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Checkmate no E-commerce: 3 desafios para empreender

Checkmate no E-commerce: 3 desafios para empreender

Checkmate no E-commerce: 3 desafios para empreender

Checkmate no E-commerce é um segmento que exige dedicação, investimento e persistência como qualquer outro. Embora a internet possibilite maior acesso aos mecanismos de gestão e controle, há desafios que precisam ser considerados.

Para quem deseja conhecer mais sobre o tema, já comentamos sobre os equívocos mais frequentes cometidos por administradores de comércio eletrônico. E embora o ambiente online seja repleto de vantagens que são comumente explanadas, acreditamos que conhecer e discutir os dois lados da mesma moeda é fundamental para o sucesso de um negócio.

É com esta visão que evidenciamos questões pouco debatidas ou expostas de um modo tão romântico que acabam por conduzir empreendedores por caminhos arriscados. Então, sem voltas ou meias verdades…

Vamos aos três desafios para o comércio eletrônico

Apenas nas redes sociais: não!

Utilizar as redes sociais como principal ponto de contato com os consumidores pode ser muito arriscado. Direcionar todos os esforços numa única plataforma é pior do que terceirizar todas as frentes de uma empresa. Além de ficar dependente, não possuirá poder sobre a permanência da mídia social. Você não terá total controle dos dados de seus clientes, não conseguirá customizar mecanismos de interação, não será consultado sobre as mudanças nas regras de utilização ou política de privacidade e ainda estará sujeito a alguns formatos de publicidade disponibilizados por determinado player. Ou seja, mãos atadas.

Portanto, para alçar novos voos e potencializar sua visibilidade, considere uma atuação pulverizada e prudente. Invista num site que traga credibilidade e avalie quais mídias são adequadas para compor suas ações de divulgação e relacionamento com o cliente. Considere opções como criação de blog, aplicativo e e-mail marketing. Seja dono do seu próprio negócio de verdade! Evite terceirizar todos os pontos de contato através de alternativas que a princípio são gratuitas e mais simples, porém limitadoras. Persiga o desafio de equilibrar sua presença e visibilidade.

Na internet tudo é Beta?!

Com a revolução proporcionada pela internet e a agilidade dos negócios digitais, o conceito “Beta” adquiriu novas proporções. Empresas tradicionais começaram a entender que um dos segredos dos negócios 3.0 é colocar o produto ou serviço na vitrine, mesmo que ainda em fase de desenvolvimento. E ainda, capturar sugestões do próprio consumidor (pesquisa de consumo gratuita!) para conduzir os contínuos aperfeiçoamentos. Em outras palavras, trocar a roda e mudar a lataria do carro em movimento.

Esta é uma armadilha que seduz e muitas vezes é levada a sério no Marketing Digital e na implantação do e-commerce. Obviamente, as empresas devem estar atentas aos feedbacks de seus clientes, observar as tendências de mercado e movimento da concorrência em todas as fases. Os principais players da indústria tradicional seguiram desta forma. A diferença é que com as novas tecnologias esse retorno passou ser mais acelerado, mas essa não é característica exclusiva da internet ou de softwares.

E o principal, cuidado com a desculpa de que tudo pode ser beta. Uma atitude precipitada pode colocar seu negócio em risco e reverter o estrago pode sair muito caro…ou ser inevitável. Durante nossa jornada pelo mercado, conhecemos casos de empresas que iniciaram as atividades sem sistema seguro de pagamento, sem mínimo estoque aceitável, sem logística confiável e sem definição de serviços prestados ou produtos fornecidos.

Observe que essas atitudes descaracterizam a empresa justamente num momento em que sua identidade deveria ser fortalecida pelas qualidades e pelos diferenciais. Sabe o ditado “a primeira impressão é a que fica”? Entrar no mercado sem estar devidamente preparado pode causar muitos problemas, inclusive judiciais. Aceite o desafio de ser beta dentro dos limites aceitáveis.

Tudo para o pré-venda

As estratégias de pré-venda e pós-venda devem ser integradas e receber igual importância nos planos de negócios. Como o pré-venda tem atribuições como convencer, gerar leads e converter, não poucas vezes os esforços de lucratividade do empreendimento são direcionados para essa atividade. Ações promocionais, cupons de desconto e publicidade podem aumentar o tráfego e aumentar o giro do caixa. Assim, com vendas realizadas e dinheiro em caixa, a tendência é manter as regras que estão ganhando e direcionar toda a verba de Marketing para convencer novos clientes, certo?

Essa possibilidade deve ser considerada, sendo muito utilizada pelos segmentos de bens de consumo. No entanto, empresas de produtos duráveis que possuem valor de venda mais elevado, assim como públicos em nicho, devem estar ainda mais atentas às ações de pós-venda. Manter contato com o cliente, ciente de sua satisfação e pronto para auxiliá-lo são requisitos mínimos para o sucesso das marcas. É preciso lembrar que o ciclo de compra vai além da aquisição em si.

Na fase da avaliação o consumidor reconhece se o seu investimento foi útil, se atendeu as expectativas, se faria nova compra. A partir daqui o cliente pode testemunhar e influenciar outros. Portanto, investir em pontos de contato através do pós-venda pode ser tão rentável e benéfico para o negócio quanto no pré-venda. Estabelecer ações específicas nessa etapa contribui para fidelizar e multiplicar vendas, aumentando o ROI. Reflita constantemente sobre o desafio de combinar estratégias direcionadas tanto para o pré quanto para o pós de seu comércio eletrônico. Sempre há algo mais para ser feito, então garanta assertividade nos pontos de contato dos processos de venda.

 

Sobre Cinthya Oliveira

Mestre em Mídia, Jornalista e Publicitária. Possui interesse em estudos sobre modelos de negócios, processos de produção em mídia e possibilidades de envolvimento do público. Além das atividades em comunicação, desenvolve estudos acadêmicos e contribui com a capacitação de profissionais.

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