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	<title>Caitriona Balfe &#8211; Pontos de Contato &#8211; Revista sobre Publicidade, Propaganda e Marketing</title>
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	<description>Um espaço para dialogar sobre Comunicação e Marketing. Um lugar para trocar informações sobre as práticas do mercado aliando opinião com notícias e pesquisa</description>
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	<title>Caitriona Balfe &#8211; Pontos de Contato &#8211; Revista sobre Publicidade, Propaganda e Marketing</title>
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		<title>FILME FORD VS FERRARI</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Moisés Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Nov 2019 14:34:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CINEMA]]></category>
		<category><![CDATA[Biografia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>FILME FORD VS FERRARI Assista ao filme, Ford vs Ferrari, a incrível história real do visionário designer automotivo americano Carroll Shelby (Matt Damon) e do destemido piloto britânico Ken Miles (Christian Bale). Henry Ford II é menosprezado por Enzo Ferrari durante uma negociação. Ele então contrata Carroll Shelby e Ken Miles para construir um carro capaz &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1>FILME FORD VS FERRARI</h1>
<p style="text-align: justify;">Assista ao filme, Ford vs Ferrari, a incrível história real do visionário designer automotivo americano Carroll Shelby (Matt Damon) e do destemido piloto britânico Ken Miles (Christian Bale).</p>
<p>Henry Ford II é menosprezado por Enzo Ferrari durante uma negociação. Ele então contrata Carroll Shelby e Ken Miles para construir um carro capaz de vencer a Ferrari no circuito 24 Horas de Le Mans de 1966.</p>
<p style="text-align: justify;">Juntos, eles lutaram contra o domínio corporativo, as leis da física e seus próprios demônios pessoais para construir um carro de corrida revolucionário para a Ford Motor Company assumir o controle das pistas e derrotar os carros dominantes de Enzo Ferrari nas 24 horas de Le Mans, na França, em 1966.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante a década de 1960, a Ford resolve entrar no ramo das corridas automobilísticas de forma que a empresa ganhe o prestígio e o glamour da concorrente Ferrari, campeoníssima em várias corridas.</p>
<p style="text-align: justify;">Para tanto, contrata o ex-piloto Carroll Shelby (Matt Damon) para chefiar a empreitada. Por mais que tenha carta branca para montar sua equipe, incluindo o piloto e engenheiro Ken Miles (Christian Bale), Shelby enfrenta problemas com a diretoria da Ford, especialmente pela mentalidade mais voltada para os negócios e a imagem da empresa do que propriamente em relação ao aspecto esportivo.</p>
<p style="text-align: justify;">Data de lançamento 14 de novembro de 2019 (2h 33min)<br />
Direção: <strong><a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/james-mangold/">James Mangold</a></strong><br />
Elenco: <strong><a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/matt-damon/">Matt Damon,</a></strong> <strong><a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/christian-bale/">Christian Bale</a></strong>, <strong><a href="https://pontosdecontato.com.br/tag/caitriona-balfe/">Caitriona Balfe</a></strong> mais<br />
Gêneros: Biografia, Drama<br />
Nacionalidade: EUA</p>
<p style="text-align: justify;">Link do vídeo: <span style="color: #003300;"><strong><a style="color: #003300;" href="http://bit.ly/2XtZRZ9" rel="noopener">Ford vs Ferrari</a></strong></span></p>
<h2 style="text-align: justify;">SINOPSE E CRÍTICA</h2>
<p style="text-align: justify;">Apesar da evidente excelência técnica e do desempenho superlativo do elenco aqui reunido, há questões narrativas que prejudicam uma melhor fruição de <em>Ford vs Ferrari</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Pra começar, veja o título: Ford VERSUS Ferrari. Ou seja, imagina-se que o espectador será confrontado com uma disputa de uma CONTRA a outra. Pois bem, não chega a ser exatamente isso o que acontece.</p>
<p style="text-align: justify;">O filme do diretor James Mangold é todo sobre a Ford, e quase nada a respeito da Ferrari. Essa até aparece, na meia hora inicial, e por cerca de uns 15 minutos.</p>
<p style="text-align: justify;">No resto do tempo, é apenas uma sombra, um objetivo aparentemente inalcançável, um símbolo a ser derrubado. Mas não mais do que isso. O roteiro assume apenas um ponto de vista, e é a partir dele que a audiência é conduzida.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao tomar partido, minimiza-se os esforços de um para continuar no topo, ao mesmo tempo em que se enaltece de forma exagerada os movimentos do outro – não por acaso, o norte-americano. E quem aí não está cansado de heróis em azul, vermelho e branco?</p>
