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	<title>PESQUISAS &#8211; Pontos de Contato &#8211; Revista sobre Publicidade, Propaganda e Marketing</title>
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	<description>Um espaço para dialogar sobre Comunicação e Marketing. Um lugar para trocar informações sobre as práticas do mercado aliando opinião com notícias e pesquisa</description>
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	<title>PESQUISAS &#8211; Pontos de Contato &#8211; Revista sobre Publicidade, Propaganda e Marketing</title>
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		<title>Consumo dos meios e a pandemia do coronavírus</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cinthya Pires]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Mar 2020 15:23:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MARKETING]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Consumo dos meios e a pandemia do coronavírus Consumo dos meios com highlights em tempos de coronavírus no Brasil e no exterior O mercado de comunicação está com os “cabelos em pé”. Esse overview auxiliará com indicação de algumas tendências e tomadas de decisões ágeis, sobretudo para empresas produtoras, gestores de conteúdos ou de plataformas. &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><strong>Consumo dos meios e a pandemia do coronavírus</strong></span></h1>
<p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Consumo dos meios com highlights em tempos de coronavírus no Brasil e no exterior</span></p>
<p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">O mercado de comunicação está com os “cabelos em pé”. Esse overview auxiliará com indicação de algumas tendências e tomadas de decisões ágeis, sobretudo para empresas produtoras, gestores de conteúdos ou de plataformas.</span></p>
<p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Mesmo diante do triste contexto de espalhamento da COVID-19, em que famílias de diferentes culturas são obrigadas a se isolar em seu lares, não podemos perder de vista os deslocamentos estratégicos de empresas de comunicação e tecnologia para ampliar sua atuação no cotidiano do público.</span></p>
<p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Diante de tantas incertezas, fato é que o consumo de conteúdos nas mais diversas plataformas apresenta crescimento significativo. Em todos os países, o principal motivo indicado pelos institutos de pesquisa seria o distanciamento social provocado pelo espalhamento do coronavírus.</span></p>
<p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Além do natural acesso à internet, a <a href="https://pontosdecontato.com.br/marketing/kantar-ibope-media-atualiza-o-peso-da-audiencia-no-painel-nacional-de-televisao/">TV assume seu habitual papel</a> de companheira para todas as horas.</span></p>
<h1><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Indicadores gerais sobre o mercado de comunicação</span></h1>
<p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">A seguir indicadores de tendências e destaques sobre hábitos de consumo dos meios durante o período de isolamento social diante da calamidade pública mundial relacionada ao espalhamento do coronavírus.</span></p>
<p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Cabe destacar que os países da América Latina (incluindo dados do Brasil) apontam crescimento no tempo médio de consumo da TV na última semana.</span></p>
<p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Na Colômbia, há destaque para os gêneros infantil e humor. No Brasil, os gêneros que recebem maior atenção nesse momento são: jornalismo e infantil (crescimento de 17% de audiência, segundo a Kantar).</span></p>
<p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Com as mudanças nos hábitos, há mais jovens assistindo TV. Uma oportunidade interessante para conteúdos voltados para esse público, inclusive que sejam educativos.</span></p>
<p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Dados de painel sobre consumo (Kantar) indicam que 77% dos entrevistados consideram a TV como o meio mais confiável para receber notícias sobre o coronavírus.</span></p>
<p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Operadoras adotam medidas para suprir demanda por conexões. Em paralelo, essas empresas estão abrindo sinais de canais gratuitamente – esse movimento por si só já provoca significativas mudanças no negócio de televisão de tempos em tempos. Porém, 66% dos pesquisados (Painel Kantar) não ouviu falar sobre a abertura de canais nas operadoras&#8230;</span></p>
<p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">A OI TV, por exemplo, abriu sinal de canais para seus clientes em todo país. A liberação da programação está prevista para ocorrer até 28 de março. Entre os sinais abertos estão Nick, Nick Jr, E!, AXN, A&amp;E, H2, Lifetime, Cinemax, Sony, Canais Telecine, Comedy Central, VH1 Megahits e Paramount.</span></p>
<p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">As temáticas de maior interesse da população indicadas por institutos de pesquisa também poderão nortear pautas para possíveis abordagens no jornalismo e nos demais conteúdos produzidos internamente.</span></p>
<p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Adicionalmente, o instituto Nielsen conjectura que ficar em casa pode elevar em 60% o volume de conteúdos que assistimos.</span></p>
<p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Paralelo ao consumo dos meios tradicionais, o uso da internet tem sido um grande aliado. Não somente para buscas por informações, mas também possibilidades de recreação. No Google, observa-se aumento de buscas relacionadas à brinquedos (crescimento de 6%). Possível que seja um desdobramento do cenário atual. Logo, conteúdos educativos que possam entreter e contar com a participação dos pais também devem ser bem-vindos.</span></p>
