney talvez fosse pedir demais.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando os próprios personagens começam a ter reações, no mínimo, incompreensíveis (para não dizer idiotas), é difícil estabelecer qualquer possibilidade de identificação por parte do público.</p>
<p style="text-align: justify;">É exatamente o que acontece nas relações que Aurora estabelece com aqueles ao seu redor: manipulada por Ingrith, sua futura sogra, mal percebe seu papel como joguete nas mãos dessas, sendo usada para dar fim justamente àquela que cuidou da sua criação.</p>
<p style="text-align: justify;">A aproximação das duas famílias termina em desastre, e com Malévola fora do quadro, a verdadeira bruxa – sem asas ou chifres, mas com intenções muito mais perversas – se vê livre para dar início à guerra que tanto sonhou.</p>
<p style="text-align: justify;">O que não imaginava era descobrir que Malévola não é a única da sua raça – outras figuras míticas iguais a ela, há muito confinadas às profundezas na terra, veem nesse ataque o momento para também partirem para o combate.</p>
<p style="text-align: justify;">Não querem mais se esconder, portanto. Como se vê, todo mundo em cena parece ter intenções bastante claras. Mas e a protagonista – ou, ao menos, personagem-título? O que ela quer?</p>
<p style="text-align: justify;">Pois então, essa parece ser a grande questão ao redor de <em>Malévola: Dona do Mal</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Angelina Jolie simplesmente passeia pela tela, e com não mais do que vinte frases para dizer durante todo o filme, tem muito pouco a dizer – literalmente.</p>
<p style="text-align: justify;">Até o fato de chamá-la de “dona do mal” parece um tanto absurdo – no mínimo, exagerado – pois o argumento desenvolvido em ambiente tão rarefeito já foi mais do que visto: todo mundo pensa que ela é a vilã, apenas para no final aparecer salvando todos do verdadeiro perigo e revelando ter, sim, um bom coração.</p>
<p style="text-align: justify;">Nada muda quanto a isso. Seus irmãos de sangue não são mais do que imagens interessantes visualmente, mas sem qualquer profundidade.</p>
<p style="text-align: justify;">A rivalidade com os humanos recai no velho clichê do “não entendo, então quero destruir”, e o próprio desfecho é tão feito às pressas, repleto de sequências ilógicas, que parece nem ao menos se esforçar para fazer sentido.</p>
<p style="text-align: justify;">Sem funcionar nem mesmo junto ao público infantil – sequências por demais violentas deverão afastar essa audiência – e sem a dose de fantasia necessária, termina por recorrer a um humor pastelão e deslocado.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma grande – e desnecessária – bobagem, na melhor das hipóteses.</p>
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