<p style="text-align: justify;">Outro problema é o próprio argumento. Logo no começo, o presidente da Ford Motors, Henry Ford II (Tracy Letts, que tem ao menos uma cena memorável), invade a área de produção da própria fábrica para discursar diante dos seus operários sobre a crise na indústria automobilística e os desafios que a empresa está enfrentando, com queda nas vendas e falta de sintonia com o público.</p>
<p style="text-align: justify;">Pois bem, esse dilema é rapidamente deixado de lado – ou, ao menos, bastante minimizado – diante da proposta de um dos seus executivos: e se a Ford entrasse no campo da corrida de automóveis?</p>
<p style="text-align: justify;">Com isso, acreditam, a imagem da companhia seria modernizada, pois falaria diretamente com consumidores mais jovens e antenados. Mas e todas as demais fatias de clientes?</p>
<p style="text-align: justify;">Ninguém parece se importar com eles. Como se vê, <em>Ford vs Ferrari </em>até nasce como uma história de bastidores empresariais, mas como essa temática tem todos os elementos para matar qualquer um de tédio, tal pressuposto rapidamente se torna irrelevante, optando-se por centrar suas atenções na história de dois homens: aquele que pode construir o carro mais rápido do mundo, e o único capaz de dirigir tal máquina.</p>
<p style="text-align: justify;">O primeiro é Carroll Shelby (Matt Damon, repetindo-se em trejeitos e posturas administrativas, como visto em <em>Pequena Grande Vida</em>, 2017, ou <em>Compramos um Zoológico</em>, 2011, por exemplo), um ex-corredor que agora trabalha revendendo carros.</p>
<p style="text-align: justify;">Ele é procurado por ter sido o único piloto norte-americano a já ter vencido a dura prova das 24 horas de Le Mans, na França. Ao convocá-lo, vem junto também Ken Miles (Christian Bale, em mais uma impressionante transformação física, muitos quilos distante do Dick Cheney de <em>Vice</em>, 2018, mostrando novamente o quanto ele depende, enquanto intérprete, de uma construção externa para compor seus personagens), um motorista temperamental, difícil de lidar pessoalmente, mas com forte desempenho nas pistas.</p>
<p style="text-align: justify;">Ele é a pessoa certa para estar atrás do volante, mas a errada para levantar a taça da vitória. Conciliar esses dois lados será tarefa não apenas do seu parceiro, mas também motivo de uma forte batalha a ser travada com os demais diretores da Ford (em especial, com o burocrata interpretado por Josh Lucas, resignando-se aos clichês corporativos do gênero).</p>
<p style="text-align: justify;">Com os italianos da Ferrari sendo apresentados quase como mafiosos (olha o estereótipo gritando alto) e as motivações financeiras da Ford que deram início a todo esse debate relegadas a um segundo plano, resta apenas o embate entre criatividade e burocracia, rebeldia contra trabalho de equipe.</p>
<p style="text-align: justify;">Miles é a figura melhor construída, muito graças ao seu envolvimento familiar, com a esposa (Caitriona Balfe, dona de uma presença hipnotizante) e o filho (Noah Jupe, de <em>Um Lugar Silencioso</em>, 2018, um talento a ser observado).</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, ele serve apenas para oferecer explosões nervosas e deixar em evidência uma falta de controle pessoal – algo que, evidentemente, não é nada ‘vendável’.</p>
<p style="text-align: justify;">Por outro lado, o filme começa e termina acompanhando os movimentos de Shelby, aquele que pode, enfim, fazer diferença. Mesmo assim, a direção não lhe dá a devida atenção: nada sabemos a seu respeito, além de uma breve consulta médica no começo da trama.</p>
<p style="text-align: justify;">Ele serve apenas para segurar as pontas, de um lado ou de outro, e buscar o caminho do meio na maior parte das vezes. Essa irregularidade narrativa começa a se demonstrar aos poucos, chegando até a eclipsar méritos inegáveis da produção.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre estes, é claro, estão em sua maioria concentrados nas corridas de automóveis. Se não chega ao nível de excelência de <em>Rush: No Limite da Emoção </em>(2013), ainda são bastante excitantes, muito devido ao comprometimento de Bale em realmente vivenciar os altos e baixos de cada rota ou estrada, assim como Damon oferece um contraponto adequado, ao lidar com os embates dos bastidores.</p>
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