<p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">De modo geral, nas redes sociais há predominância de conversas sobre a COVID-19&#8230;a disputa por espaço para alavancar conteúdos não será tão fácil, mas as pessoas precisam de algum “escape”.</span></p>
<p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Assim, empresas de comunicação estão atentas e deslocam esforços para movimentações ágeis, readequando suas estratégias de negócios para o contexto de isolamento social. Nessa corrida, são grandes aliadas as plataformas de consumo não linear de conteúdos.</span></p>
<p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">O Canal Futura, por exemplo, promete liberar mais conteúdos audiovisuais, jogos e videoaulas, atendendo crianças, jovens e professores (CDF – Clube Desafio Futura). Já a <a href="https://www.metropoles.com/entretenimento/coronavirus-globoplay-libera-gratuitamente-20-filmes-da-disney" rel="noopener">Globo liberou</a> todos os filmes infantis da Disney no Globoplay por 30 dias</span></p>
<p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Diversos outros players e plataformas, inclusive de Ensino a Distância estão se mobilizando para manter a população abastecida de conteúdos interessantes e educativos.</span></p>
<p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Por outro lado, marcas, produtos e serviços de algum modo procuram promover ações sociais que apoiem a população nesse momento delicado. Investimentos publicitários são redirecionados.</span></p>
<p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">No varejo, as vendas continuam sendo estimuladas por anúncios publicitários – o destaque vai para produtos de limpeza, mas a relação com o coronavírus deve ser evitada. Em casos de menção direta, recomenda-se atuar com muita cautela e com o suporte de equipe de gestão de crise.</span></p>
<p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">O mercado de comunicação está com os cabelos em pé. O consumo dos meios sofre alterações e se reconfigura. É preciso se movimentar de modo ágil para atender a demanda do público por conteúdo &#8211; notícias e entretenimento em tempos de coronavírus e distanciamento social. Lamentável que a força motriz tenha origem em causa maior, calamidade pública&#8230;então, façamos o possível. Um novo mercado de comunicação nos espera.</span></p>
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		<title>Accenture divulga estudo sobre marcas e uso de dados de forma invasiva</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cinthya Pires]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Nov 2019 18:21:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[PESQUISAS]]></category>
		<category><![CDATA[accenture]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Accenture divulga estudo sobre marcas e uso de dados de forma invasiva Accenture lança estudo sobre a relação entre privacidade e consumo. De acordo com a pesquisa, a maioria dos consumidores não compraria de marcas se o uso de dados se tornasse invasivo. O estudo da Accenture concluiu que aproximadamente 73% dos consumidores estão dispostos &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1><b><span style="font-size: 18.0pt; line-height: 107%; color: black; letter-spacing: -.6pt;">Accenture divulga estudo sobre marcas e uso de dados de forma invasiva</span></b></h1>
<p style="text-align: justify; background: white;"><span style="font-size: 15.0pt; font-family: 'Helvetica',sans-serif; color: #202020;">Accenture lança estudo sobre a relação entre privacidade e consumo. De acordo com a pesquisa, a maioria dos consumidores não compraria de marcas se o uso de dados se tornasse invasivo.</span></p>
<p style="background: white;"><span style="font-size: 15.0pt; font-family: 'Helvetica',sans-serif; color: #202020;">O <a href="https://www.accenture.com/us-en/insights/digital/see-people-not-patterns" rel="noopener">estudo</a> da Accenture concluiu que aproximadamente 73% dos consumidores estão dispostos a compartilhar informações pessoais se as marcas forem transparentes em relação ao uso que farão delas. </span></p>
<p style="background: white;"><span style="font-size: 15.0pt; font-family: 'Helvetica',sans-serif; color: #202020;">Logo, trata-se de momento peculiar para as atividades de comunicação em que o equilíbrio na relação estabelecida entre a marca e o consumidor pode ser abalado, caso o último sinta sua privacidade invadida.</span></p>
<p style="background: white;"><span style="font-size: 15.0pt; font-family: 'Helvetica',sans-serif; color: #202020;">De acordo com Scott Tieman, o líder global para serviços programáticos na Accenture Interactive, o braço digital da Accenture, os consumidores afirmam que as marcas não os conhecem bem o suficiente para servi-los de forma que se sintam especiais. Porém, ainda segundo o executivo, quando as marcas parecem saber demais, podem acabar perdendo a <a href="https://pontosdecontato.com.br/marketing/o-consumidor-brasileiro-retrato-de-20-anos-destaca-tendencias-para-marcas-e-principais-pontos-de-contato/">confiança do consumidor</a>.</span></p>
<p style="background: white;"><span style="font-size: 15.0pt; font-family: 'Helvetica',sans-serif; color: #202020;">“Estamos em um momento importante da publicidade digital em que as marcas precisam ter um propósito na abordagem de aquisição de dados que seja transparente e bom, tanto para a marca quanto para o consumidor”</span><span style="font-size: 15.0pt; font-family: 'Helvetica',sans-serif; color: #202020;">, finaliza Tieman.</span></p>
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		<title>O Consumidor brasileiro: retrato de 20 anos destaca tendências para marcas e principais pontos de contato</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cinthya Pires]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Nov 2019 19:46:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MARKETING]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Consumidor brasileiro: retrato de 20 anos destaca tendências para marcas e principais pontos de contato O consumidor brasileiro passou por diversas mudanças nos hábitos comportamentais e de compra. As alterações refletem na forma de comunicar, se conectar pelos pontos de contato e ofertar produtos ou serviços. O estudo Target Group Index, da kantar Ibope Media, &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1 style="text-align: center;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><strong>O Consumidor brasileiro: retrato de 20 anos destaca tendências para marcas e principais pontos de contato </strong></span></h1>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">O consumidor brasileiro passou por diversas mudanças nos hábitos comportamentais e de compra. As alterações refletem na forma de comunicar, se conectar pelos pontos de contato e ofertar produtos ou serviços. O estudo Target Group Index, da kantar Ibope Media, aponta as principais tendências.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">O retrato do consumo brasileiro acompanha o contexto socioeconômico do país. Nesse contexto, conveniência, sustentabilidade e tecnologia adquirem destaque. Enquanto configuram as tendências para o varejo, esses três tópicos também redefinem as melhores formas de comunicar, fortalecer marcas e projetar novos produtos por meio dos<a href="https://pontosdecontato.com.br/marketing/pontos-de-contato-como-estrategia-para-engajar-publico-no-e-commerce/"> pontos de contato com o consumidor</a>.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">De acordo com o estudo o Target Group Index, da kantar Ibope Media. Os consumidores brasileiros estão cada vez mais críticos e exigentes &#8211; 68% esperam que as empresas os ajudem a serem responsáveis com o meio ambiente.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">As pessoas também estão vivendo mais e buscando viver melhor. Houve uma mudança na configuração das famílias que, hoje, mostra um aumento no número de casais sem filhos e de casais mais maduros, ao mesmo passo em que também aparecem mais pessoas solteiras e uma queda no número de famílias com filhos. Fatores que impactam na configuração da nossa sociedade, que está se tornando mais velha.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Em duas décadas foi possível identificar as características, preferências e hábitos de milhões de consumidores brasileiros e, consequentemente, acompanhar todas as mudanças também.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Ao olhar para a evolução do<a href="https://pontosdecontato.com.br/pesquisa-de-mercado/kantar-tendencias-de-consumo-no-brasil/"> Target Group Index no Brasil</a> é possível identificar alguns pontos no perfil dos consumidores e na própria sociedade que podem nos apontar tendências para o futuro. A seguir os principais destaques:</span></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><span style="font-size: 14pt; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Valorizar experiências e não objetos é outra tendência que devemos ver ainda mais forte num futuro próximo. Nos últimos anos, o número de pessoas que pretendem comprar um carro ou um imóvel diminuiu drasticamente. Em 2003, os que pretendiam comprar um carro novo somavam 36%, enquanto em 2019 representam apenas 19%. Entre os brasileiros que pretendem comprar imóveis, em 2001 eram 24% ante 7% em 2019.</span></li>
<li><span style="font-size: 14pt; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">A comodidade é um dos quesitos mais buscados na hora de escolher o que comprar. 66% dos respondentes afirmam: “gosto de produtos que facilitem o meu dia a dia”.</span></li>
<li><span style="font-size: 14pt; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Enquanto em 2000 apenas 0,93% declararam realizar algum tipo de compra online em um mês, em 2019 o número saltou para 16%.</span></li>
<li><span style="font-size: 14pt; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Para as compras online, a categoria Vestuário é a preferida, 26% dos compradores online adquirem produtos nesta categoria. Na sequência aparecem Cosméticos e Produtos de Beleza (20%), Livros (18%) e Telefones ou Acessórios para Celulares (16%).</span></li>
<li><span style="font-size: 14pt; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Entre os que usam a rede para planejar as compras, em 2014 somavam 14% dos respondentes. Em 2019, já são 37%. Para ajudar na decisão, 47% deste público busca informações entre os influenciadores digitais e 58% por meio de notícias em portais.</span></li>
<li><span style="font-size: 14pt; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Para 44%, a qualidade do contato humano melhorou graças à tecnologia, ao mesmo tempo em que uma parcela das pessoas ainda não se sente confortável com ela, e 28% acreditam que os computadores são confusos e que nunca irão se acostumar com eles.</span></li>
<li><span style="font-size: 14pt; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">O sistema bancário se mantém como um forte aliado neste cenário.  Em 2001, 64% declararam possuir serviços bancários e 31% eram portadores de cartão de crédito. Em 2019, os correntistas já somam 76% e os que possuem cartão são 46%.</span></li>
<li><span style="font-size: 14pt; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Houve queda na identidade religiosa. Em 2003, 86% declararam que “minha fé é muito importante”, em 2019, são 72%. Já entre os que disseram seguir uma religião, em 2003 somavam 87% e em 2019 são 77%.</span></li>
<li><span style="font-size: 14pt; font-family: arial, helvetica, sans-serif;">O consumidor brasileiro quer cuidar mais da saúde. Ainda que o número de obesos tenha subido (de 36% em 2007 para 47% em 2019), 65% afirmaram pagar qualquer preço pela saúde. E mais uma vez a tecnologia influencia nessa escolha: a intenção de comprar um <em>smartwatch </em>ou uma pulseira fitness nos próximos meses é uma realidade para 22%, enquanto 8% afirmaram já possuir um desses <em>gadgets</em>.</span></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Cenp-Meios divulga dados 2017 e destaca a atuação da internet</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cinthya Pires]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Aug 2018 21:46:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MARKETING]]></category>
		<category><![CDATA[PESQUISAS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cenp-Meios divulga dados 2017 e destaca a atuação da internet Cenp-Meios, indicador do Cenp &#8211; Conselho Executivo das Normas-Padrão, retrata o investimento publicitário das 75 maiores agências de publicidade ao longo de 2017. O meio internet segue em destaque ocupando o 2º lugar. O estudo aponta o volume de R$ 16,6 bilhões gastos em publicidade, &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1><b>Cenp-Meios divulga dados 2017 e destaca a atuação da internet</b></h1>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Cenp-Meios, indicador do Cenp &#8211; Conselho Executivo das Normas-Padrão, retrata o investimento publicitário das 75 maiores agências de publicidade ao longo de 2017. O meio internet segue em destaque ocupando o 2º lugar. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">O estudo aponta o volume de R$ 16,6 bilhões gastos em publicidade, sendo 58,3% destinados a TV aberta e 14,6% para a internet.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">As informações não contemplam toda a movimentação de mídia no país, mas <a href="https://pontosdecontato.com.br/cursos/curso-de-google-adwords-curso-google-adwords/">considera</a> um recorte expressivo baseado nos pedidos de inserção das maiores agências atuantes no Brasil e certificadas pelo Cenp. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">De acordo com estimativas do próprio conselho, os números retratam mais de 60% do volume de investimento.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Vale destacar que as informações contemplam os valores brutos, não sendo obtidos pelo sistema quaisquer dados reais negociados com aplicação de descontos comerciais estabelecidos individualmente em cada transação. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Para evoluir com o projeto, foi necessário o investimento de cerca de R$ 1,2 milhão, financiado com recursos próprios e com aprovação das entidades fundadoras ABA, Abap, Abert, ABTA, Aner, ANJ, Central de Outdoor e Fenapro.  </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Como os dados são provenientes dos pedidos de inserção, é fundamental não somente o aceite das agências em disponibilizar as informações, como também a contribuição de empresas de software como AdSolutions, Microuniverso, Publi e VBS.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Cenp-Meios informa também o destino do dinheiro por região do Brasil. As veiculações nacionais totalizam 58%, sendo o destaque para região Sudeste, com 29%.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Investimento por meios</span></p>
<p style="text-align: justify;"><img decoding="async" class=" wp-image-9291 aligncenter" src="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2018/08/08.jpg" alt="Cenp-Meios divulga dados 2017 e destaca a atuação da internet" width="544" height="489" title="Cenp-Meios divulga dados 2017 e destaca a atuação da internet 3" srcset="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2018/08/08.jpg 654w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2018/08/08-300x270.jpg 300w" sizes="(max-width: 544px) 100vw, 544px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Investimento por regiões</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-9290 aligncenter" src="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2018/08/Screenshot_7.jpg" alt="Cenp-Meios divulga dados 2017 e destaca a atuação da internet" width="437" height="251" title="Cenp-Meios divulga dados 2017 e destaca a atuação da internet 4" srcset="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2018/08/Screenshot_7.jpg 549w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2018/08/Screenshot_7-300x172.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 437px) 100vw, 437px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os nomes das 75 agências que forneceram seus dados de compra de mídia constam  no </span><a href="http://www.cenp.com.br/cenp-meios#agencias" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">site do Cenp</span></a><span style="font-weight: 400;">. Confira!</span></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Brasil tem mais de 207 milhões de habitantes, segundo IBGE</title>
		<link>https://pontosdecontato.com.br/pesquisa-de-mercado/brasil-habitantes-ibge/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=brasil-habitantes-ibge</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Moisés Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Aug 2017 05:06:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[PESQUISAS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Brasil tem mais de 207 milhões de habitantes, segundo IBGE O Brasil tem 207.660.929 habitantes, segundo estimativa Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgada nesta quarta-feira (30) no Diário Oficial da União. A data de referência para o levantamento é 1º de julho. Em 2016, a população do país era estimada em pouco mais de &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1 class="content-head__title">Brasil tem mais de 207 milhões de habitantes, segundo IBGE</h1>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles active-capital-letter" data-block-type="unstyled" data-block-weight="49">
<p class="content-text__container theme-color-primary-first-letter" data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O Brasil tem 207.660.929 habitantes, segundo estimativa Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgada nesta quarta-feira (30) no Diário Oficial da União. A data de referência para o levantamento é 1º de julho. Em 2016, <a href="http://g1.globo.com/economia/noticia/2016/08/brasil-tem-mais-de-206-milhoes-de-habitantes-segundo-o-ibge.html" rel="noopener">a população do país era estimada em pouco mais de 206 milhões habitantes.</a></p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="43">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O crescimento de 2016 para 2017 foi de 0,77%. São Paulo é o estado mais populoso, com 45.094.866 habitantes, seguido de Minas Gerais, com 21.119.536, e Rio de Janeiro, com 16.718.956. O estado com a menor população é Roraima, que tem 522.636 habitantes.</p>
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><a href="http://www.alcateiamarketing.com.br/pontos/wp-content/uploads/2017/08/evolucao-da-populacao-no-brasil-2-.jpg" rel="nofollow noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-8333" src="http://www.alcateiamarketing.com.br/pontos/wp-content/uploads/2017/08/evolucao-da-populacao-no-brasil-2--267x300.jpg" alt="Brasil tem mais de 207 milhões de habitantes, segundo IBGE" width="267" height="300" title="Brasil tem mais de 207 milhões de habitantes, segundo IBGE 6" srcset="https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2017/08/evolucao-da-populacao-no-brasil-2--267x300.jpg 267w, https://pontosdecontato.com.br/wp-content/uploads/2017/08/evolucao-da-populacao-no-brasil-2-.jpg 640w" sizes="auto, (max-width: 267px) 100vw, 267px" /></a></p>
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Fonte: Globo.com</p>
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">
</div>
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		<title>E-commerce com crescimento e otimismo: conheça os principais fatores</title>
		<link>https://pontosdecontato.com.br/marketing/e-commerce-com-crescimento-e-otimismo-conheca-os-principais-fatores/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=e-commerce-com-crescimento-e-otimismo-conheca-os-principais-fatores</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cinthya Pires]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Mar 2017 08:40:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MARKETING]]></category>
		<category><![CDATA[PESQUISAS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>E-commerce com crescimento e otimismo: conheça os principais fatores E-commerce com previsão de crescimento é possível, mesmo diante das instabilidades vivenciadas pela sociedade brasileira. 77% dos profissionais entrevistados declaram aumento médio de vendas em 41%. Essa é a conclusão do estudo Mercado Livre/ Ibope Conecta que entrevistou 512 empreendedores MPMEs (Micros, Pequenas e Médias empresas) &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h1><b>E-commerce com crescimento e otimismo: conheça os principais fatores</b></h1>
<p><span style="font-weight: 400;">E-commerce com previsão de crescimento é possível, mesmo diante das instabilidades vivenciadas pela sociedade brasileira. 77% dos profissionais entrevistados declaram aumento médio de vendas em 41%. Essa é a conclusão do estudo Mercado Livre/ Ibope Conecta que entrevistou 512 empreendedores MPMEs (Micros, Pequenas e Médias empresas) em todo o país.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As principais razões para o crescimento das vendas são: a diversificação dos produtos à venda (77%), a oferta de frete grátis (38%); participações em promoções (36%); e a oferta de formas de pagamento mais atraentes. Entre os empreendedores que não consideram a possibilidade de crescer em 2017, os fatores apontados são relacionados à economia brasileira (“instabilidade econômica”; instabilidade política”; retração do consumo”; “diminuição do poder de compras”).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando comparada com os anos anteriores, a perspectiva é ainda mais positiva: </span><span style="font-weight: 400;">94% dos entrevistados esperam crescer em 2017 &#8211; a uma média de 35%. Este é o maior percentual de entrevistados otimistas registrado na pesquisa (em 2016, 84% dos entrevistados apostavam crescer suas vendas; e em 2015, 87%). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa percepção de crescimento para o E-commerce envolve indicativos como maior segurança na compra online (76%); aumento no número de pessoas com acesso à internet (69%); crescimento no número de usuários de smartphones e tablets (64%); maior investimento em marketing (57%); e a busca por mais ofertas online no cenário atual da economia (56%).</span></p>
<p><b>Mulheres são mais otimistas e arriscam para e-commerce crescer</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ainda de acordo com o estudo, mulheres demonstram maior otimismo e arriscam em estratégias para estimular o crescimento do E-commerce. Entre os investimentos realizados por elas para venderem mais em suas lojas virtuais: 74% apostaram na diversificação da oferta de produtos; 45% fizeram promoções e 39% passaram a oferecer frete grátis.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim, metade (50%) das mulheres que lidera negócios online no país acredita que o E-commerce irá crescer mais de 25% em 2017. No ano passado, as empreendedoras estavam menos confiantes. Apenas 35% apostavam no crescimento do setor. Mesmo percentual registrado pelos homens na pesquisa deste ano.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Duas palavras se destacam para esse otimismo: frete e segurança. A operação de fretes mais acessíveis é destacada como fator fundamental para o avanço do setor em 2017 – 46% das empreendedoras creem neste serviço como alavanca de crescimento contra 41% dos homens. Já para 74% das mulheres, a melhoria na segurança da compra pela internet é determinante para esse aumento da confiança. Em 2016, esse quesito havia sido considerado importante por pouco mais da metade (54%) das empreendedoras online.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com relação aos processos administrativos, 37% das mulheres consideram o sistema de tributação do e-commerce “complexo”. Porém, esse fator é visto com maior dificuldade pelos homens (45%). Além disso, 38% das empreendedoras não veem como obstáculo administrar os custos gerais da operação de sua loja online, contra 51% dos homens.</span></p>
<p>Confira também: <span style="color: #339966;"><strong><a style="color: #339966;" href="http://www.alcateiamarketing.com.br/pontos/marketing/cenario-digital-em-2017/" target="_blank" rel="noopener">Conheça as Perspectivas para Cenário Digital em 2017</a></strong></span></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Publicidade na Internet: metade é inútil</title>
		<link>https://pontosdecontato.com.br/marketing/publicidade-na-internet-metade-e-inutil/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=publicidade-na-internet-metade-e-inutil</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cinthya Pires]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Feb 2017 13:56:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MARKETING]]></category>
		<category><![CDATA[PESQUISAS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Publicidade na Internet: metade é inútil Publicidade na internet ainda é desafio para anunciantes, agências de publicidade e veículos com origens tradicionais. De acordo com estudo da ComScore, mais da metade dos anúncios no mundo não têm a oportunidade de serem vistos. No Brasil, 53% dos anúncios não chegam ao seu destino, gerando desperdício de &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h1><span style="font-weight: 400;">Publicidade na Internet: metade é inútil</span></h1>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Publicidade na internet ainda é desafio para anunciantes, agências de publicidade e veículos com origens tradicionais. </span><span style="font-weight: 400;">De acordo com estudo da ComScore, mais da metade dos anúncios no mundo não têm a oportunidade de serem vistos. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">No Brasil, 53% dos anúncios não chegam ao seu destino, gerando desperdício de verba. Técnica, relevância e estabelecimento de metas para cada ponto de contato são fundamentais.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">A famosa frase de Henry Ford sobre investimento publicitário parece se manter atual inclusive para o ambiente digital. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Apesar dos indicadores, monitoramentos e ferramentas de otimização, o empreendedor poderia no século XXI repetir: “Sei que metade da publicidade que faço é inútil. Mas não sei qual é a metade inútil!”. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">A atuação dos ad blockers também demonstra importância: no Brasil, 14% dos usuários de desktop utilizam. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Anunciantes e veículos devem considerar formas de impactar diferentes audiências por plataforma para influenciar o alcance e a frequência. Internautas na faixa entre 15 e 24 anos, 26% mobile apenas. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Já aqueles entre 25 e 34 anos, 88% mobile, e mais de 55 anos, 77% desktop.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">A escala e o envolvimento por usuário do desktop com vídeos dependem da faixa etária. No global, o estudo aponta que quanto mais jovens, mais vídeos são visualizados. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Do mesmo modo, esse grupo de indivíduos com faixa etária de 15 a 34 demonstra preferência por vídeos mais curtos. Em média menos 13% de minutos foram dedicados para cada vídeo. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Com relação ao impacto do mobile nas categorias, o ranking no Brasil é liderado pelas mídias sociais, seguida de notícias/informação, entretenimento e portais. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">As médias de minutos por plataforma variam de acordo com a faixa etária. Quanto mais alta, menor o tempo gasto com mobile, embora o tempo dedicado para desktop permaneça estável.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Redes sociais mantém destaque entre os brasileiros e alavancam o consumo mobile. A audiência multiplataforma de redes sociais no Brasil é maior do que a soma das audiências da Argentina, México, Colômbia e Chile: 97.7MM unique users de redes sociais no Brasil, contra 96.7 MM unique users de redes sociais – ao somar Argentina, México, Colômbia e Chile.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">O reinado continua. Facebook segue líder tanto em tamanho de audiência quanto em engajamento. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Representa 90% alcance público entre 18 e 34 anos e mais de 1.000 minutos como média mensal de consumo por visitante. Enquanto Facebook cobre todas as faixas etárias, Instagram, Twitter, Tumblr, e Snapchat atingem públicos mais jovens.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Os dados foram apresentados pela </span><a href="http://www.alcateiamarketing.com.br/pontos/pesquisa-de-mercado/comscore-panorama-do-mercado-digital-no-brasil/" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">ComScore, empresa de pesquisa de mercado que atua no ambiente online e cross-plataforma.</span></a><span style="font-weight: 400;"> A apresentação, conduzida pela diretora Luciana Burger, destacou as principais perspectivas para o cenário digital.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
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		<item>
		<title>Conheça as Perspectivas para Cenário Digital em 2017</title>
		<link>https://pontosdecontato.com.br/marketing/cenario-digital-em-2017/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=cenario-digital-em-2017</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cinthya Pires]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Feb 2017 13:49:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MARKETING]]></category>
		<category><![CDATA[PESQUISAS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Conheça as Perspectivas para Cenário Digital em 2017 Perspectivas para o cenário digital foi o tema do webinar promovido pela ComScore, empresa de pesquisa de mercado que atua no ambiente online e cross-plataforma. A apresentação, conduzida pela diretora Luciana Burger, apontou as tendências e os conteúdos que mais se destacam por device, chamando atenção mais &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h1><span style="font-weight: 400;">Conheça as Perspectivas para Cenário Digital em 2017</span></h1>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Perspectivas para o cenário digital foi o tema do webinar promovido pela ComScore, empresa de pesquisa de mercado que atua no ambiente online e cross-plataforma. A apresentação, conduzida pela diretora Luciana Burger, apontou as tendências e os conteúdos que mais se destacam por device, chamando atenção mais uma vez para a força das redes sociais no Brasil. De acordo com o estudo, a audiência multiplataforma de redes sociais no Brasil é maior do que a soma das audiências da Argentina, México, Colômbia e Chile.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">De acordo com a </span><a href="http://www.alcateiamarketing.com.br/pontos/pesquisa-de-mercado/comscore-panorama-do-mercado-digital-no-brasil/" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">ComScore</span></a><span style="font-weight: 400;">, o mundo multiplataforma mudou a forma como usamos o digital no nosso dia-a-dia. E a multiplicação de devices, proporciona consumo diferenciado das categorias. Entre as duas colocações, destacam-se serviços, busca e navegação no desktop. Já em tablets, portais e entretenimento, e no smartphone, entretenimento e social media.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">E o desktop continua forte, com crescimento de 4% na audiência global e 11% na América Latina.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Apesar do mobile ultrapassar os minutos de desktop em muitas regiões, ainda é o preferido para alguns tipos de conteúdo. Isso gera impacto no comportamento dos consumidores heavy e light users deste tipo de device. Em termos de alcance, os destaques para heavy users são: 96% retail, 61% jornais, 70% viagem, 45% automóvel. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">A pesquisa aponta que o mobile aumenta os minutos consumidos no digital, sem canibalizar o desktop. Em 2016, o crescimento de tempo gasto com desktop no Brasil foi de 232%, quando comparado com o ano anterior. A maioria dos consumidores usa o mobile para complementar o uso do desktop, mas há uma porcentagem significativa de usuários exclusivamente mobile.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Clima e mapas, são acessados majoritariamente em dispositivos móveis, mas os usuários ainda preferem o desktop para varejo e tarefas relacionadas ao governo. No Brasil, quando comparado com Canadá e Espanha, observamos que o consumo de minutos através de tablet tem sido obliterado para categorias como jogos, entretenimento e notícias. Por outro lado, destaca-se o uso de smartphone para jogos e entretenimento.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Aplicativos para smartphones lideram de longe o tempo de uso de mídias sociais, com que em desktop. Portanto, os aplicativos podem se tornar um grande trunfo: uma vez instalados, os aplicativos representam um percentual enorme do tempo no mobile. No Brasil, do total de minutos no mobile, 90% é dedicado a aplicativos.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
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		<item>
		<title>Conectaí Express: 90% dos internautas brasileiros fazem compras online</title>
		<link>https://pontosdecontato.com.br/pesquisa-de-mercado/conectai-express-internautas-compras-online/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=conectai-express-internautas-compras-online</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cinthya Pires]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Feb 2017 01:25:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[PESQUISAS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Conectaí Express: 90% dos internautas brasileiros fazem compras online Conectaí Express afirma que 90% dos internautas brasileiros costumam fazer compras online. O comportamento do consumidor, seja nos ambientes online ou offline, é alvo de pesquisa nacional que está na terceira onda. Seus resultados acabam de ser divulgados, confira os destaques. Dentre os internautas brasileiros que &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h1><span style="font-weight: 400;">Conectaí Express: 90% dos internautas brasileiros fazem compras online</span></h1>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Conectaí Express afirma que 90% dos internautas brasileiros costumam fazer compras online. O comportamento do consumidor, seja nos ambientes online ou offline, é alvo de pesquisa nacional que está na terceira onda. Seus resultados acabam de ser divulgados, confira os destaques.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Dentre os internautas brasileiros que fazem compras online, os itens mais comprados são eletrodomésticos, roupas e eletrônicos. No entanto, de acordo com o estudo, 71% dos internautas brasileiros já reclamaram de produtos ou serviços. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">O atendimento online é o canal mais procurado: dentre os internautas que já fizeram reclamações, 50% utilizaram esse canal. Na sequência estão atendimento telefônico, o site Reclame Aqui, usado principalmente pela classe A (65%), e a ouvidoria da própria empresa que oferece o produto/serviço.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Dentre os internautas brasileiros que compram pela internet, 43% preferem fazer suas compras no site Americanas.com. Em seguida, em ordem de preferência, estão Netshoes (31%), Mercado Livre (28%) e Submarino (27%). </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Os clubes de assinatura continuam em destaque. Essa nova modalidade de consumo ganhou força para impulsionar vendas de e-commerce e a simpatia dos clientes que buscam conveniência, comodidade e qualidade. De acordo com o estudo, um em cada cinco internautas brasileiros (19%) participem de um clube de assinatura, 21% já participaram, mas não participam mais e 42% nunca participaram. Há também 18% que sequer sabem o que é um clube de assinatura. </span><b><br />
</b><span style="font-weight: 400;">A pesquisa foi realizada com 2.000 internautas</span><span style="font-weight: 400;"> </span><span style="font-weight: 400;">em dezembro de 2016 por meio do CONECTAi Express, pesquisa trimestral, online, multiclientes, com cobertura nacional, que permite responder a qualquer tipo de pergunta de forma exclusiva, rápida e econômica.</span></p>
<p style="text-align: justify;">Confira: <a href="http://www.alcateiamarketing.com.br/pontos/marketing/digital-trends-da-adobe/" target="_blank" rel="noopener"><b>Digital Trends da Adobe: experiência com o consumidor nos pontos de contato</b></a></p>
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		<title>Digital Trends da Adobe: experiência com o consumidor nos pontos de contato</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cinthya Pires]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Feb 2017 20:26:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MARKETING]]></category>
		<category><![CDATA[PESQUISAS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Digital Trends da Adobe: experiência com o consumidor nos pontos de contato Adobe Digital Intelligence em associação com a Econsultancy acaba de divulgar as principais tendências digitais para 2017. Em seu sexto ano, o estudo reporta a evolução das ações desenvolvidas por empresas e profissionais de Marketing Digital e Comércio Eletrônico, além de A pesquisa &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1><b>Digital Trends da Adobe: experiência com o consumidor nos pontos de contato</b></h1>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Adobe Digital Intelligence em associação com a Econsultancy acaba de divulgar as principais tendências digitais para 2017. Em seu sexto ano, o estudo reporta a evolução das ações desenvolvidas por empresas e profissionais de Marketing Digital e Comércio Eletrônico, além de</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">A pesquisa reforça a importância da experiência do cliente como fator de diferenciação das empresas em relação aos seus concorrentes. Porém, esse desenvolvimento ainda necessita ser fortalecido, sobretudo por intermédio da produção de conteúdo como oportunidade de interação e engajamento. Mais de um quinto (22%) dos respondentes indicaram o item “otimização de experiência do cliente” como prioridade para este ano, seguido de “criar conteúdo atraente para experiências” (16%) e “dados de Marketing” (12%).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Para o desenvolvimento de experiência com o cliente, a sugestão é que os anunciantes direcionem seu olhar para além do móvel, com foco na internet das coisas, realidade aumentada (RA) e realidade virtual (VR). Porém, apesar do foco </span><a href="http://www.alcateiamarketing.com.br/pontos/marketing/o-que-sao-pontos-de-contato/" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">no relacionamento com o consumidor nos diferentes pontos de contato</span></a><span style="font-weight: 400;">, o estudo aponta que, de modo geral, as empresas ainda não estão preparadas para obter orientação a partir do uso de dados e análises rápidas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Como fator essencial, 97% dos entrevistados indicaram aumentar ou manter o nível de investimento em análise de Marketing, embora essa predisposição não corresponda ao interesse apontado na ordem da lista de prioridades. A ausência de foco nas análises de dados dificulta o entendimento sobre o comportamento do consumidor, e automaticamente, impacta na otimização do relacionamento e experiência com o cliente.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Além disso, o design mantém sua relevância como ferramenta estratégica, sendo considerado o próximo nível para a transformação digital – 86% dos entrevistados concordam que empresas orientadas pelo design superam outros negócios. Nesse caso, o mindset voltado para design enfatiza a criação de elos e pontos de contato com os clientes, possibilitando a personalização. Para direcionar as ações, a criatividade e a diferenciação de marca são os principais indicadores, apesar de 44% sinalizar que as respectivas empresas ainda não possuem processos colaborativos voltados para colocar a organização num novo patamar, com diferenciação pelo design.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">As prioridades reportadas na lista de marketing são: marketing de conteúdo (29%), engajamento por mídia social (28%), e direcionamento e personalização (25%). O estudo também aponta que organizações orientadas para os clientes, com agilidade e cultura corporativa estão melhor preparadas para lidar com forças disruptivas e instigar suas próprias formas de ruptura. Em resumo, esses dados sugerem que há um gap entre as percepções da empresa e sua capacidade de dominar essa ferramenta fundamental para entrega de experiência aos clientes.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">O relatório Tendências Digitais 2017 da Econsultancy&#8217;s 2017 é publicado em associação com a Adobe. Baseia-se em uma pesquisa global com mais de 14.000 profissionais de marketing digital e comércio eletrônico. </span></p>
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